Michael Schenker: Um álbum maduro com sonoridade mais atual
Resenha - Bridge The Gap - Michael Schenker
Por Ronaldo Celoto
Postado em 06 de novembro de 2013
MICHAEL SCHENKER retorna ao mundo da música com um álbum maduro, músicos competentes e uma sonoridade mais atual, sem perder a conhecida cadência de seus riffs e solos. O álbum ¨Bridge The Gap¨ (a ser lançado dia 02/12/2013, mas já ouvido por este modesto autor que vos fala) conta com o vocalista DOOGIE WHITE (ex-RAINBOW), além dos ex-SCORPIONS, HERMAN RAREBELL e FRANCIS BUCHHOLZ e o tecladista/guitarrista ritmico WAINE FINDLAY (que já tocou com ULI JON ROTH, THIN LIZZY e segue há alguns anos ao lado do próprio SCHENKER).
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De início, a instrumental ¨Neptune Rising¨ pede passagem para a extremamente cadenciada e ritmica ¨Where The Wild Winds Blow¨ e a pesada ¨Horizons¨. No meio do álbum, temos ¨To Live For The King¨ como a faixa de trabalho, com influência direta do RAINBOW nos bons tempos de RONNIE JAMES DIO. Aliás, o álbum todo possui algumas influências dos bons tempos do hard rock, em especial, a citada. Escalas marcantes que um dia já foram ouvidas em canções como ¨Into The Arena¨ e ¨Lost Horizons¨ (MSG) associam-se a melodias, arranjos e vozes muito semelhantes a canções como ¨Kill The King¨, ¨Stargazer¨ e ¨Sixteenth Century Greensleeves¨ (RAINBOW).
Mas quem disse que repetir o que era bom é algo desaconselhável??? Ao contrário, em meio à falta de criatividade do cenário musical atual, talvez seja melhor apostar no que se faz com o coração, mesmo que isto soe datado.
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Seguindo o disco, temos ¨Temple of The Holy¨, ¨Shine On¨ (pesadas e densamente muito bem trabalhadas, que trazem a impressão de estarmos a ouvir um jovem DIO com cerca 20/25 anos de idade nos vocais). A faixa seguinte, ¨Because You Lied¨ tem o peso característico de canções como ¨Breadfan¨ (BUDGIE, mas na versão do METALLICA) e ¨The Struggle Within¨ (METALLICA). Por fim, temos ¨Black Moon Rising¨, com uma levada ao estilo ¨Kashmir¨ (LED ZEPPELIN) mas com guitarras pesadíssimas, além do maravilhoso desfecho do disco com a canção ¨Dance For The Piper¨, uma obra-prima épica em todos os sentidos, brilhante, com peso e melodia fundidos de forma perfeita, e, cuja letra e voz trazem, evidentemente, a imagem, sem querer ser repetitivo, do saudoso RONNIE JAMES DIO, sob a guitarra clássica de SCHENKER.
Não esperem um novo SCHENKER. Não esperem nenhum requinte clássico e fantástico das épocas em que ele tocava no UFO. O álbum repete fórmulas, tem grandes músicos e parece ressuscitar sonoridades que já ouvimos em outras décadas, com a diferença de que o faz em formato atualizado, de modo que as canções soem brilhantes. Quem entender esta fusão entre a velha fórmula e o peso das guitarras, irá adorar a nova cria do mais jovem e mais talentoso dos irmãos SCHENKER. E, cá entre nós...estamos falando de MICHAEL SCHENKER !!!... E, em comparação com seus últimos trabalhos, este merece um absoluto e caloroso destaque !!!...
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