Black Dahlia Murder: exemplar do melhor do metal da atualidade
Resenha - Everblack - Black Dahlia Murder
Por Guilherme Niehues
Postado em 17 de junho de 2013
Dois anos após o lançamento do álbum Ritual (2011), a banda THE BLACK DAHLIA MURDER nos brindou com seu mas novo álbum, intitulado "Everblack". A cada álbum a banda demonstra uma evolução natural e uma pegada mais rápida do que seu antecessor, deixando bastante claro que, eles ainda são capazes de mostrar do que a sua música é feita e o melhor ainda: de uma forma mais brutal e ampla. Sem esquecer também, que este álbum é o de estréia de Alan Cassidy (ex-Abigail Williams) e Max Lavelle (ex-Despised Icon), ocupando o lugar de baterista e baixista, respectivamente.
Logo de cara, iniciamos o álbum com a música "In Hell is Where She Waits for Me", que demonstra exatamente o que podemos esperar por todo o resto do álbum, e a primeira impressão que temos de Alan e Max, que não deixam nada a desejar, especialmente Alan que tem o árduo trabalho de substituir o excelentíssimo Shannon Lucas. A música? Ela é tipica da banda, rápida e pesada além de conter ótimos riffs e um vocal que não deixa a desejar, seja na parte rasgada ou gutural.
Everblack contém mais 9 faixas em que é possível notar a evolução da banda, não somente no som, mas em termos de temas abordados em suas músicas e até mesmo no vocal de Trevor. Para aqueles que conhecem a banda, não é preciso apresentar todas as faixas, uma vez que já se sabe que a qualidade e o que nos espero é meio inegável. A banda também tornou a compor mais em suas raízes, uma vez vistas em álbuns como Nocturnal (2007) e Deflorate (2009), ou seja, um Death Metal melódico, ao invés de ser algo mais brutal e voltado ao Death Metal em si, como era possível evidenciar com maior notoriedade no álbum Ritual (2011).
Na composição da banda existem 5 (cinco) excelentes músicos, que em conjunto voltam a demonstrar todo o seu arsenal, sem deixar a desejar, e outro ponto extremamente positivo, é o entrosamento dos dois novos membros que somam experiências e um toque especial ao álbum, tanto na parte mais cadenciada quanto no brutalismo. Porém, como em todo álbum, Trevor Strnad ainda se mantém invicto sendo a alma da banda, por seu vocal ser a marca registrada e bem como seus temas doentios e cativantes (de um certo modo).
Para aqueles que querem conhecer um pouco mais a banda, este álbum é recomendado e ao volume máximo, afinal aqui é exibido o melhor do metal da atualidade.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



64 shows internacionais de rock e metal no Brasil até o final de novembro
A lenda do thrash que considera Metallica melhor do que Motörhead: "Nada tão poderoso"
Pitty: cantora publica foto nua na internet e bate recorde de curtidas
A banda que Alice Cooper considera a que melhor representa o heavy metal
O presente de Paul Di'Anno que Nicko McBrain guarda até hoje com orgulho
Scorpions confirma primeiras datas na América Latina em 2027
Aerosmith realiza segundo show comemorativo; veja setlist, convidados e vídeos
A melhor música do Iron Maiden de todos os tempos, segundo Nicko McBrain
Por que o hino beneficente do heavy metal não pegou, segundo Regis Tadeu
Por que Yngwie Malmsteen não é tão difícil quanto dizem, segundo Zakk Wylde
Os três baixistas que Robert Trujillo, do Metallica, considera seus maiores heróis
Os 50 melhores álbuns de thrash metal da história segundo os leitores da Metal Hammer
O roqueiro brasileiro que deu cano em Axl Rose; "preferi ir embora"
O álbum dos anos sessenta que uniu David Gilmour, do Pink Floyd, e Alex Lifeson, do Rush
Dez músicos que eram bons demais para suas bandas
As duas ocasiões que destinos de Humberto Gessinger e Dinho dos Mamonas se cruzaram
O disco que David Gilmour diz que todo guitarrista precisa conhecer
Por que Igor e Max Cavalera regravaram discos do Sepultura? Os irmãos contam tudo.

Iron Maiden: "The Book Of Souls" é uma obra sem precedentes



