Attic: riffs pesados, solos melódicos e cozinha com pegada

Resenha - Invocation - Attic

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 8

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Todo mundo sabe da força oriunda do Metal alemão e sua prolífica cena que engloba, principalmente, o Heavy Metal, o Metal melódico e o Thrash Metal. De lá vem o Attic que, apesar de ser fundado em 2010, conta com músicos experientes e já lançou um EP e um split antes deste debut.

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Focando seu som no Metal tradicional, não há como não citar a principal influência da banda nesta resenha. Desde as maquiagens, passando pelos vocais cheios de falsetes, temáticas que abordam satanismo, ocultismo e horror, além do instrumental baseado em riffs pesados, solos melódicos e cozinha com pegada.

Tudo aqui, exceto o timbre das guitarras, soa exatamente como o Mercyful Fate/King Diamond. Apesar da tremenda cara de pau, o negócio flui e as composições são muito bem estruturadas e interessantes. Isso sem contar com a técnica dos músicos, o que dá pra sacar principalmente na coesão e segurança que as músicas passam.

Para não dizer que tudo aqui é focado nos mestres dinamarqueses, podemos dizer que há aquela veia típica do Metal germânico, ou seja, músicas velozes, uma forte pegada nos dois bumbos, além da maior dose de peso. Além disso, todos os integrantes do Attic utilizam 'corpse paints' (as famosas maquiagens).

Particularmente não me importo muito com cópias, a não ser que sejam baratas, mas se você é um daqueles que prefere apenas o original vá atrás de um álbum do Mercyful Fate ou do King Diamond. Já se você aceita numa boa essas influências descaradas e bem feitas, pode ouvir sem medo. Confesso que se o disco fosse das influências a nota seria maior.

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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