Sideburn: disco promete fazer a banda galgar passos mais largos
Resenha - IV Monument - Sideburn
Por Junior Frascá
Postado em 03 de janeiro de 2013
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Apesar de praticamente desconhecida e sem o respaldo de uma grande gravadora, o SIDEBURN tem uma carreira bem regular até o momento, praticando um estilo bem diferente do que o comum em seu país natal, a Suécia. E agora os caras chegam a seu quarto e melhor disco, que tem tudo para finalmente fazer a banda galgar passos mais largos em sua promissora carreira.
Para quem ainda não conhece o SIDEBURN, os caras praticam um stoner/doom metal bem pesado e vigoroso, repleto de influências de blues e hard rock setentista, com uma sonoridade bem suja e direta, e que agrada facilmente os apreciadores do estilo, com influências diretas de BLACK SABBATH, DEEP PURPLE, CANDLEMASS, CATHEDRAL, RAINBOW e LED ZEPPELIN.
Além de ótimas guitarras e grandes arranjos, um dos maiores diferencias do som da banda são os vocais de Jani Kataja, que possui um timbre agradabilíssimo, seja nos momentos mais agitados e rápidos, seja nos mais calmos e ambientais.
Todas as faixas do disco são bem longas, em sua maioria ultrapassando os seis minutos de duração, mas não se tornam cansativas, devido à beleza dos arranjos criados, e das variações harmônicas presentes em quase todo interregno do material.
Dentre os destaques do material, cito a excelente "Diamonds", uma típica faixa de abertura de discos de música pesada, bem rápida e intensa; "The Last Day", um "doomzão" de causar inveja aos mestres do CANDLEMASS, com riffs arrastados e uma melancolia de assustar; "Silverwing", repleta de variações e psicodelia; e "The Saviour", pesadíssima, e que remete aos anos do SABBATH com o saudoso mestre R. J. Dio.
Portanto, se você gosta de uma sonoridade mais suja, agressiva e retro, que bebe diretamente da fonte dos primórdios da música pesada, eis aqui uma banda que tem tudo para lhe agradar, e que volta com tudo para finalmente buscar um maior destaque na música pesada. E se depender desse seu quarto monumento, tem tudo para conseguir!
IV Monument - Sideburn
(2012 – Transubstans - Importado)
1. Diamonds (6:04)
2. Fire And Water (6:08)
3. Tomorrows Dream (4:07)
4. Crossing The Lines (6:25)
5. The Last Day (7:05)
6. Silverwing (7:26)
7. The Saviour (6:51)
8. Bring Down The Rain (5:10)
9. Monument (7:43)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A banda que Chris Cornell integraria se convidassem; "Ele nunca me chamou"
As 11 melhores bandas de rock progressivo dos EUA, segundo a Loudwire
Manowar tocará "Kings of Metal" e "Fighting the World" na íntegra em shows de 2027
Jason Newsted diz que Metallica é, na prática, uma dupla de James Hetfield e Lars Ulrich
Max Cavalera explica o que fez o Sepultura mudar o som em "Chaos A.D."
As 25 melhores bandas de todos os tempos, segundo a Classic Rock
A música do Queen que Freddie Mercury considerava melhor que "Bohemian Rhapsody"
O maior riff de guitarra de todos os tempos, segundo Tony Iommi do Black Sabbath
Como Paulo Ricardo faz para evitar que suas músicas soem muito metal ou hard rock
Os roqueiros da Seleção Brasileira na História das Copas do Mundo
Nocturno Culto explica por que o Darkthrone nunca mais tocou ao vivo
Zakk Wylde contesta Gene Simmons sobre mercado da música: "Seja como Jimmy Page"
Edu Falaschi conta como a reaproximação com Angra o levou ao Masters of Voices
O significado irônico de "Somos tão jovens", verso que encerra "Tempo Perdido"
Edu Falaschi lamenta vazamento: "Qualidade horrível, o cara captou do jeito que pôde"
As bandas que formam o "Big 4" do metal dos anos 2000, segundo a Loudwire
Edu Falaschi descobriu que seu primo famoso tem mais seguidores que ele no Instagram
Yngwie Malmsteen: a curiosa opinião do guitarrista sobre Angus Young, do AC/DC



Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
Tarja Turunen: Frisson Noir - o álbum que os fãs sempre quiseram ouvir
Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



