Blakk Market: fundindo distorção e melodias
Resenha - Self-Improvement: Suicide - Blakk Market
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 05 de dezembro de 2012
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Ainda que a região de Florianópolis possua uma cena Heavy Metal bastante discreta, suas bandas têm liberado alguns discos muito bons nos últimos anos. E, neste sentido, o Blakk Market está atuando a uma década, tendo o privilégio de participar da seletiva Wacken Metal Battle 2010 e, entre suas inúmeras apresentações, abriu para o Enthroned e Marduk na ocasião de sua passagem por Santa Catarina.
Foram nada menos do que cinco anos desde o início do processo de gravação até o debut "Self-Improvement: Suicide" chegar ao público. Mas, independente de todas as compreensíveis dificuldades, o Blakk Market persistiu mantendo o foco na qualidade e estreou com um disco totalmente profissional. Com muita atenção às estruturas das canções, os catarinenses apostam no chamado Death Metal Melódico e com boas influências do mestre sueco Dark Tranquillity.
Neste sentido, o Blakk Market consegue mesclar muitas características pelas quais o gênero foi se desenvolvendo desde a década de 1990, seja seguindo por uma linha mais belicosa ou com propensão ao isolamento e melancolia. O resultado é uma música galopante e contemporânea, que, mesmo com eventuais teclados bem encaixados, é indiscutível que tudo permaneça denso e pesado. O repertório segue muito linear, mas se sobressaem as ótimas "Putrefaction Guaranteed", "Atlas", "Theater Of Lies" e a mais moderna "Nova".
Com a produção assinada por Alexei Leão (Stormental, Shadow Of Sadness) em parceria com o próprio Blakk Market, o resultado é um produto de primeira linha. Mesmo não oferecendo nada de realmente novo, "Self-Improvement: Suicide" expõe mais um pouco da diversidade da cena underground da região sul do Brasil, sendo um trabalho indicadíssimo a qualquer headbanger que aprecia a fusão de distorção e melodias.
Contato:
http://www.myspace.com/blakkmarket
Formação:
Fernando Melleu - voz
Alexandre Schneider - guitarra
Thiago Rocha - guitarra e voz
Felippe Chiella - baixo
Allan Barbosa – bateria (convidado)
Blakk Market - Self-Improvement: Suicide
(2011 / independente – nacional)
01. Wrist-Slashing Symphony
02. Putrefaction Guaranteed
03. Atlas
04. The Dawn Of The Dead
05. Theater Of Lies
06. Exhumed
07. Nova
08. M.D.K.K.
09. The Wheel Keeps Turning
10. Blakkout
11. Locusta Sapiens
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As 11 melhores bandas de rock progressivo dos EUA, segundo a Loudwire
A música do Queen que Freddie Mercury considerava melhor que "Bohemian Rhapsody"
Como Paulo Ricardo faz para evitar que suas músicas soem muito metal ou hard rock
O projeto que é os "quatro tenores do rock", segundo Eric Martin
Rush toca "A Farewell to Kings" pela primeira vez desde 1979
O cantor que viu o Metallica ao vivo e achou que a banda não iria a lugar nenhum
Edu Falaschi lamenta vazamento: "Qualidade horrível, o cara captou do jeito que pôde"
As 25 melhores bandas de todos os tempos, segundo a Classic Rock
Rush inicia novo capítulo de uma carreira baseada em fortes convicções
O melhor álbum dos Rolling Stones de todos os tempos, segundo Keith Richards
As 10 músicas mais subestimadas do Judas Priest, segundo a Classic Rock
As 15 melhores músicas do Slayer, segundo o Loudwire
Como Mark Knopfler adaptou um defeito para escapar de tocar guitarra "do jeito errado"
Os roqueiros da Seleção Brasileira na História das Copas do Mundo
Vocalista do Moonspell sobre tradução literária: "É mal pago, mas adoro"
O significado dos quatro sonhos que aparecem na letra de "Enter Sandman" do Metallica
A música que nasceu em momento de tristeza e se tornou um grande hit dos anos 2000
Produtor que fez 31 shows de Paul Di'Anno lembra como era convívio com o vocalista



Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
Tarja Turunen: Frisson Noir - o álbum que os fãs sempre quiseram ouvir
Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



