Nemphis Belle: unindo influências, mas sem soar datado
Resenha - It's Amazing - Nemphis Belle
Por Vitor Franceschini
Postado em 02 de outubro de 2012
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
É sempre bom quando ouvimos bandas atuais que preservam a raiz do estilo que mais apreciamos, isto é, o Rock And Roll. Sim, o pai de todas as vertentes que vemos espalhadas por aí. Metal, Punk Rock, Hardcore ou Hard Rock são todos filhos deste estilo que é filho... bem, e por aí volta.
O Nemphis Belle, banda oriunda de Porto Ferreira/SP, caminha os doces trilhos do Rock 'n' Roll sessentista e setentista tendo como maior influência os garotos de Liverpool. Mas, é claro, que a banda não se prende a isso e possui outras influências, além de características próprias, como não fazer com que seu som soe datado, por exemplo.
São nove composições do melhor da nata do Rock, Blues e até algo da atual cena Pop Rock inglesa. Sem querer exagerar nas citações de influências, se você é fã de Beatles, Bob Dylan e Rolling Stones irá se deliciar com este trabalho. E fãs de Strokes e Oasis também irão apreciar.
O fato é que a banda consegue unir todas essas influências de uma forma nada forçada, pelo contrário, muito natural e descompromissada. Isso fica latente na forma de Rodrigo Francalacci (vocal/guitarra) cantar, tão sutil que seu sotaque foi embora. As linhas de guitarras, apesar de simples, são muito bem desenvolvidas, a cozinha é básica e coesa e os teclados muito bem encaixados.
Ouça Silver Bracelet, I Really Don´t Know (essa tem cara de hit certo), Good Bye e a faixa título e veja como um Rock simples cai sempre bem, até mesmo para aqueles que apreciam um som mais extremo. A embalagem, a cargo de Túlio Tavanelli, é belíssima e vem no formato de um compacto.
"It´s Amazing" foi produzido por Francalacci, mixado, nada mais nada menos, por Chuck Hipolitho (Forgotten Boys) no estúdio Costella e masterizado por Rafael Ramos e Fábio Silveira no estúdio Tambor. Completam a banda Renan Martins (guitarra), Leo Vituri (baixo), Régis Berretta (bateria) e Matheus Fonseca (teclado). Visite o site e baixe o seu.
http://www.nemphisbelle.com/
http://www.facebook.com/pages/Nemphis-Belle/442552195283
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As duas músicas do Metallica que Hetfield admite agora em 2026 que dão trabalho ao vivo
Festival SP From Hell confirma edição em abril com atrações nacionais e internacionais do metal
A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
A banda de rock que lucra com a infantilização do público adulto, segundo Regis Tadeu
Marcello Pompeu lança tributo ao Slayer e abre agenda para shows em 2026
Como é a estrutura empresarial e societária do Iron Maiden, segundo Regis Tadeu
A música "mais idiota de todos os tempos" que foi eleita por revista como a melhor do século XXI
O clássico que é como o "Stairway to Heaven" do Van Halen, segundo Sammy Hagar
Rafael Bittencourt dá dica para músicos e conta como Kiko Loureiro "complicou" sua vida
Cinco discos de heavy metal que são essenciais, segundo Prika Amaral
Matt Sorum admite que esperava mais do Velvet Revolver
As melhores músicas de heavy metal de cada ano, de 1970 a 2025, segundo o Loudwire
A respeitosa opinião de Tony Iommi sobre o guitarrista Jeff Beck
A música caótica do Sepultura que foi escrita na casa de Jason Newsted
O guitarrista que usava "pedal demais" para os Rolling Stones; "só toque a porra da guitarra!"
Porque Freddie Mercury, vocalista do Queen, teve seus bens queimados após morrer
Ultimate Classic Rock: os 100 maiores clássicos do rock
As dez piores músicas do Metallica, em lista da Metal Hammer


Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Nightwish: Anette faz com que não nos lembremos de Tarja
Megadeth: Mustaine conseguiu; temos o melhor disco em muito tempo



