Ponto Nulo No Céu: Metalcore cantado em português
Resenha - Brilho Cego - Ponto Nulo No Céu
Por Vitor Franceschini
Postado em 23 de abril de 2012
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Por mais que se negue, o Metal e suas vertentes possuem épocas em que uma tendência comanda o cenário e renova o público. O Metalcore é a bola da vez entre a garotada e vem angariando também os fãs de Metal em geral. A banda catarinense Ponto Nulo No Céu investe no Metalcore, mas se safa da mesmice ao cantar em português.
Formada por Dijjy (vocais), Vinícius e André (guitarras), Júlio (bateria) e Henrique (baixo), a banda demonstra em "Brilho Cego" influências que passam por Stuck Mojo e até Suicidal Tendencies, mas seu som é mais melódico e até mais pesado, devido às excelentes linhas de baixo.
O som do grupo possui leves toques de Rap e Hip Hop que passam despercebidos se prestarmos mais atenção nos belos riffs de guitarra e nas letras que demonstram revoltas contra o caos do mundo atual, além de possuírem momentos de positivismo. Destaque para as faixas Brilho, Clarão, Ponto Nulo No Céu e Subsolo, que possuem um algo mais perante as outras nove, que são boas composições.
Entre os músicos, não há como não falar dos vocais de Dijjy. O cara consegue em uma só composição cantar limpo, gutural e rasgado, sem se perder. Às vezes nem parece o mesmo vocalista. Sem contar, que a parte gutural soa raivosa e a limpa acessível, e até melódica demais.
Como foi dito antes, o baixo também merece destaque, pois dá o groove necessário às músicas, fazendo com que o peso impere na maior parte do tempo. As guitarras fazem um trabalho digno, assim como a bateria que soa variada e dá o ritmo necessário ao trabalho.
"Brilho Cego" foi produzido por Adair Daufembach (Hangar, Project 46) que alcançou um excelente resultado. O som do álbum ficou nítido, com todos os instrumentos equilibrados e os timbres com uma boa dose de peso. Você pode baixar o disco aqui:
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As duas músicas do Metallica que Hetfield admite agora em 2026 que dão trabalho ao vivo
A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
Como é a estrutura empresarial e societária do Iron Maiden, segundo Regis Tadeu
Marcello Pompeu lança tributo ao Slayer e abre agenda para shows em 2026
A música "mais idiota de todos os tempos" que foi eleita por revista como a melhor do século XXI
Festival SP From Hell confirma edição em abril com atrações nacionais e internacionais do metal
O clássico que é como o "Stairway to Heaven" do Van Halen, segundo Sammy Hagar
Cinco discos de heavy metal que são essenciais, segundo Prika Amaral
A banda de rock que lucra com a infantilização do público adulto, segundo Regis Tadeu
Rafael Bittencourt dá dica para músicos e conta como Kiko Loureiro "complicou" sua vida
O guitarrista que usava "pedal demais" para os Rolling Stones; "só toque a porra da guitarra!"
Matt Sorum admite que esperava mais do Velvet Revolver
As melhores músicas de heavy metal de cada ano, de 1970 a 2025, segundo o Loudwire
A respeitosa opinião de Tony Iommi sobre o guitarrista Jeff Beck
Tony Iommi tem 70 guitarras - mas utiliza apenas algumas


Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Nightwish: Anette faz com que não nos lembremos de Tarja
Megadeth: Mustaine conseguiu; temos o melhor disco em muito tempo


