Exumer: Corrigindo um erro histórico depois de 23 anos
Resenha - Fire & Damnation - Exumer
Por Junior Frascá
Postado em 11 de abril de 2012
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Com apenas dois discos lançados, em 1989, uma das bandas mais promissoras do cenário thrash metal alemão encerrava precocemente suas atividades. E após algumas tentativas de reunião fracassadas, e passados 23 anos, a banda novamente ressurge e chega a seu tão aguardado terceiro disco, corrigindo um erro histórico ocorrido quando do seu fatídico encerramento.
Com diversas mudanças em sua formação (a banda atualmente conta com Mem Von Stein – Vocais, Ray Mensch – Guitarra, ambos da formação original da banda; H.K. – Guitarra, T. Shiavo – Baixo e Matthias Kassner – Bateria), a banda segue em frente em seu legado, e mostra que não desaprendeu nada nestes anos parada, embora não traga nada de novo neste material, mas apenas um apanhado do que de melhor se ouvia no thrash/speed metal dos anos 80, mas agora com uma melhor qualidade na gravação, que foi realizada por Waldemar Sorychta (Sodom, Therion, Moonspell, Tiamat, Grip Inc.), e deixou o som bem energético e sujo na medida certa.
Seguindo a escola tradicional do thrash metal alemão, principalmente de nomes como SODOM, KREATOR e DESTRUCTION, ou seja, o lado mais pesado deste estilo, a banda traz 10 novas faixas (a edição especial conta com 3 faixas ao vivo) pesadíssimas e cativantes, embora um pouco parecidas entre si, principalmente pela pouca variação nos vocais e nos timbres de guitarra, fato que acaba tornando a audição completa do trabalho um pouco cansativa a partir da segunda audição.
Mas se você é fã dos primórdios do estilo, bem como já acompanha a banda, não terá motivos para não vibrar com faixas como "Fire & Damnation", "A New Morality", "Waking the Fire", "Crushing Point" e "Tribal Furies", que mostram todo o potencial que a banda ainda mantém intacto, com faixas movidas a riffs e mais riffs impiedosos.
Portanto, não deixe de conferir mais um grande lançamento do EXUMER, que embora não supere seus dois clássicos dos anos 80, ainda assim é muito melhor que a grande maioria dos grupos atuais do estilo, e nos traz uma grande banda de volta ao lugar de onde nunca deveria ter saído.
Fire & Damnation - Exumer
(2012 – Metal Blade - Importado)
01. Fire & Damnation
02. Vermin Of The Sky
03. The Weakest Limb
04. A New Morality
05. Waking The Fire
06. Fallen Saint
07. Crushing Point
08. Devil Chaser
09. I Dare You
10. Tribal Furies
11. Destructive Solution [live bonus]
12. A Mortal In Black [live bonus]
13. Xiron Darkstar [live bonus]
Outras resenhas de Fire & Damnation - Exumer
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música de guitarra mais bonita da história, segundo Brian May do Queen
A banda iniciante de heavy metal que tem como objetivo ser o novo Iron Maiden
Jon Oliva publica mensagem atualizando estado de saúde e celebrando o irmão
O Monsters of Rock 2026 entregou o que se espera de um grande festival
O álbum do Testament onde os vocais melódicos de Chuck Billy não funcionaram
Angela Gossow afirma que Kiko Loureiro solicitou indenização por violação de direitos autorais
"Provavelmente demos um tiro no próprio pé" diz Rich Robinson, sobre o Black Crowes
As 11 bandas de rock progressivo cujo primeiro álbum é o melhor, segundo a Loudwire
5 discos obscuros de rock dos anos 80 que ganharam nota dez da Classic Rock
"Deveríamos nos chamar o que, Iron Maiden?": Geddy Lee explica manutenção do nome Rush
O primeiro disco que Max Cavalera comprou; "Ouvia todos os dias"
O dia que Blaze Bayley achou que sua voz parecia com a de Ronnie James Dio (e se enganou)
As bandas que Steve Howe recusou antes de se juntar ao Yes
Alissa White-Gluz fala sobre "Black Widow's Web" do Angra e reação ao conhecer Sandy
Exausto das brigas, guitarrista não vê a hora de o Journey acabar de vez


Moonspell atinge o ápice no maravilhoso "Opus Diabolicum - The Orchestral Live Show"
Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Testament - A maestria bélica em "Para Bellum"
Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos


