Candlemass: a essência da banda com o vocalista Robert Lowe
Resenha - Death Magic Doom - Candlemass
Por Vitor Franceschini
Postado em 02 de abril de 2012
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Os suecos do Candlemass dispensam apresentações, pois se trata de um dos maiores nomes do Heavy/Doom Metal mundial. Com quase 30 anos de carreira, o grupo possui uma discografia invejável e dezenas de clássicos.
A Laser Company (http://www.lasercompanymusicstore.com.br/) traz para o mercado nacional este belíssimo disco, que é o segundo com o vocalista Robert Lowe (Solitude Aeternus), portanto conta com uma participação mais sólida do vocalista, que ainda se adaptava à banda em "King Of The Grey Islands" (2007).
O disco conta com toda a essência do Candlemass agregado ao talento de Lowe. Apesar de seu timbre ser bem diferente ao do ex-vocalista Messiah Marcolin, o atual vocalista da banda já consegue impor sua marca, com ótimas interpretações. Seu vocal possui feeling, e uma variação que transita entre o dramático e o odioso.
Comparações de lado, "Death Magic Doom" começa bombástico com a primeira faixa If I Ever Die botando tudo abaixo em um ritmo veloz que não é muito comum na banda. Logo em seguida, Hand Of Doom demonstra toda a soturnidade típica da banda em um som arrastado em um clima sorumbático. A faixa ainda possui um refrão pegajoso e um final onde muda seu ritmo, causando euforia no ouvinte.
The Bleeding Baroness não é tão cadenciada como a anterior, porém é tão pesada e Doom quanto ela. A quebrada de ritmo para a entrada do pegajoso refrão (aliás, essa é uma das características do disco) ficou excelente, confirmando que a trinca inicial do trabalho beirou a perfeição.
Outros destaques vão para a sabbathica (não podia faltar) House Of Thousand Voices e seus belos riffs e solos, Dead Angel e mais um refrão marcante, além de My Funeral Dreams que conta com um show de Lowe.
Vale também destacar o trabalho de guitarras a cargo de Lars Johansson e Mappe Bjorkman. Ambos continuam afiadíssimos em solos e riffs magistrais. O baixo de Leif Edling (um dos fundadores da banda) continua dando o tom do peso e a bateria de Jan Lindh, ora da o ritmo brutal das composições ora entoa a cadência necessária.
Há rumores de que o Candlemass lançará seu último trabalho em estúdio ainda este ano, portanto aproveite bem "Death Magic Doom", pois o álbum possui todas as características da banda e mais um pouco.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Com quase 200 atrações, festival Louder Than Life confirma lineup para 2026
O guitarrista que Hetfield disse ter sido uma bênção conhecer: "nos inspiramos um ao outro"
O álbum que define o heavy metal, na opinião do vocalista do Opeth
10 músicas de rock que os próprios artistas preferem esquecer, além de um álbum inteiro
Iron Maiden anuncia o documentário "Burning Ambition", celebrando seus 50 anos
As 5 músicas do Guns N' Roses que melhor mostram o alcance vocal de Axl Rose
A banda que o Metallica disse nunca mais querer levar para a estrada de novo
Iron Maiden - A melhor música de "Brave New World", segundo o Heavy Consequence
Angra fará show especial em São Paulo no dia 29 de abril; Rebirth será tocado na íntegra
O maior disco da história do punk, segundo a Rolling Stone
Confira os preços dos ingressos para shows do Rush no Brasil
O guitarrista que Eddie Van Halen sempre quis soar igual; "Ele é um verdadeiro artista"
O melhor álbum do Judas Priest, de acordo com o Loudwire
Nenhuma música ruim em toda vida? O elogio que Bob Dylan não costuma fazer por aí
Como Regis Tadeu ganharia o respeito de Bruce Dickinson em entrevista, segundo o próprio



Vocalista do Candlemass não sentiu ciúmes da reunião da banda com Messiah Marcolin
Clássicos imortais: os 30 anos de Rust In Peace, uma das poucas unanimidades do metal


