Messias Elétrico: Grata surpresa para quem curte a os 70s
Resenha - Messias Elétrico - Messias Elétrico
Por Ricardo Seelig
Fonte: Collectors Room
Postado em 05 de fevereiro de 2012
Nota: 8 ![]()
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Formada em meados de 2010, a banda alagoana Messias Elétrico liberou no final de 2011 o seu primeiro álbum. Lançado pela Baratos Afins e com produção de Luiz Calanca, proprietário da loja e do selo, "Messias Elétrico", o disco, é uma grata surpresa para quem curte a sonoridade do rock setentista.
Formado por Leonardo Luiz (teclado e vocal), Alessandro Mendonça (baixo) – ambos ex-integrantes do cultuado Mopho -, Pedro Ivo Araújo (guitarra e vocal) e Fernando Coelho (bateria), o Messias Elétrico executa um hard repleto de psicodelia, mergulhando o peso das guitarras em generosas doses alucinógenas. A música imaginativa do grupo traz influências de nomes como Mutantes (principalmente a fase mais progressiva), Som Nosso de Cada Dia, O Terço, Led Zeppelin, Deep Purple, Black Sabbath, UFO, Atomic Rooster e outros ícones do período. Ótimas referências, não?
Com apenas cinco faixas, o álbum tem uma sonoridade poeirenta que irá agradar em cheio quem curte a música produzida durante os anos 70. O principal destaque é a longa "The Last Groove", dividida em quatro partes, uma verdadeira odisséia cósmica musical com viajantes passagens instrumentais. Um clássico instantâneo!
Mas há mais na bolacha. A faixa batizada com o nome da banda é um hard de respeito, enquanto "Desejo, Loucura e Barulho" tem um riff pesado que remete ao Sabbath.
A estreia do Messias Elétrico é um trabalho consistente com os dois pés fincados na década de 70 e sem a menor intenção de tirá-los de lá. Se essa é a sua praia, mergulhe sem medo, porque o bagulho é do bom!
Faixas:
Sigo Cantando
Messias Elétrico
The Last Groove
Que Mundo é Esse
Desejo, Loucura e Barulho
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