X Japan: Um trabalho importante para a música no Japão
Resenha - Vanishing Vision - X Japan
Por José Antonio Alves
Postado em 31 de dezembro de 2011
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
A cena do metal no Japão é comumente rotulada como "diferente" em alguns países, seja pelo visual exuberante do intitulado "Visual kei" ou simplesmente pela própria música. A banda que deu o pontapé inicial para um movimento forte na Terra do Sol Nascente é o X-Japan, que com seu primeiro álbum de 1988, colocou o Japão em cena no metal na Ásia e causou um grande impacto cultural e musical.
A instrumental ¨Dear Loser¨ prepara terreno para a poderosa e veloz ¨Vanishing Love¨, que é um espetáculo a parte no que se refere ao trabalho do baterista e pianista Yoshiki, aliado também aos bons backing-vocals empregados. "Phantom Of Guilt" é mais cadenciada, chega a soar até mais "hard", mostrando a versatilidade da música feita pela banda, com partes em inglês e japonês, como em algumas outras faixas do trabalho.
Em seguida vem uma das minhas favoritas do álbum, "Sadistic Desire", que possui uma levada bem interessante e também apresenta um bom trabalho nos backing vocals. Outro aspecto muito importante é o trabalho dos guitarristas Hide e Pata, que fazem riffs/solos simplesmente matadores, mostrando um grande entrosamento.
A criatividade nas composições da banda é novamente testada na faixa "Give Me The Pleasure", que agora mostra o trabalho mais discreto (e não menos competente) do baixista Taiji. "I´ll Kill You" segue e levada "X-Japan" de ser, com riffs velozes, bateria mais uma vez se destacando e Toshi com seus vocais que podem parecer até mais "rancorosos", mas que definitivamente casam perfeitamente com a proposta da banda.
Gustavo Anunciação Lenza | Roberto Luis Pertsew | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Toshi mostra toda sua capacidade de interpretação na faixa seguinte, "Alive". É impressionante a emoção que os vocais dele passam, bem como seu estilo único, também é evidenciado o talento do baterista Yoshiki, desta vez no piano, criando coisas épicas e melódicas.
A bela "Kurenai" vem a seguir, cantada por Toshi em inglês (a canção seria relançado mais tarde no álbum "Blue Blood", em japonês) e sendo uma balada incrível, que segue o estilo da faixa "Alive". "Unfinished" termina o álbum com mais uma dose de emoção proporcionada pelo piano de Yoshiki, que chega a ser melancólica.
"Vanishing Vision" pode até ser considerado um álbum simples comparado aos outros da discografia da banda, mas é inegável a importãncia deste trabalho para a música no Japão, mesmo que soe até patético para alguns ocidentais, definitivamente o X-Japan conseguia trazer algo diferente, calcado no power metal, mas com a essência de um heavy metal que de tão épico chega a se tornar lendário.
Faixas:
1. Dear Loser
2. Vanishing Love
3. Phantom Of Guilt
4. Sadistic Desire
5. Give Me The Pleasure
6. I'll Kill You
7. Alive
8. Kurenai
9. Un-Finished
Formação:
Yoshiki - bateria e piano
Toshi - vocais
Hide - guitarra
Pata - guitarra
Taiji - baixo
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O disco em que Ritchie Blackmore encontrou o Rainbow que queria fazer
Gigantes do rock: 10 rockstars que beiram os 2 metros de altura
As 5 bandas que Slash detonou, incluindo duas onde ele mesmo tocou
O dia que James Hetfield quis saber mais sobre a guitarra do Nightwish
Twisted Sister faz primeiro show com Sebastian Bach nos vocais
5 riffs do metal nacional que valem mais que disco gringo inteiro dos anos 1980
A melhor cantora de metal de todos os tempos, segundo Emppu Vuorinen
A banda que foi um fiasco abrindo para o Van Halen, mas Eddie achava genial
Os 50 melhores riffs de metal e rock de todos os tempos, segundo a Guitar World
Ex-vocalista do Slipknot revela se considera "Mate. Feed. Kill. Repeat." um disco ou demo
Guitarrista do Accept diz que quem sai da banda "geralmente desaparece"
A música de Neil Young que George Harrison detonou: "Não sou fã, odeio sim, não suporto"
O baterista que Phil Collins considerava "tecnicamente muito superior a mim"
Brent Hinds odiava entrevistas, revistas e fumaça de cigarro
Bruce Dickinson alfineta Trump durante show do Iron Maiden no Canadá
As músicas "novas" do Pink Floyd, sem Roger Waters, que para David Gilmour são clássicas
O melhor álbum conceitual da história do metal progressivo, segundo o Loudwire
Pantera: o surreal e constrangedor funeral de Dimebag Darrell

Kinetic Orbital Strike despeja treze bombas punk/crust destruidoras
Ürütaü - Trabalho de estreia, qualidade de veteranos
A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Os 50 anos de "Journey To The Centre of The Earth", de Rick Wakeman
Guns N' Roses: o último grande álbum de rock feito a mão

