Uriah Heep: Apenas rock clássico no melhor sentido do termo
Resenha - Into the Wild - Uriah Heep
Por Ricardo Seelig
Postado em 29 de agosto de 2011
Nota: 8 ![]()
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Quarenta e dois anos de carreira e vinte e três discos de estúdio depois, o Uriah Heep surge refrescante em "Into the Wild", seu novo álbum. O trabalho apresenta um alto astral e uma leveza de espírito que o tornam uma obra repleta de energia positiva.
O play reforça os pontos fortes do Uriah Heep. Estão nele a guitarra marcante de Mick Box, um dos instrumentistas mais subestimados do hard rock, sempre adornada pelo teclado Hammond do competente Phil Lanzon. Os ótimos vocais de Bernie Shaw são um destaque a parte, limpos e com uma classe difícil de encontrar entre os cantores atuais.
"Into the Wild" é um álbum forte e coeso, gravado por músicos que tocam juntos há décadas e conhecem a fundo a personalidade um do outro. O baterista Russell Gilbrook, o caçula da turma, injeta vitalidade às músicas e mostra-se perfeitamente integrado à banda.
O Uriah Heep gravou um disco de hard rock com um onipresente clima 'vintage'. Sem qualquer referência moderna ou atual, o que temos em "Into the Wild" é apenas rock clássico no melhor sentido do termo. De uma maneira geral, o álbum traz à mente a sonoridade que o Bad Company executava em seu período dourado, além de reminiscências de Led Zeppelin e Deep Purple.
Entre as faixas, "Nail on the Head", "Into the Wild", "Kiss of Freedom" e principalmente "Trail of Diamonds", com seu clima místico e misterioso, se sobressaem das demais.
Com uma clara orientação para o passado e um impressionante apetite para continuar vivo no presente, o Uriah Heep registrou um respeitável disco que presta tributo à sua história e irá cair como uma luva no gosto dos fãs.
Faixas:
Nail on the Head
I Can See You
Into the Wild
Money Talk
Trail of Diamonds
Southern Star
Believe
Lost
I'm Ready
T-Bird Angel
Kiss of Freedom
Outras resenhas de Into the Wild - Uriah Heep
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