Grave: Banda continua seguindo seu caminho em linha reta
Resenha - Burial Ground - Grave
Por Christiano K.O.D.A.
Fonte: Som Extremo
Postado em 12 de maio de 2011
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Direto ao ponto: os suecos executam um thrash/death (mais para esse último) com um pé na velocidade (não extrema). Já começa com a porrada "Liberation", com potentes vocais de Lindgren, que continuam afiados e assustadores. Novamente é o elemento mais impactante no Grave.

Na sequência, "Semblance in Black" é ainda mais agressiva e rápida, mas lá pelo meio, cai para um ritmo cadenciado, mostrando que nem só de velocidade vive o som extremo. Depois de 2/3, voltam com a porradaria, uma das marcas registradas do conjunto. Também temos a lenta (ou menos veloz?)
"Dismembered Mind", que mostra um lado mais técnico da banda. "Sexual Mutilation", uma regravação da demo de 1989 que leva o mesmo nome, é a mais violenta do disco. A melhor do CD. A penúltima faixa, "Bloodtrail", conta com uma participação mais do que especial de Karl Sanders (Nile). Já vale a pena dar uma conferida só pelo cara.
E o álbum fecha com a faixa-título que, em seus mais de 7 minutos, inicia-se lenta para depois... bom... continuar arrastada. Sinceramente? A mais sem sal do CD. Uma pena, pois começaram bem na citada "Liberation", e foram esfriando ao longo do play.
O encarte apresenta uma bonita e detalhada arte, mas nada de extraordinário. Detalhe: não tem o line up da banda! As letras figuram em temas pessimistas, densos e obscuros. A gravação é boa e suja, dando aquela cara underground que uma banda de death metal deve ter.
Mas no aspecto geral, nenhum grande destaque. A Grave segue seu caminho em linha reta. Não se arrisca a sair do arroz com feijão. "Burial Ground" acabou parecido com o anterior, "Dominion VIII", apesar da produção superior. Até a música que fecha esse último tem mais do que 7 minutos! É talvez um pouco (bem pouquinho) mais agressivo e só. O material soa um pouco repetitivo. Não deixa de ser empolgante, mas dá a impressão de que falta alguma coisa. Quem sabe, o receio de "desengessar" seu estilo.
Grave – Burial Ground
Shinigami Records – 2010 – Suécia
http://www.grave.se
http://www.myspace.com/gravespace
Tracklist
1. Liberation
2. Semblance in Black
3. Dismembered Mind
4. Ridden With Belief
5. Conquerer
6. Outcast
7. Sexual Mutilation
8. Bloodtrail
9. Burial Ground
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Em documentário, Rodolfo Abrantes afirma que "o Raimundos era o Canisso"
O hit da Legião Urbana que Nando Reis queria ter escrito: "Cara, como nunca dei bola?"
Vocalista aceitaria se reunir com o Cannibal Corpse, mas sabe que ex-colegas recusariam
A canção que, para Bono, traz "tudo o que você precisa saber sobre música"
The Troops of Doom une forças a músicos de Testament e Jota Quest em versão de "God of Thunder"
As 10 maiores bandas da história do power metal, segundo o Loudwire
A atitude dos Titãs que fez Fernando Gabeira se levantar e ir embora de um show
Ex-esposa detona pedido de casamento de James Hetfield: "Ele abandonou sua família"
O supergrupo que tinha tudo pra estourar num nível Led Zeppelin, mas foi sabotado pela gravadora
A melhor música de "The X Factor", do Iron Maiden, segundo o Loudwire
A melhor música de "Countdown to Extinction", do Megadeth, segundo o Loudwire
Felipe Andreoli cita Warren Buffett para explicar se música dá ou não dinheiro atualmente
O guitarrista que supera Eric Clapton, segundo Eddie Van Halen: "Mais suave e refinado"
Richie Blackmore responde; qual a canção definitiva do Rainbow?
A reação de Lemmy Kilmister quando gravadora sugeriu que Motörhead gravasse um rap
A banda que mais fez shows de abertura para os Beatles em todos os tempos
"Não sabia que Freddie era gay", diz Brian May, guitarrista do Queen
W.A.S.P.: a condição imposta por Blackie Lawless para entrada de Aquiles Priester


A todo o mundo, a todos meus amigos: Megadeth se despede com seu autointitulado disco
"Old Lions Still Roar", o único álbum solo de Phil Campbell
Virgo um dos álbuns mais importantes da carreira de Andre Matos
Iron Maiden: "The Book Of Souls" é uma obra sem precedentes



