Pretty Maids: boa viagem pela carreira da banda
Resenha - Pandemonium - Pretty Maids
Por Felipe Kahan Bonato
Postado em 12 de agosto de 2010
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Os dinamarqueses do PRETTY MAIDS são uma banda classificada como hard rock por alguns e heavy metal por outros, pelas diferentes ênfases durante sua carreira. O que importa é que atualmente fazem uma boa mistura, que pega o melhor de cada um desses estilos, além de adicionarem certas experimentações, com a boa participação do novo tecladista permanente. Em "Pandemonium", décimo terceiro álbum de estúdio, lançado em 2010, o grupo parece mais uma vez ter acertado a receita.

Logo de início, nas três primeiras faixas, "Pandemonium", "I.N.V.U." e "Little Drops Of Heaven", já se percebe a heterogeneidade do disco, com a faixa título mais acelerada, com os instrumentos tendendo mais ao metal, enquanto a seguinte é mais cadenciada e pegajosa, e a terceira, por sua vez, mais melódica, moderna e sentimental. Nesse sentido de atualização, ainda pode-se mencionar "Final Day of Innocence", que parece uma tentativa forçada de se compor um hit radiofônico, apesar de um bom refrão.
"One World One Truth" e "Cielo Drive" retomam a sujeira nas guitarras, com passagens ora suaves, ora mais sombrias e com vocais algumas vezes mais rasgados, sendo boas faixas que resumem bem o que é o atual PRETTY MAIDS. Pelo lado das baladas, citam-se as belas "Breathless" e "Old Enough To Know", que se mantêm mais calcadas ao hard rock, assim como a mais acelerada "Beautiful Madness".
Apesar de faixas que destoam, como "Little Drops Of Heaven", o álbum tem vários momentos bons, como "I.N.V.U.", "One World One Truth", "Cielo Drive" e a variada e bela "It Comes At Night". Pela carreira do grupo, que sempre está mudando levemente seu som, esperar um retorno a algum álbum específico – como o aclamado Future World – talvez seja uma imprudência. Mesmo assim, é possível aproveitar em "Pandemonium" vários elementos que marcaram a trajetória do conjunto. Um bom disco, que não surpreende e nem é nenhum clássico, mas que é ideal para curtir a banda. Além disso, mostra que os veteranos ainda têm muita lenha para queimar!
Integrantes:
Ronnie Atkins – vocais
Ken Hammer – guitarras
Kenn Jackson – baixo
Allan Tschicaja – bateria
Morten Sandager – teclado
Faixas:
1. Pandemonium
2. I.N.V.U.
3. Little Drops Of Heaven
4. One World One Truth
5. Final Day Of Innocence
6. Cielo Drive
7. It Comes At Night
8. Old Enough To Know
9. Beautiful Madness
10. Breathless
Gravadora: Frontiers Records
Site oficial: www.prettymaids.dk
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música dos Beatles que tem o "melhor riff já escrito", segundo guitarrista do Sting
As únicas três músicas do Sepultura que tocaram na rádio, segundo Andreas Kisser
5 bandas dos anos 70 que mereciam ter sido bem maiores, de acordo com a Ultimate Classic Rock
Evanescence lança música inédita e anuncia novo disco, que será lançado em junho
O maior álbum grunge para muitos, e que é o preferido de Eddie Vedder
O país em que Axl Rose queria tocar com o Guns N' Roses após ver Judas Priest brilhar lá
Anika Nilles conta como se adaptou ao estilo de Neil Peart no Rush
As três bandas de prog que mudaram para sobreviver ao punk, segundo o Ultimate Guitar
"Dias do vinil estão contados", diz site que aposta no CD como o futuro
As 11 bandas de metal progressivo cujo segundo álbum é o melhor, segundo a Loudwire
Andreas Kisser fala sobre planos para o pós-Sepultura e novo EP
A música que o Helloween resgatou após mais de 20 anos sem tocar ao vivo
Led Zeppelin: as 20 melhores músicas da banda em um ranking autoral comentado
Com participação de Max Cavalera, Atreyu divulga nova música, "Children of Light"
Mike Portnoy passa mal e vomita durante show do Dream Theater

Moonspell atinge o ápice no maravilhoso "Opus Diabolicum - The Orchestral Live Show"
Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Testament - A maestria bélica em "Para Bellum"
Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos


