Crucified Barbara: aumento de peso e energia em seu estilo
Resenha - 'Til Death Do Us Party - Crucified Barbara
Por Fábio Cavalcanti
Postado em 18 de abril de 2009
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Banda pouco conhecida, porém provida de uma crescente base de admiradores, a Crucified Barbara acaba de lançar "'Til Death Do Us Party" (2009), seu segundo álbum. Fazendo um som predominantemente heavy metal, o quarteto sueco mostra um claro amadurecimento em suas novas músicas, através de um inusitado aumento de peso e energia em seu estilo. Evolução curiosa, não?
Crucified Barbara - Mais Novidades
Sim, é possível amadurecer e evoluir sem diminuir a "sujeira" da sua música. E o caso das garotas em questão é interessante justamente por resultar em um trabalho consideravelmente melhor do que o seu primeiro álbum! Mia Coldheart (voz e guitarra), Klara Force (guitarra), Ida Evileye (baixo) e Nicki Wicked (bateria) ainda não haviam mostrado todo seu potencial no razoável "In Distortion We Trust" (2005), um trabalho por demais cadenciado e não muito inspirado. Mas, como já foi dito, dessa vez a coisa foi diferente...
A primeira música, "Killer On His Knees", certamente assustará aquelas pessoas que ainda não acreditam no potencial e no peso de uma banda inteiramente feminina. Mas, o que conta na verdade é a forma como tal música causa arrepios instantâneos no apreciador de um heavy metal tocado com garra, sinceridade, vocais vibrantes e bons (ainda que não maravilhosos) solos de guitarra. E ela não está sozinha: a excelente "Pain And Pleasure" pode se tornar indispensável em qualquer show da banda no futuro, ou até estrela de um Guitar Hero da vida...
As semi-sombrias "Creatures", "Dark Side" e "Rats" podem parecer um pouco mais "infantis"... mas quem disse que isso é ruim? Já "Danger Danger", com sua introdução quase baladeira, se transforma em um rock poderoso e quase tão "perigoso" quanto seu título e letra. E a contagiante "Sex Action" mostra um lado quase irreverente das garotas que pode ser explorado mais a fundo no futuro.
"Can't Handle Love" nasceu para ser single, pelo fato de conseguir ser boa, pesada e acessível ao mesmo tempo. "Blackened Bones" e "Feels Like Death" trazem um pouco do espírito cadenciado do primeiro álbum, mas conseguem ser melhores do que muitas das faixas dele. Como ponto negativo, temos a balada "Jennyfer", a qual mostra como a banda se sai melhor no terreno do rock 'n' roll!
O saldo final de "'Til Death Do Us Party" é positivo, especialmente pelo aumento de velocidade que a banda estava devendo desde o início. E ainda mantendo sua essência de banda de heavy metal que passeia entre sons crus e melódicos, a Crucified Barbara mostra que chegou pra ficar, e que continuará "acreditando na distorção" por um bom tempo!
Músicas:
1. Killer On His Knees
2. Pain And Pleasure
3. Sex Action
4. Creatures
5. Jennyfer
6. Dark Side
7. Can't Handle Love
8. Blackened Bones
9. Danger Danger
10. Rats
11. Feels Like Death
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As únicas quatro músicas próprias que o Guns N' Roses ainda não tocou ao vivo
O hábito nojento que virou demonstração de respeito nos shows punk dos anos setenta
Os 3 maiores riffs de guitarra dos anos 1970, segundo o lendário Eddie Van Halen
Como o Queen, Sylvester Stallone e uma guitarra quebrada produziram o maior hit de 1982
Neil Young escolhe os três maiores compositores de todos os tempos
O álbum mais subestimado de Iron Maiden, Metallica e Slayer, de acordo com a Metal Hammer
As 10 melhores músicas do Kreator, na opinião de Mille Petrozza
O álbum mais subestimado do Black Sabbath, de acordo com a Metal Hammer
O melhor álbum dos Rolling Stones de todos os tempos, segundo Lou Gramm
A música do Megadeth inspirada em personagem da Marvel
As 12 melhores músicas do Saxon, segundo Biff Byford
Os 50 melhores discos de todos os tempos, segundo a Classic Rock
Por que Roger Waters não repetiu sozinho o sucesso do Pink Floyd segundo fãs
Derrick Green (Sepultura) participa do novo álbum do Black Pantera
Nova geração se choca ao descobrir que "Bichos Escrotos" não é da Anitta
Quando Ronnie James Dio listou suas cinco canções de rock favoritas
O que James Hetfield realmente pensa sobre o Megadeth; "uma bagunça triangulada"
O curioso motivo que impediu Bruce Dickinson de entrar no Rainbow

Left To Die, o supergrupo tributo ao seminal Death, lança seu primeiro disco
"Transpiração Contínua Prolongada" levou skate, rua e atitude para o topo do rock brasileiro
RHCP: O monstro saiu da jaula com um de seus melhores trabalhos



