Azrael: diversidade sonora atípica ao Black Metal

Resenha - Act III Self + Act IV Goat - Azrael

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Por Ricardo Seelig
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Nota: 7

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A banda americana Azrael está lançando, simultaneamente, seu terceiro e quarto trabalho no mercado, em um CD duplo que contém dois álbuns.
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“Act III: Self” e “Act IV: Goat” trazem um Black Metal sombrio, repleto de criatividade e improvisações, focado no futuro da música extrema. São evidentes as influências de estilo díspares como folk, progressivo, psicodelia e até mesmo jazz em suas composições, levando o ouvinte em uma viagem por caminhos inesperados e surpreendentes. Há uma diversidade sonora atípica ao Black Metal, mas mantendo a atmosfera negra do estilo.

A produção, que segue o padrão dos discos clássicos do metal negro, mantém os timbres gélidos marcantes, e, ao lado de harmonias hipnóticas, arranjos que se alternam entre passagens acústicas e elétricas, além da indefectível corpse paint, compõe uma sonoridade única, que aponta para uma espécie de Black Metal do amanhã. O fato é que a música do Azrael impressiona, mexendo com os sentimentos de quem ousa de aventurar por ela.

“Act III: Self” e “Act IV: Goat” são dois bons trabalhos, muito originais, indicados principalmente para fãs de grupos como Lurker Of Chalice, Lugubrum e Agalloch.

Faixas:

CD 1 - Act III: Self

1. Silence
2. Obscure Ritual Initiation
3. Seeping Into the Wound
4. Worship
5. Swing the Blade
6. Diminished
7. Down into Blood
8. Sealing the Coffin
9. Unto the Eye

CD 2 - Act IV: Goat

1. Death Shroud
2. Writhing
3. Bury the Soul Deep Into the Dawn
4. Beyond the Crypt
5. Lifeless Dungeon
6. Grave Wanderer
7. Nocturnal Goat
8. Submersed
9. Descent

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Sobre Ricardo Seelig

Ricardo Seelig é editor da Collectors Room - www.collectorsroom.com.br - e colabora com o Whiplash.Net desde 2004.

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