Hatebreed: básico e brutal em "Supremacy"
Resenha - Supremacy - Hatebreed
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 22 de julho de 2007
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Quem acompanha os lançamentos da cena Metalcore dos últimos tempos já deve ter percebido que não têm aparecido muitos discos que realmente causem impacto. O que se observa é que, por parte das bandas mais novas há a tradicional repetição - muitas vezes com uma qualidade que deixa a desejar - do que já foi feito anteriormente, enquanto os conjuntos veteranos vêm se mantendo entre seus fãs com algumas modificações básicas em sua sonoridade, como o prá lá de melodioso "As Daylight Dies" do Killswitch Engage, ou o espetacular "IV: Constitution Of Treason" do God Forbid.
Vindo de Connecticut (EUA) e com três álbuns acumulados em 10 anos de carreira, o Hatebreed sempre preferiu se manter atado às raízes do gênero, seguindo uma linha que, se por um lado nunca primou por arranjos mais complexos, por outro sempre deu prioridade ao lado agressivo da música. Agora, tendo em suas fileiras um segundo guitarrista chamado Frank Novinec, a banda retorna com "Supremacy", mantendo praticamente intactas as vocalizações gritadas e rosnadas, além do já conhecido nervosismo de seus riffs beirando o Thrash Metal.
Se comparado com seus trabalhos anteriores, "Supremacy" segue apresentando alguns arranjos mais 'torcidos', porém, as variações são poucas ao longo do CD. E o pavio curto desta fórmula poderá se desgastar de acordo com a paciência do ouvinte, pois o que se ouve logo na faixa de abertura, "Defeatist", é basicamente o que se escutará no decorrer de todo o restante do álbum.
Básico e brutal são as palavras que resumem muito bem "Supremacy", assim como toda a carreira do Hatebreed. É um álbum denso e bastante linear, com excelentes canções como "Destroy Everything", "Divine Judgement" e "As Diehard As They Come", mas indicado principalmente a quem aprecia somente aquela adrenalina estimulada pela música constantemente violenta. Mas não é exatamente isso o que os fãs da banda querem, abrir rodas e mais rodas durante as apresentações? Então está valendo!
Formação:
Jamey Jasta - Voz
Sean Martin - Guitarra
Frank '3-Gun' Novinec - Guitarra
Chris Beattie - Baixo
Matt Byrne - Bateria
Hatebreed – Supremacy
(2006 / Roadrunner Records - 2007 / Liberation Music - nacional)
01. Defeatist
02. Horrors of Self
03. Mind Over All
04. To The Threshold
05. Give Wings To My Triumph
06. Destroy Everything
07. Divine Judgement
08. Immortal Enemies
09. Most Truth, The
10. Never Let It Die
11. Spitting Venom
12. As Diehard As They Come
13. Supremacy Of Self
Homepage: www.hatebreed.com
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O subgênero essencial do rock que Phil Collins rejeita: "nunca gostei dessa música"
A conversa franca entre Angra e Fabio Lione que levou à saída do italiano, segundo Barbosa
O disco "odiado por 99,999% dos roquistas do metal" que Regis Tadeu adora
O álbum que Regis Tadeu considera forte candidato a um dos melhores de 2026
A banda grunge de quem Kurt Cobain queria distância, e que acabou superando o Nirvana
Fita com registro de ensaio de Ozzy Osbourne em 1979 é encontrada
O motivo que levou Fabio Lione a quase sair do Angra em 2023, segundo Marcelo Barbosa
Blaze Bayley anuncia que não fará mais meet & greets e sessões de autógrafos gratuitas
Grammy omite Brent Hinds (Mastodon) da homenagem aos falecidos
O álbum do U2 que para Bono não tem nenhuma música fraca, mas também é difícil de ouvir
Novo disco do Megadeth alcança o topo das paradas da Billboard
A era do metal que Dave Mustaine odeia; "ainda bem que passou"
Vader fará três shows no Brasil em maio; confira datas e locais
A respeitosa opinião de Dave Mustaine sobre Ritchie Blackmore
Andreas Kisser participa de novo álbum do Bruce Dickinson - sem tocar guitarra
Quem é a pastora que foi grande responsável pela conversão de Rodolfo do Raimundos
David Ellefson voltou ao Megadeth por pressão dos irmãos Drover, afirma Dave Mustaine
Dave Mustaine: Maroon 5 o deixou boquiaberto


CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Clássicos imortais: os 30 anos de Rust In Peace, uma das poucas unanimidades do metal



