Allen Lande: para empolgar os fãs do estilo

Resenha - Revenge - Allen Lande

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Por Marcelo Ferraresso
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Nota: 8

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Depois do aclamado “The Battle” (lançado em 2005), a parceria entre o americano Russel Allen (SYMPHONY-X, STAR ONE) e o norueguês Jorn Lande (EX-MASTERPLAN, EX-ARK), despertou muito o interesse dos fãs amantes da vertente mais melódica do Metal. Eis que a dupla lança o segundo trabalho conjunto, intitulado “The Revenge”.
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Antes que qualquer coisa seja colocada, eu já deixo avisado: não esperem a ‘reinvenção da roda’ ou qualquer outro tipo de novidade. Não que isso seja um problema (tanto porque acredito que essa não era a proposta), pois a dupla lança praticamente um “irmão gêmeo” do primeiro lançamento! Sim, é isso mesmo! É ruim? Não!

Muitíssimo bem produzido por Dennis Ward (PINK CREAM 69, PLACE VENDOME, ANGRA) e novamente com músicas compostas pelo guitarrista Magnus Karlsson (STARBREAKER, LAS TRIBE) que também faz um excelente trabalho com as seis cordas e teclado, “The Revenge” vem para empolgar os fãs do estilo.

Usando uma avalanche de refrões pegajosos e solos inspirados de Karlsson, a banda traz mais uma vez os dois ‘monstros vocais’ da atualidade em duetos inspiradíssimos. Nesse segundo trabalho, eles intercalam ainda mais suas vozes e trocam suas linhas durante a música. Com todo respeito e admiração que tenho por Allen (que diga-se de passagem faz um trabalho bem diferente do que ele está acostumado no SYMPHONY-X), me sinto na obrigação de dizer que Lande ainda faz a diferença. Quando o norueguês (entre um refrão e outro) solta a garganta, fica muito evidente porque o cara vem sendo tão elogiado. É chover (um bocado) no molhado dizer isso, mas como canta esse Jorn!

Trata-se de um álbum bem homogêneo, sem grandes variações durante suas doze faixas, e tem como um dos destaques a boa faixa de abertura “The Revenge”, com uma linha de baixo legal, uma levada carregada (sem excessos) no teclado e um refrão ULTRA pegajoso.

“Master of Sorrow” é uma balada muito boa, com ótima performance da banda como um todo. Karlsson é responsável por um solo espetacular, mas pra variar quem rouba completamente a cena é Lande, com uma performance inspiradíssima!

“Just a Dream” começa com um dedilhado, descamba para a típica ‘alegria melódia’ e depois mostra uma das passagens mais pesadas do álbum. Sabe aqueles refrões que são tão pegajosos que você se pega cantando a música do nada? Essa música é assim, totalmente calcada no refrão poderoso de “Wake me up, Make me see! (...)”, sendo uma das melhores do álbum.

O título de ‘faixa mais pesada’ do álbum vai para “Who Can You Trust”, com uma levada carregada, com Allen e Lande se esgoelando em vocais mais agressivos que o resto do CD.

Para as pessoas que apreciam o Metal em sua forma mais melódica, com grandes performances vocais e teclados presentes, “The Revenge” fará valer cada centavo do seu dinheiro.

Obs: Será que Jorn Lande lançará algo de baixa qualidade no futuro? Porque do jeito que a coisa anda...

Formação:
Jorn Lande - Vocals
Russel Allen - Vocals
Jaime Salazar - Drums
Magnus Karlsson - Guitars, Bass & Keyboards

Faixas:
1. The Revenge
2. Obsessed
3. Victory
4. Master Of Sorrow
5. Will You Follow
6. Just A Dream
7. Her Spell
8. Gone Too Far
9. Wake Up Call
10. Under The Waves
11. Who Can You Trust
12. When Time Doesn’t Heal

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Sobre Marcelo Ferraresso

Do Blues norte-americano, passando pelo Jazz Fusion, Rock Progressivo e chegando até o Metal Extremo, acredita que a música possui apenas dois rótulos importantes: boa e ruim.

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