Resenha - Of Vengeance And Violence - Dry Kill Logic
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 01 de novembro de 2006
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Inicialmente denominado Hinge, o norte-americano Dry Kill Logic foi formado em 1993 e possui em sua discografia três EPs e dois CDs. Estes registros, mesmo com a resistência de alguns críticos musicais (como se eles fossem muito importantes...), permitiram que a banda tocasse ao lado de Fear Factory, Kittie, Ill Nino, Spineshank, Saliva ou Slayer, ou seja, conjuntos com estilos bem diversos entre si, por vários países do globo e angariando fãs a cada apresentação.

Neste período o Dry Kill Logic trocou alguns de seus músicos e agora está liberando seu terceiro disco, "Of Vengeance And Violence". O quarteto composto por Cliff Rigano (voz), Jason Bozzi (guitarra), o novato Brendan Duff (baixo) e Phil Arcuri (bateria), não abre mão de forma alguma de sua agressividade bastante direta no momento de compor.
E toda esta agressão sonora segue a atual tendência das bandas contemporâneas dos EUA de agregar vários dos subgêneros do Heavy Metal, inserindo muito do Thrash, melodias do Metalcore para quebrar a monotonia e até mesmo algumas poucas influências daquela coisinha chamada New Metal. Nada é muito técnico, mas é tão pesado que impressiona em vários momentos. Totalmente moldado por guitarras saturadas e donas de riffs simples, as canções ganham uma maior carga de raiva em função das linhas vocais rosnadas, passando por ocasiões onde se canta de forma mais limpa.
Em meio a todo este inconformismo, sobressai-se a angustiante "4039" (mas vai gritar assim...!) e a pesadíssima "Boneyard", com riffs brutais que são um verdadeiro soco na cara. Impossível não mencionar a contrastante "In Memoria Di", uma balada com elementos acústicos que mostra o lado ameno da banda, fechando o disco de forma a acalmar as pobres e massacradas orelhas de quem agüentou a experiência até o fim.
Como o próprio vocalista faz questão de salientar, a música do Dry Kill Logic não tem acessibilidade para ser executada em rádios, tanto que a banda já fez parte do cast da Roadrunner Records, mas caiu fora em função da pressão para dar uma "amaciada" em sua sonoridade. Uma atitude digna de aplausos, mas é claro que isto não faz de "Of Vengeance And Violence" um álbum tão genial assim. É apenas um bom registro, nada terrível e muito menos magnífico.
Dry Kill Logic - Of Vengeance And Violence
(2006 / Repossession Records – importado)
01. L5 (Progogue)
02. My Dying Heart
03. 4039
04. Caught In The Storm
05. From Victim To Killer
06. The Innocence Of Genius
07. Boneyard
08. Kingdom Of The Blind
09. Dead Mans Eyes
10. Confidence Vs Consequence
11. Breaking The Broken
12. Lying Through Your Teeth
13. In Memoria Di
Homepage: www.drykilllogic.com
Nota: 07
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O rockstar dos anos 1980 que James Hetfield odeia: "Falso e pretensioso, pose de astro"
O melhor cantor do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
A música feita na base do "desespero" que se tornou um dos maiores hits do Judas Priest
O maior cantor de todos os tempos, segundo o saudoso Chris Cornell
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
"Um baita de um babaca"; o guitarrista com quem Eddie Van Halen odiou trabalhar
A banda punk que Billy Corgan disse ser "maior que os Ramones"
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
Os melhores álbuns de hard rock e heavy metal de 1986, segundo o Ultimate Classic Rock
O melhor disco de thrash metal de cada ano da década de 90, segundo o Loudwire
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
Os guitarristas mais influentes de todos os tempos, segundo Regis Tadeu
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
O guitarrista americano que sozinho ofuscou todos os britânicos, segundo Carlos Santana
O disco que foi criado em meio ao luto e vendeu mais de 50 milhões de cópias
Ninguém é perfeito: os filhos "bastardos" de pais famosos
A banda de rock nacional que é tão boa que seria encarnação de discípulos de Beethoven


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



