Resenha - Dynamite - Jamiroquai
Por Rodrigo Simas
Postado em 30 de janeiro de 2006
Nota: 6 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O Jamiroquai vem decaindo de produção a cada lançamento, enquanto JK tenta desesperadamente alcançar o sucesso obtido há anos atrás.

Depois do excelente Travelling Without Moving, JK começou a tratar publicamente o Jamiroquai como um projeto solo. Entrou em decadência e nunca conseguiu voltar à época áurea de seus três primeiros clássicos.
Não que os momentos bons tenham sumido, Dynamite tem muitos, mas nada comparável aos insuperáveis Emergency On Planet Earth e The Return Of The Space Cowboy. Discos onde a preocupação instrumental, em arranjos, com a banda trabalhando em equipe e criando levadas misturando funk, disco, soul e jazz, fazia a diferença.
Se antes tudo parecia orgânico, agora tudo parece artificial. A voz de JK aparece em quase todos momentos cheia de efeitos, sem feeling, plástica. A quantidade de programação e batidas eletrônicas é tamanha, que as texturas criadas pelo baixo, sempre uma marca registrada do Jamiroquai, e pelas discretas guitarras, ficam na maior parte do tempo em segundo plano.
Destaques ficam por conta de Seven Days in Sunny June, Talullah - onde finalmente a voz de JK parece estar com menos efeitos, soando bem melhor - e Black Devil Car e Hot Tequila Brown, as duas últimas, que trazem um pouco da inspiração de volta, mas nada que consiga lembrar o groove dos velhos tempos.
1. Feels Just Like It Should
2. Dynamite
3. Seven Days In Sunny Sunshine
4. Electric Mistress
5. Starchild
6. Love Blind
7. Talullah
8. (Don’) Give Hate a Chance
9. World That He Wants
10. Black Devil Car
11. Hot Tequila Brown
Site oficial: www.jamiroquai.com
Coloque WHIPLASH.NET entre suas fontes favoritas do Google
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As bandas de metal que Hetfield não compreende; "Como diabos conseguem lembrar das músicas?"
O melhor álbum de rock progressivo de cada ano dos anos 1970, segundo a Loudwire
A música do Led Zeppelin que melhor define Robert Plant, segundo Jimmy Page
Por que Lemmy Kilmister não gostava de "Ace of Spades", música mais famosa do Motörhead
O álbum dos anos setenta que Slash disse ter marcado "o fim do rock como nós conhecíamos"
Seis anos após último show com o Aerosmith, baterista Joey Kramer reaparece
Brasil de fora da tour de despedida do Rhapsody, mas Epica promete "celebração especial"
O melhor disco dos anos 80, segundo a Classic Rock
A melhor música já escrita em todos os tempos, segundo Bob Dylan e Billy Joel
Silenoz diz que ex-membros "pegaram carona" no nome do Dimmu Borgir
Os 10 melhores discos de heavy metal dos anos 2000, em lista da Louder
Bruce Dickinson lamenta ter perdido "metade da vida" dos filhos
O "absurdo" que atribuem ao Led Zeppelin, na opinião de Paul Stanley
Roberta Medina fala sobre cobrança por mais rock no Rock in Rio
Jorn Lande aparece cantando na CazéTV e narrador brinca: "É o Ovelha norueguês!"
O desafio que Cazuza fez Paulo Ricardo cumprir para provar que não tinha medo de sua AIDS
As atitudes do metaleiro que impedem estilo de crescer, segundo influencer Raphael Casotto
O guitarrista que foi chamado para os Stones por Mick Jagger mas rejeitado por Keith Richards


Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto



