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Resenha - Lullabies To Paralyze - Queens Of The Stone Age

Por Cristiano Viteck
Postado em 18 de junho de 2005

Quando o vocalista e guitarrista Josh Homme chutou o baixista Nick Olivieri para fora do Queens of the Stone Age no início de 2004, ninguém sabia ao certo qual seria o futuro da banda. Era o fim de uma parceria que teve início no começo da década de 90, quando ambos tocavam no grupo Kyuss, que acabou ficando para trás para dar vez ao Queens of the Stone Age, que nasceu em 1997 e no início do ano passado vivia o auge de sua carreira, ainda colhendo os frutos do terceiro álbum "Songs For The Deaf" (2002), o qual além de trazer o ex-vocalista do Screaming Trees, Mark Lanegan, cantando algumas faixas, ainda teve a honra de contar com Dave Grohl, que chegou para uma participação especial e acabou tocando bateria em todas as canções daquele álbum.

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Com nomes de peso como esses e com as ótimas canções da dupla Homme/Olivieri como "No One Knows" e "Go With The Flow", o Queens of the Stone Age foi alçado ao posto de uma das mais importantes bandas da atualidade. Só que então veio a briga. Olivieri partiu, Mark Lanegan abandonou temporariamente o barco para cuidar de sua carreira solo e Dave Grohl voltou a se dedicar ao seu grupo Foo Fighters. Seria o fim do Queens of the Stone Age? "Lullabies to Paralyze", o novíssimo álbum da banda, está aí para garantir que não e, muito mais do que isso, para afirmar que o Queens of the Stone Age ainda vai dar muitas alegrias aos seus milhares de fãs espalhados pelo mundo.

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Agora tendo ao seu lado Troy Van Leeuwen (guitarra), Alain Johannes (baixo) e Joey Castillo (bateria), Homme fez do Queens of The Stone Age um grupo para chamar de seu. Ele é dono da banda e se "Lullabies To Paralyze" é desde já um dos melhores discos do ano, é exclusivamente por mérito dele. Muitos segmentos da imprensa tentaram tachar o disco como perdido e sem rumo, principalmente ao compará-lo com o aclamado "Songs For The Deaf". É claro que "Lullabies To Paralyze" não supera o trabalho anterior, mas mesmo assim consegue manter a moral da banda lá nas alturas.

O disco é na verdade é uma viagem ao centro da mente insana de Josh Homme. Sombrio como os primeiros discos do Black Sabbath (tenho certeza que Ozzy e companhia estariam orgulhosos se tivessem gravado um disco como este na década de 70), "Lullabies To Paralyze", que significa "Canções de Ninar para Paralisar", parece um thriller de suspense de uma noite sem fim. O álbum abre com a sufocante "This Lullaby", que marca o retorno de Mark Lanegan para a banda emprestando o seu vozeirão rouco de uísque e tabaco para cantar sobre abandono e solidão. Mas é só o começo do seu pesadelo, que vai ganhando contornos cada vez mais escuros em canções como "Everybody Knows That You Are Insane", "Burn The Witch" e "You Got A Killer Scene There, Man". Assassinos, morte, bruxas, loucura... tudo isto está presente em "Lullabies To Paralyze", que se torna ainda mais aterrorizante com seus acordes arrastados, vozes sufocadas, gemidos abafados e arranjos sinistros. E é claro que como qualquer história de terror ou suspense sempre vem acompanhada de uma boa dose de erotismo, Josh Homme e seus novos colegas acertam em cheio em canções como "Skin On Skin" e, óbvio, na já clássica "Little Sister", que conta com um dos solos mais econômicos e legais gravados na história recente do rock. Se você conseguiu resistir a tudo isso, o Queens of the Stone Age lhe recompensa ao final com "Long Slow Goodbye", uma canção de redenção que te resgata das profundezas para onde você foi levado durante toda a audição de "Lullabies To Paralyze".

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Sinistro, estranho e assustador. Este é o novo Queens of the Stone Age que chega para espantar qualquer urucubaca que possam ter jogado sobre a banda. Disco pra cabra macho. E então, ficou com medo ou vai encarar?


Outras resenhas de Lullabies To Paralyze - Queens Of The Stone Age

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Sobre Cristiano Viteck

Cristiano Viteck é jornalista em Marechal Cândido Rondon (PR), apresentadordo programa Garagem 95, da Rádio Difusora FM, e assina a coluna de música Pédo Ouvido do jornal O Presente.
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