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Resenha - Capacete Azul - Electric Cosmic Wave

Por Nelson Endebo
Postado em 01 de junho de 2005

Electric Cosmic Wave é um quarteto de Curitiba, formada das cinzas do Phobya. Isso é o que se pode falar de menos controverso sobre eles. O vocalista vacila na interpretação, com irritante e exagerado furor. O instrumental é competente, mas a banda derrapa na obviedade dos arranjos. As letras são quase infantis, sentimentalóides e com uma pretensão cósmica que soa como puro bicho-grilismo em pleno século XXI. Cometem uma baladinha lounge pseudoespacial em "Electric Cosmic Wave", arrastada e simplesmente chata. No encarte, o discurso magérrimo de menino de classe média alta chateado com a situação "festa no apê" do sistema capitalista. Os alvos são fáceis e óbvios. O rock pode mudar o mundo? Talvez o panfleto puro e simples seja a coisa menos rock da galáxia.

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A melhor faixa do EP é a segunda, "A Intocável Proteção do Escudo", que tem um quê de Faith No More, Incubus, alguma brasilidade (cortesia do mangue) e uma construção exemplar. Se seguissem essa linha, amadurecessem as letras e aparassem as arestas vocais, o Electric Cosmic Wave seria uma belíssima banda de rock. No quesito profissionalismo, não há erros: o site é lindo e informativo, o release é bem-feito e as produções gráfica e sonora são dignas de maiores elogios. Fica a crítica e o desejo de boa-sorte aos caras.

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Sobre Nelson Endebo

Estudante de Comunicação Social na Puc-Rio, cheirou dúzias de carreiras de Música e hoje é completamente debilitado por causa disso. Tem um corte no córtex por causa do Mr. Bungle, mas acredita que isso seja legal. Doutrinado no bom e velho Metal (ainda chora ouvindo o grande Venom), aprendeu a ouvir Jazz e Samba na marra. É responsável pela coluna Nós do Noise e colabora com o site Bacana e a revista Valhalla. Sua máxima é: "quanto mais você sabe, mais você sabe que pouco sabe". Traduzindo, gosta de aprender e de ensinar. Espera poder somar algo à família Whiplash a partir de 3, 2, 1 segundo!
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