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Resenha - Ties of Blood - Korzus

Por
Postado em 15 de dezembro de 2004

O thrash metal teve seu auge entre meados da década de 80 e o início dos anos 90, com várias bandas, como Exodus, Slayer, Metallica, Anthrax, Megadeth e os brasileiros do Sepultura, lançado, ano após ano, álbuns primorosos. Nesse início de milênio há uma espécie de resgate do estilo, com o retorno de algumas bandas à ativa e de outras às raízes, o que vem rendendo bons lançamentos. Mas, apesar da nova onda, chega a ser surpreendente, espantoso e, principalmente, prazeroso ouvir Ties of blood, do Korzus, uma verdadeira obra-prima do thrash mundial.

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Com 20 anos de carreira, o Korzus foi contemporâneo de todas as bandas citadas acima e, em termos de qualidade, nunca ficou devendo nada a nenhuma delas. Porém, a banda paulistana, por diversos problemas internos, como mudanças de formação, não alcançou o sucesso do Sepultura no exterior, apesar de ter um nome muito respeitado e cultuado internacionalmente.

Hoje, depois de duas décadas, e há mais de seis anos sem gravar, a banda, uma das pioneiras do heavy metal nacional, lançou, neste ano de 2004, o melhor álbum de sua carreira. Ties of blood é uma aula da mais pura brutalidade thrash. Os vocais continuam, como sempre, a cargo de Marcello Pompeu, enquanto Silvio Golfetti, lenda do metal nacional, assina a guitarra solo. Dick Siebert é o baixista, Heros Trench o segundo guitarrista e Rodrigo Oliveira o monstruoso baterista.

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Guilty silence e Respect, duas tijoladas, já fazem o ouvinte se empolgar logo no início do álbum. A faixa seguinte, What are you looking for, tem alguns traços de metal-core, lembrando um pouco os novaiorquinos do Biohazard, mas não se afasta completamente do thrash metal, que volta com tudo em Screaming for death, 100% rápida e pesada, como uma boa música do estilo deve ser. Na mesma linha, destacam-se ainda Punisher, Cruelty e Who's going to be the next.

A sétima faixa, Evil sight, tem a participação do guitarrista Helcio Aguirra (Golpe de Estado) e André Mattos (ex-vocalista de Viper e Angra), atualmente à frente do Shaman. Deixando o falsete de lado, ele chega a surpreender com alguns vocais guturais e nem um pouco usuais em sua carreira.

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As participações especiais não ficam por aí. Nas duas músicas cantadas em português, Andreas Kisser, do Sepultura, toca guitarra em Correria, que segue um estilo mais do metal-core pula-pula, enquanto João Gordo, do Ratos de Porão, divide os vocais com Pompeu na última faixa, Peça perdão, um thrash-core de arrepiar.

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Sobre Raphael Crespo

Raphael Crespo é jornalista, carioca, tem 25 anos, e sempre trabalhou na área esportiva, com passagens pelo jornal LANCE! e pelo LANCENET!. Atualmente, é editor de esportes do JB Online, mas seu gosto por heavy metal o levou a colaborar com a seção de musicalidade do site do Jornal do Brasil, com críticas de CDs e algumas matérias especiais, que também estão reunidas em seu blog (http://www.reviews.blogger.com.br). Sua preferência é pelo thrash metal oitentista, mas qualquer coisa em termos de som pesado é só levantar na área que ele mata no peito e chuta. Gosta também de outros tipos de som, como MPB, jazz e blues, mas só se atreve a escrever sobre o que conhece melhor: o metal.
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