Resenha - Labyrinth - Labyrinth
Por Thiago Sarkis
Postado em 03 de novembro de 2003
Nota: 8 ![]()
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Descer o sarrafo no Labyrinth é tão perigoso quanto indecoroso. É fato que os italianos lançaram alguns trabalhos razoáveis apenas, e racionalmente paralisaram suas atividades por três anos. Porém, são bons músicos e têm a adesão de um público que entende do que fala e interage com o conjunto.

O auto-intitulado selando o retorno de Rob Tyrant e companhia – desta vez usando os nomes reais, Roberto Tiranti, por exemplo – é bom sinal para os fãs. Evitando riscos, eles soltam dez faixas permeando constantemente o estilo peculiar da banda, o qual, por sinal, raramente encontraremos em tal nível noutras agrupações.
Surpreendente não é. Tampouco criativo ou próximo de "No Limits" (1996) e "Return To Heaven Denied" (1998). Contudo, o álbum atingiu validade no raciocínio "vamos fazer nosso básico para ver no que dá". Resultado favorável e inclusive algumas composições suplantando a simplicidade pensada para a feitura do disco.
Coletando "Livin’ In A Maze", "Nerverending Rest" e "Hand In Hand", ouvimos músicas que carregam suaves inovações, quase imperceptíveis, e belíssimas letras acopladas a passagens semi-acústicas, as quais destacam os teclados de Andrea De Paoli.
O power metal melódico italiano volta e bem... prontinho pra virar moda de gravadora brasileira de novo... desespero de alguns e felicidade de outros.
Formação:
Roberto Tiranti (Vocais)
Andrea Cantarelli (Guitarras)
Andrea De Paoli (Teclados)
Cristiano Bertocchi (Baixo)
Mattia Stancioiu (Bateria)
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