Resenha - Burning Down the Opera; Live - Edguy
Por Rafael Carnovale
Postado em 20 de agosto de 2003
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
"Mandrake" foi definitivamente um cd importantíssimo para o Edguy. Além do reconhecimento que a banda obteve como um dos nomes do power-metal mundial, propiciou aos rapazes uma turnê extensa, que inclusive passou pelo Brasil em 2001. Este CD ao vivo foi retirado de vários shows da turnê, e segundo a própria banda, alguns "overdubs" (gravações de estúdio) foram usados para correção de erros, uma atitude corajosa que muitos deveriam assumir, afinal, se você vai mesmo usar porque ficar negando como muitos fazem?
Logo de início a banda emenda as excelentes "Fallen Angels" e "Tears of Mandrake", dando seqüência com "Babylon" (uma das mais empolgantes do cd "Theater of Salvation") e "Land of Miracle". Além destas os destaques do primeiro cd ficam para a excelente e cadenciada "The Headless Game" e negativamente para a boa "The Pharaoh" que apesar de ser uma boa composição, fica meio cansativa em seus dez minutos, podendo ser substituída por várias músicas que preeencheriam o espaço com mais empolgação.
No segundo CD as coisas começam bem com "Vain Glory Opera" (do CD de mesmo título), com uma boa levada que contagia o público (que parece meio ausente por várias vezes) seguida de um solo de bateria simples e correto e não muito longo. A inclusão do solo é uma boa pedida, desde que o mesmo não se torne entediante e cansativo, e o Edguy até que não fez feio. "Save Us Now", com seu jeito Helloween de ser salva o jogo, mas o maior destaque ficam para os dois temas do projeto "Avanthasia" (criado por Tobbias Sammet), "Inside" (aonde sente-se a falta dos vocais em falsete de André Matos) e a faixa título, que faz o público explodir, sendo bem executada pela banda, se bem que os "overdubs" nas vozes devem ter sido bem colocados, pois os coros estão perfeitos, e a banda tinha uma boa dificuldade em executá-los. "Out of Control" encerra o show com competência.
A banda é competente e coesa. Tobbias Sammet se mostra um bom vocalista e um bom "frontman" (embora em alguns momentos ele dê umas pisadas na bola que eu prefiro não citar, descubra você mesmo), tem uma voz limitada, mas usa habilmente seus recursos, e o trabalho de guitarras é eficiente, complementado por uma cozinha bem entrosada. Um bom trabalho, que peca pela ausência do público em vários momentos e pela escolha das músicas, que poderia ter privilegiado trabalhos mais antigos, como mais temas do cd "Kingdom of Madness" por exemplo. Mas vale conferir.
Site oficial: Http://www.edguy.net
Line Up:
Tobbias Sammet – Vocais
Jens Ludwig – Guitarras
Dirk Sauer – Guitarras
Tobias Exxel – Baixo
Felix Bohnke – Bateria
Lançado pela Rock Brigade Records em 2003.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O subgênero essencial do rock que Phil Collins rejeita: "nunca gostei dessa música"
A banda grunge de quem Kurt Cobain queria distância, e que acabou superando o Nirvana
O álbum que Regis Tadeu considera forte candidato a um dos melhores de 2026
O álbum do U2 que para Bono não tem nenhuma música fraca, mas também é difícil de ouvir
Andreas Kisser participa de novo álbum do Bruce Dickinson - sem tocar guitarra
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
"Não soa como Megadeth", diz David Ellefson sobre novo álbum de sua antiga banda
Novo disco do Megadeth alcança o topo das paradas da Billboard
A história de incesto entre mãe e filho que deu origem ao maior sucesso de banda grunge
O dia que Kiko Loureiro respondeu a quem o acusou de tocar errado clássico do Megadeth
O exato momento em que Mike Portnoy soube que voltaria ao Dream Theater
A respeitosa opinião de Dave Mustaine sobre Ritchie Blackmore
O guitarrista americano que sozinho ofuscou todos os britânicos, segundo Carlos Santana
Polêmica banda alemã compara seu membro com Eloy Casagrande
A música surpreendente que "peitou" o sucesso do grunge no início dos anos 90
A lenda do Rock que cometeu um assassinato e teve os advogados pagos por Mick Jagger
A música que era "segundo plano" para o Metallica e acabou virando um clássico imortal
Lars Ulrich comenta desabafo que James Hetfield fez durante show no Brasil


Edguy - O Retorno de "Rocket Ride" e a "The Singles" questionam - fim da linha ou fim da pausa?
Clássicos imortais: os 30 anos de Rust In Peace, uma das poucas unanimidades do metal



