Resenha - A World Depraved - Amaran

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Por Alexandre Avelar
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A banda é da Suécia, mas não é de death metal melódico, tem vocal feminino e a capa do CD é sombria, mas o som não é gótico. Não, não estou falando do Sinergy, e sim desta nova banda, que foi considerada, em várias revistas e webzines ao redor do mundo, uma das revelações de 2002: o Amaran.

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À primeira vista, uma comparação com o Sinergy é inevitável, mas a vocalista Johanna DePierre esbanja personalidade, com sua voz que, se não tem a potência de uma Kimberly Goss, por outro lado soa muito mais natural, com uma suavidade que contrasta com a energia e o peso da dupla de guitarristas, e com a cozinha pulsante da banda. Às vezes, a suavidade de certas melodias tendem a aproximar o Amaran do gótico praticado pelo Lacuna Coil, mas, nos momentos em que isso ocorre, a banda retoma o fôlego e volta a despejar seu metal tradicional com competência e classe.

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Enfim, uma estréia de respeito, que felizmente foi lançada no Brasil pela Encore Records, e vale a pena uma boa conferida. A banda já está preparando o segundo disco, e fica a torcida para que o nível seja mantido, e novamente possamos conferir mais um trabalho desta excelente banda.




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