Resenha - Enthrone Darkness Triumphant - Dimmu Borgir

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Por Sílvio Costa
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O Dimmu Borgir sempre fez um tipo muito peculiar de Black Metal. Calcado em teclados muito bem colocados (mesmo antes de isso virar um modismo entre as bandas do estilo) e sem jamais abrir mão da potência sonora, o som dos noruegueses sempre foi diferenciado. Na época do lançamento deste hoje clássico da banda, as comparações com Cradle of Filth e outras bandas do gênero pareciam inevitáveis. Entretanto, o Dimmu Borgir diferenciava-se (como faz até hoje) por se preocupar com detalhes de produção de modo a deixar o seu som pesado e, ao mesmo tempo, nítido. O talento do multitarefas Peter Tägtgren (Hypocrisy, Pain, etc.) na produção desta porrada só o torna ainda mais obrigatório.

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Logo de início somos brindados com a incrível "Mourning Palace". Um riff inesquecível e uma grande performance de Shagrath. "Spellbound (by the Devil)" é outro clássico da banda, que a executa em shows ainda hoje. Na seqüência, é a vez do ex-batera Tjodalv dar uma aula de agressividade na magnífica "In Death's Embrace". Em todas as músicas, fica evidente que o tecladista Stian Aarstad, apesar da performance de palco completamente bizarra, completava a banda de maneira perfeita.

Pode-se dizer, sem sombra de dúvida, que este disco é um clássico do metal extremo e - por quê não? - um clássico da música pesada de modo geral. Rico em detalhes e viciante, mesmo para quem não é muito fã do estilo, este Enthrone Darkness Triumphant é a perfeita trilha sonora para os mais sombrios pesadelos.


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Sobre Sílvio Costa

Formado em Direito e tentando novos caminhos agora no curso de História, Sílvio Costa é fanzineiro desde 1994. Começou a colaborar com o Whiplash postando reviews como usuário, mas com o tempo foi tomando gosto por escrever e espera um dia aprender como se faz isso. Já colaborou com algumas revistas e sites especializados em rock e heavy metal, mas tem o Whiplash no coração (sem demagogia, mas quem sabe assim o JPA me manda mais promos...). Amante de heavy metal há 15 anos, gosta de ser qualificado como eclético, mesmo que isto signifique ter que ouvir um pouco de Poison para diminuir o zumbido no ouvido depois de altas doses de metal extremo.

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