Resenha - Crimson Thunder - Hammerfall

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Por Carol Mendes
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Depois de terem lançado o álbum "Renegade", que na minha opinião foi o mais fraco da banda (tanto no som, como nas letras), agora o Hammerfall volta com um novo trabalho, "Crimson Thunder". Com um álbum pra lá de clichê que vem apostando em 'fórmulas' que consagraram bandas como Accept e Judas Priest, o Hammerfall volta com a bola toda para tentar fincar de vez suas garras no mundo metálico.

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Sem sombra de dúvidas, este é seu melhor CD. Mas também, porque será? Realmente, é uma pena ouvir o Hammerfall querendo fazer um som mais parecido com as bandas que citei logo acima. Mas, venhamos e convenhamos, acabou ficando bom, talvez justamente por isso.

O álbum teve uma ótima produção feita por Charlie Bauerfeind (Blind Guardian, Helloween, Angra, entre outras), além de ter participações especiais como a de Mat Sinner (baixista do Primal Fear), que participou como backing vocal em 8 das 12 faixas que compõem o CD, e Rolf Khoeler, que já havia participado de alguns trabalhos do Blind Guardian.

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E agora, nada como fazer um comentário para algumas músicas:

On The Edge Of Honour: O refrão (melhorado) e alguns solos me lembraram rapidamente a faixa "Heeding The Call" do Legacy of Kings. Eles estão voltando às 'raízes', literalmente.

Trailblazers: Refrão mais que pegajoso. Você escuta pela primeira vez, e quando coloca no 'repeat', pensa já ter escutado essa faixa com outra banda, por já ter em mente tudo o que cantaram. Mas, nessa faixa estão os melhores e mais pesados riffs do CD, dando destaque aos primeiros '31 segundos.

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Crimson Thunder: Uma das melhores faixas do álbum, com ótimos solos de guitarra e novamente refrão pegajoso.

Dreams Come True: Balada obrigatória em se tratatando de Hammerfall. E suas baladas não têm erro.

Angel Of Mercy: Cover da banda Chastain. Trata-se de uma balada bem mais agressiva que conquista logo de primeira.

The Unforgiving Blade: Indiscutivelmente, a melhor faixa do CD! De começo você já escuta aqueles riffs pesados se juntando a uma 'diferente' voz do Joacim Cans que agrada muito ! Principalmente quando todos se juntam e cantam: Unforgiving Blade !!

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In Memoriam: Composta pelo guitarrista Stefan Elmgren e dedicada a Chuck Shuldiner, falecido guitarrista do Death. Ela entra com clima inicial de frustração que vai subindo e acaba com um grande clímax. Uma bela faixa instrumental.

Agora, é esperar o próximo álbum. Será que da próxima vez eles terão 'influências' do Iron Maiden ou do Manowar? Ou quem sabe, dos dois!

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