Resenha - Millennium Metal Chapter One - Metalium
Por Rafael Carnovale
Postado em 16 de fevereiro de 2003
Nota: 9 ![]()
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Quando foi mencionado em 1999 que o guitarrista Chris Caffery (Savatage), o batera Mike Terrana (Rage, Axel Rudi Pell) estariam integrando o Metalium, muitos imaginaram que este supergrupo, completado por Lars Ratz (baixo), Henning Basse (ex-Brainstorm – vocal) e Mathias Lange (Guitarras) era um projeto dos dois primeiros. Ledo engano: ambos eram convidados de Lars, que junto com Mathias e Henning formam o núcleo base da banda, que permanece até hoje, tendo tido como integrantes o ex-Savatage Jack Frost (no lugar de Chirs) e o batera Mark Cross (atual Helloween).Mas muitos concordavam... mas um supergrupo de heavy metal na área e com ares de grandiosidade.

"Circle of Fate" era apenas o começo forte para a rapidíssima "Fight" e a cadenciada "Dream of Doom". A banda bebia direto no power oitentista e no speed clássico germânico, tendo lançado um excelente petardo de estréias. Faixas como a ótima "Break the Spell" e a suja "Revelation" davam a tônica do cd. Um aglomerado heavy de altíssima qualidade. Sobrava garra em "Void of Fire" (com seus riffs agressivíssimos) e na mais hard/heavy "Strike Down the Heathen" (a melhor do cd).
A banda, como era de imaginar, era perfeita. As guitarras de Chris e Mathias soavam perfeitas, e o baixo de Lars era pulsante, assim como a pegada da bateria de Mike. Henning Basse mostrava um de seus melhores trabalhos como vocalista, depois de lançar o belo "Unholy" pelo Brainstorm. Seu tom agudo não era irritante e ele sabia como poucos usar sua voz com versatilidade. Após a pesadíssima "Metalians", que fecharia o cd, a banda ainda apresentaria duas surpresas (bônus da versão brasileira). Uma versão superpesada de "Smoke on The Water", que arrancou elogios de Roger Glover pela originalidade, e o arregaçado cover de "Burning" do Accept (presente no tributo a banda em seu primeiro volume).
O Metalium passaria por mudanças na formação. Mas este "debut" já mostrava que a banda vinha para ficar. E ficou até hoje! Long Live the Metalians!!!
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