Resenha - Sideshow - Griffin

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Por Rafael Carnovale
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É no mínimo uma experiência inusitada resenhar de uma vez só os dois cd’s desta banda norueguesa. Pois, em questão de dias, pode-se acompanhar o quanto a banda mudou em 2 anos (o primeiro cd é de 2000). Após tours com bandas inusitadas como Mayhem e Aeturnus, o Griffin lança seu segundo cd, apresentando a mesma proposta de antes: heavy mesclado com hard e prog em vários momentos. Só que desta feita, os caras resolveram acentuar ainda mais o lado do heavy tradicional, e o resultado ficou bem melhor do que o primeiro cd.

"Prologue", a introdução, abre caminho para "Shadows of Deception", que mostra uma banda mais envolvida no heavy tradicional, com solos "maidenianos" e maior consistência na música, sendo uma bela abertura. O mesmo pode ser dito da faixa seguinte "Horrific", que já começa com riffs empolgantes de guitarra e vocais extremamente bem colocados. Alguns dos cacoetes do cd anterior como as constantes mudanças de andamento continuam presentes, mas agora sim estão bem colocadas. A faixa tende um pouco para o hard rock, sendo bem interessante.

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No mais, o cd se diferencia de seu antecessor por não se ater tanto ao speed metal, fazendo faixas mais cadenciadas e agressivas, como "Freakshow", "Death Row League" (uma porradaça estilo Anthrax anos 80 que ficará matadora ao vivo) e uma das melhores do cd: "Vengeance is Mine", aonde o estilo anos 80 floresce com força total, principalmente nas guitarras e no vocal. Mas o cd apresenta também boas surpresas, como a intro "The last days of a dying Sun" (muito bonita por sinal), e a baladona pesada "A distant Share", emplaca, num ritmo melódico e ao mesmo tempo agressivo.

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Destaques principais? A faixa speed (parece que eles esqueceram de fazer mais de uma) "Today’s Costaway" e a baladinha "Cosmic Revelation", que mostra sim a versatilidade da banda.

O Griffin está de parabéns por ter neste cd conseguido definir seu estilo, misturando elementos de várias vertentes do heavy, e principalmente, fazendo-o com qualidade. Esse sim, vale conferir.

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Site oficial: www.griffin.no

Line Up:
Tommy Sebastian – Vocais
Marius Kalsen – Bateria
Marcus Silver – Guitarras
Kai Nergoard – Guitarras
Johnny Wandberg – Baixo

Material cedido por:
Rock Brigade Records/Laser Company Records
http://www.rockbrigade.com.br
http://www.lasercompany.com.br

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Sobre Rafael Carnovale

Nascido em 1974, atualmente funcionário público do estado do Rio de Janeiro, fã de punk rock, heavy metal, hard-core e da boa música. Curte tantas bandas e estilos que ainda não consegue fazer um TOP10 que dure mais de 10 minutos. Na Whiplash desde 2001, segue escrevendo alguns desatinos que alguns lêem, outros não... mas fazer o que?

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