Resenha - Six Degrees Of Inner Turbulence - Dream Theater
Por Rodrigo Simas
Postado em 17 de maio de 2002
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Acusados muitíssimas vezes de não ter "feeling" e só técnica, o Dream Theater segue seu caminho, conseguindo cada vez mais nos surpreender com lançamentos de altíssimo nível.
Dream Theater - Mais Novidades
Depois de problemas internos que quase causaram o fim da banda, o Dream Theater lançou o incrível "Scenes From a Memory", que marcou uma nova fase e sua total liberdade artística, culminando no triplo ao vivo "Scenes From New York".
"Six Degrees Of Inner Turbulance" continua essa fase, mostrando que ainda vem muita coisa boa pela frente. Desta vez com uma proposta arriscada, um CD duplo de estúdio, já lançado no Brasil, "Six Dregrees" prova valer os 40 reais (aproximadamente) pagos na compra: "The Glass Prison" é uma das músicas mais pesadas já gravadas pelo Dream Theater e mostra toda a veia heavy metal da banda. "The Great Debate" traz um tema importante, mostrando um mundo em completa mudança., também com riffs pesados e destaque total para a bateria de Mike Portnoy. "Blind Faith" e "Misunderstood" mostram um Dream Theater mais cadenciado e "Disappear" encerra o CD 1.
Muitos acham que não seria necessário mais um CD neste lançamento, mas é impossível ouvir a música "Six Degrees Of Inner Turbulence" , com suas oito partes e 42 minutos de duração (estando sozinha no segundo CD), e manter essa opinião. Desde a sua introdução – que lembra muito uma trilha sonora de algum filme – até alguns trechos maravilhosos de "War Inside My Head" e "The Test That Stumped Them All" (partes 3 e 4 respectivamente), a faixa já vale o dinheiro extra para comprar o álbum duplo.
Não vou ficar falando na performance individual de cada um pois todos integrantes da banda dão um show à parte, com as partes instrumentais cada vez mais neuróticas e surpreendentes.
O Dream Theater se mantém como o maior ícone do "neo-progressivo" (ou qualquer outra coisa que você queira chamar) do novo século. Absolutamente imperdível. Será que eles vem mesmo pra cá esse ano?
Produzido por Mike Portnoy e John Petrucci
John Petrucci (guitarra)
Mike Portnoy (bateria)
James Labrie (vocal)
John Myung (baixo)
Jordan Rudess (teclado)
Outras resenhas de Six Degrees Of Inner Turbulence - Dream Theater
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Gravação de ensaio do Guns N' Roses em 1986 vaza online
O álbum em que o Black Sabbath se encontrou, de acordo com Bill Ward
A única banda de metal que Paulo Ricardo realmente curte: "Muito bons músicos"
A grande lição do documentário sobre Paul Di'Anno, segundo seu diretor
4 músicas de heavy metal que têm exatamente 4min44 de duração
Vocalista do Godsmack defende opção por Mike Mangini como novo baterista
Quando o sonho vira pesadelo: 5 rockstars que fizeram sucesso e odiaram a fama
A melhor banda de todos os tempos, segundo Jimmy Page do Led Zeppelin
A limitação do Slayer e Exodus que James Hetfield não quis seguir no Metallica
A música do Pink Floyd que David Gilmour adora, mas se recusa a tocar
70000 Tons of Metal anuncia primeiras atrações para viagem de 2027
4 bandas clássicas da Irlanda que todo fã de rock precisa conhecer
5 clássicos do rock cujas letras envelheceram mal
Mille Petrozzza (Kreator) sobe ao palco com o Arch Enemy na Alemanha
A maior banda de rock de todos os tempos para o jornalista Leandro Demori
Dream Theater: Um de seus trabalhos mais inspirados
Jordan Rudess (Dream Theater) faz vídeo com IA, é detonado por fãs e bloqueia comentários
A ideia que Mike Portnoy "roubou" dos Beatles e foi inserida no maior sucesso do Dream Theater
Mike Portnoy celebra os 34 anos de "Images and Words", clássico do Dream Theater
13 bandas de rock e metal que nasceram na faculdade e conquistaram o mundo
O vocalista contestado que mudou os rumos de uma das maiores bandas da história do metal
Dream Theater era uma mistura entre Metallica e Yes, segundo John Petrucci
Mike Portnoy - o melhor baterista de todos os tempos, segundo Edu Falaschi


