Resenha - Against the World - Frontline
Por Rafael Carnovale
Postado em 18 de julho de 2002
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Quem disse que da Alemanha só vêm os vices e heavy metal? Este quinteto alemão, que já tem 3 cd’s lançados, chega ao seu quarto cd investindo no bom e velho hard-rock, com claras influências de Dokken e Journey (principalmente nas partes mais pesadas). Uma boa surpresa ver que o cenário hard rock vem reaparecendo aos poucos, e se tornando uma constante, afinal, vivemos os anos 80 com o hard de bandas como Poison, Motley Crue, Dokken, Cinderella, e esse som não podia ser esquecido. E o Frontline chega com seu melhor cd, sem sombra de dúvida, trazendo tudo o que uma banda de hard rock precisa ter: músicas melódicas, vocais bem colocados, refrões que grudam na mente, e baladas cativantes.

Ouvir faixas como a pesada "Against the World" e a comercial (mas muito boa) "My Destiny" é um bálsamo para relaxar e curtir uma banda bem entrosada e um trabalho de guitarras muito bem feito, com um vocalista correto. Baladas como "Lignting Eyes" (lembra muito o Dokken fase "Back for Attack") e a melosa "Man with a Broken Heart" (com seu pique "Whitesnakiano") relembram os anos 80 de forma perfeita, com aquela sensação nostálgica. Mas o cd não é só melodia e balada. Pancadarias como "Time Stood Still" , "I don’t Know" e "You Shoud Know me" honram qualquer fã de rock, mostrando que o estilo também tem peso e agressividade, com riffs potentes e bateria agressiva.
O destaque especial fica para a "Journeyiana" "Don’t Break my Heart", cujo refrão gruda na primeira audição de tão legal, e para a "agressiva" "Change His Life", aonde a banda mostra todo seu virtuosismo em criar boas melodias, com riffs pesados e um trabalho de vocal e backings surpreendente. A versão japonesa vêm com duas bônus: a pesada "Any Other Way", que merecia estar no disco dado o fato de ser a mais pesada de todas, e mais uma balada, a melosa "Shelter Me", talvez o único pequeno pecado do cd, por ser melosa demais. Nem pra cigarro serviria... ;)
Quem disser que as músicas são todas parecidas não chega a estar de todo errado, mas são todas muito boas e competentes, valendo a pena comprar para conferir, afinal, é hard rock voltando à cena!!!
Site oficial: www.frontline-music.com
Formação:
Robert Boebel – Guitarras, Teclados
Stephan Kaemmerer – Vocais
Thomas Bauer – Baixo
Rami Ali: Bateria
Chris Lausmann: Guitarra e Teclado
Lançado pela Point Music – Licenciamento para o Japão pela Avalon Music.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Abbath encerra show após meia música em festival finlandês
As 50 melhores músicas do Queen, segundo a Classic Rock
Regis Tadeu explica por que Blackmore voltou ao palco com o Deep Purple após 33 anos
Spotify revela qual foi o clássico do rock mais ouvido no mundo durante o eclipse solar
A música do Titãs com Andreas Kisser na guitarra e Iggor Cavalera na bateria
Jim Root justifica postagem feita após rumores da demissão de Sid Wilson do Slipknot
As 10 melhores e mais influentes capas do rock, segundo a Ultimate Classic Rock
Regis Tadeu explica morte dos Mamonas Assassinas: "Imprensa não contou"
Agora é oficial: Slipknot anuncia demissão de Sid Wilson
13 bandas de death metal que o primeiro álbum é o melhor, segundo a Loudwire
As 10 melhores músicas do Alice in Chains, segundo a Metal Hammer
Viúva de Neil Peart enviou mensagem de apoio a Anika Nilles após sua entrada no Rush
As 4 melhores músicas de 1986, segundo Robert Smith, vocalista do The Cure
5 clássicos do rock nacional cujas letras envelheceram mal
Geddy Lee fala sobre importância de ainda cantar as músicas do Rush nos tons originais
As três bandas listadas por Gene Simmons como maiores influências do Kiss
O hit que Iron Maiden tocou uma vez só para nunca mais: "Não era enérgica suficiente"
Iron Maiden: as 20 melhores músicas da "Era de Ouro"




A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Left To Die, o supergrupo tributo ao seminal Death, lança seu primeiro disco



