Resenha - Seven More Minutes - Rentals
Por Marcelo Valença
Postado em 16 de abril de 2000
O ex-Weezer Matt Sharp mostra que também tem talento e não precisa se apoiar nas músicas de River Cuomos, líder de sua ex-banda, para ter algum sucesso. Seven More Minutes mostra que o The Rentals, apesar de ser uma banda nova e com membros quase desconhecidos, tem como manter o mesmo bom nível de seus primeiros trabalhos. Apesar da instabilidade no tocante ao estilo a ser seguido pelas músicas, a banda deve apenas tomar certos cuidados com seus arranjos.

O disco, com quinze músicas que se alternam entre baladas regadas a órgãos e vozes melosas, músicas furiosas mas de espírito light e experimentações sonoras, é um bom investimento para os fãs. Para aqueles que têm interesse em conhecer a banda, é melhor começar pelos outros discos do grupo; a experiência seria melhor.
Comentar o disco, faixa a faixa, seria um tanto quanto difícil pois, apesar de todas as músicas terem a mesma linha musical e de arranjos, não há músicas que se destaquem mesmo. Há, claro, preferidas, mas nada que se possa comentar e ressaltar como a essência da banda. Vale, entretanto, comentar momentos do disco.
Começando pelos arranjos, percebe-se que a banda abusa do uso de sintetizadores em suas músicas. Não que isso seja ruim, mas chega a ser algo extremamente excessivo, com o som característico sempre se sobrepondo aos outros instrumentos. Em outros momentos, o guitarrista Rod Cervera alterna bons riffs e solos com bases extremamente simplórias. A participação de Donna Mathews e Petra Haden nos backin' vocals levantou o ritmo do disco, ajudando muitas vezes Matt Sharp no belo trabalho de vozes usado nas melodias.
Entre as músicas que mais se destacam estão Getting By, bem ao estilo do The Monkees, Keep Sleeping, The Man With Two Brains e My Head Is In The Sun, música composta em parceria com o Weezer Cuomos. O maior porém do disco fica por conta de Barcelona, quinta música do disco: é a cópia da música California, do Weezer, que saiu em um disco de lados B da banda. Uma cópia fiel da melodia, notas, refrão, enfim, apenas diferenciando as letras. Uma pena.
Formação
Matt Sharp (baixo e vocal)
Rod Cervera (guitarras)
Jim Richards (moog e sintetizadores)
Kevin March (bateria)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
Os 5 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Duff McKagan do Guns N' Roses
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A banda de metal que conquistou Motörhead, Iron Maiden e George Michael
A melhor fase da história do Megadeth de todos os tempos, segundo Dave Mustaine
Quem é o homem carregando o feixe de galhos que está na capa do "Led Zeppelin IV"
O guitarrista que Brian May diz ter inventado "um gênero inteiro" a partir do zero
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
A sincera opinião de Jéssica Falchi sobre o Iron Maiden sem Nicko McBrain
O bluesman que tirava Jimmy Page do sério; "Só de lembrar, eu fico arrepiado"
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
Embalado pelo seu derradeiro disco, Megadeth lança linha de cervejas personalizadas
A música do Dream Theater que foi diretamente influenciada por Zakk Wylde
Nicholas Barker luta contra falência renal e aguarda transplante este ano
O desconhecido conjunto brasileiro que Beatles gostou tanto que resolveu espiar o ensaio
Os 5 melhores álbuns do rock nacional de todos os tempos, segundo Julio Ettore
Steve Vai comenta suas cinco músicas preferidas de todos os tempos


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



