Resenha - Rheingold - Grave Digger

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Por Fernando De Santis
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Como havia sido prometido, o mais recente trabalho do Grave Digger veio como o primeiro capítulo de uma saga composta por três partes. A história que inspira essa primeira parte, é baseada na obra de Richard Wagner, chamada "The Ring Of The Nibelungs" e é um prato cheio para os amantes do "True Metal", pois não faltam guerreiros, espadas e dragões. A capa do álbum, feita pelo famoso artista Markus Mayer, consegue retratar todo o clima do disco.

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A introdução do álbum fica por conta do prelúdio "The Ring", que prepara o ouvinte para o que vem pela frente: power metal da melhor qualidade. A faixa-título do álbum consegue reunir todos os atributos para agradar logo de cara: um riff inicial super potente, vocal de Chris Boltendahl "rasgado" e coros nos refrões. A faixa "Valhalla", que vem na seqüência, utiliza a mesma fórmula da anterior, fazendo com que as músicas soem de forma homogênea. Em "Giants" já dá para perceber maiores intervenções de orquestras e teclado, criando um clima "épico", enquanto a guitarra de Manni mantém o peso em bases pesadas e em solos virtuosos.

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"Maidens Of War" quebra o clima alucinante com uma introdução leve, porém, o peso volta no refrão com os tradicionais coros e com um vocal bem gutural de Chris. "Sword" é mais uma obra em que o som orquestrado fica mais evidente e o ritmo é mais cadenciado, assim como em "Sword" que embora não seja tão rápida quanto as demais, ganha o prêmio de mais "pegajosa" do álbum.

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"Liar" mais uma vez demonstra a criatividade na composição de riffs marcantes e o power metal volta à tona em uma faixa bem curta, porém uma das que mais empolgam. "Murder", uma composição mais climática e "Twilight Of The Gods", considerada pela banda uma das mais interessantes já compostas, fecham o álbum de forma impecável. Os dois bonustracks também são de grande qualidade, com destaque para a emocionante balada "Goodbye".

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Um álbum imperdível para os amantes do estilo... só nos resta agora torcer para que as continuações desta história sejam tão boas quanto o capítulo inicial.


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Sobre Fernando De Santis

Paulistano, nascido em 1979, Fernando De Santis passa grande parte do seu tempo viajando entre São Paulo, Santos e Curitiba. Nas horas de viagens dentro de ônibus ou aviões, costuma ouvir Hard Rock, Heavy Metal e demos de qualquer estilo. Atualmente trabalha como webdesigner para o Estado de São Paulo. Mantém o site "We Burn", dedicado ao Helloween desde 1998, que nunca lhe trouxe nenhum dinheiro, mas rendeu muito amigos.

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