Resenha - Rheingold - Grave Digger

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Fernando De Santis
Enviar correções  |  Ver Acessos

Nota: 8


Como havia sido prometido, o mais recente trabalho do Grave Digger veio como o primeiro capítulo de uma saga composta por três partes. A história que inspira essa primeira parte, é baseada na obra de Richard Wagner, chamada "The Ring Of The Nibelungs" e é um prato cheio para os amantes do "True Metal", pois não faltam guerreiros, espadas e dragões. A capa do álbum, feita pelo famoso artista Markus Mayer, consegue retratar todo o clima do disco.

Black Sabbath: avó de Iommi era brasileira e pais eram católicosRoqueiros conservadores: a direita do rock na revista Veja

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

A introdução do álbum fica por conta do prelúdio "The Ring", que prepara o ouvinte para o que vem pela frente: power metal da melhor qualidade. A faixa-título do álbum consegue reunir todos os atributos para agradar logo de cara: um riff inicial super potente, vocal de Chris Boltendahl "rasgado" e coros nos refrões. A faixa "Valhalla", que vem na seqüência, utiliza a mesma fórmula da anterior, fazendo com que as músicas soem de forma homogênea. Em "Giants" já dá para perceber maiores intervenções de orquestras e teclado, criando um clima "épico", enquanto a guitarra de Manni mantém o peso em bases pesadas e em solos virtuosos.

"Maidens Of War" quebra o clima alucinante com uma introdução leve, porém, o peso volta no refrão com os tradicionais coros e com um vocal bem gutural de Chris. "Sword" é mais uma obra em que o som orquestrado fica mais evidente e o ritmo é mais cadenciado, assim como em "Sword" que embora não seja tão rápida quanto as demais, ganha o prêmio de mais "pegajosa" do álbum.

"Liar" mais uma vez demonstra a criatividade na composição de riffs marcantes e o power metal volta à tona em uma faixa bem curta, porém uma das que mais empolgam. "Murder", uma composição mais climática e "Twilight Of The Gods", considerada pela banda uma das mais interessantes já compostas, fecham o álbum de forma impecável. Os dois bonustracks também são de grande qualidade, com destaque para a emocionante balada "Goodbye".

Um álbum imperdível para os amantes do estilo... só nos resta agora torcer para que as continuações desta história sejam tão boas quanto o capítulo inicial.


Outras resenhas de Rheingold - Grave Digger

Grave Digger: Conceitual, pesado e direto em RheingoldResenha - Rheingold - Grave Digger




GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Todas as matérias da seção Resenhas de CDs e DVDsTodas as matérias sobre "Grave Digger"


Grave Digger: Ozzy foi a pior performance que vi na minha vidaGrave Digger
Ozzy foi a pior performance que vi na minha vida

Metal Alemão: as 10 melhores bandas segundo o About.comMetal Alemão
As 10 melhores bandas segundo o About.com


Black Sabbath: avó de Iommi era brasileira e pais eram católicosBlack Sabbath
Avó de Iommi era brasileira e pais eram católicos

Roqueiros conservadores: a direita do rock na revista VejaRoqueiros conservadores
A direita do rock na revista Veja


Sobre Fernando De Santis

Paulistano, nascido em 1979, Fernando De Santis passa grande parte do seu tempo viajando entre São Paulo, Santos e Curitiba. Nas horas de viagens dentro de ônibus ou aviões, costuma ouvir Hard Rock, Heavy Metal e demos de qualquer estilo. Atualmente trabalha como webdesigner para o Estado de São Paulo. Mantém o site "We Burn", dedicado ao Helloween desde 1998, que nunca lhe trouxe nenhum dinheiro, mas rendeu muito amigos.

Mais informações sobre Fernando De Santis

Mais matérias de Fernando De Santis no Whiplash.Net.

adClio336|adClio336