Resenha - ComPactO - Patrulha do Espaço
Por Marcos A. M. Cruz
Postado em 21 de abril de 2003
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
É constrangedor saber que uma banda do nível do PATRULHA DO ESPAÇO tenha de lançar seus discos de forma independente, ao passo que as majors só se preocupam em nos empurrar porcarias goelas abaixo.

Seja como for, após um hiato de quase três anos (seu último trabalho inédito foi o "Chronophagia", de 2000), finalmente temos em mãos o novo álbum, 14º da carreira do grupo, e que na realidade se trata de um mini-disco, ou melhor dizendo, o equivalente a um "compacto duplo" em formato digital, o que de certa forma corrobora tanto o título quando a arte gráfica, que reproduz o formato e o tamanho de um antigo compacto de vinil, além de fazer alusão a uma série de interpretações variadas (Com Pacto, .com, Compact, etc).
Embora este seja de certa forma uma espécie de continuação do trabalho anterior, talvez devido à curtíssima duração ele tenha perdido um pouco daquele caráter "viajante", dando lugar a composições mais pesadas, tal como "São Paulo City", que abre o CD com um riff que poderia muito bem estar em algum disco do MOUNTAIN; em seguida, "Louco Um Pouco Zen", um rockão "arrasa-quarteirão", precedendo "Sendas Astrais", que juntamente com "Terra de Minerais" são as que mais se aproximam da mescla "Hard Rock" + "Prog setentista", uma das características marcantes do citado "Chronophagia".
Temos ainda "Homem Carbono" e "Nem Tudo É Razão", duas faixas pontuadas por um piano com uma levada bem rock'n'roll, a segunda quase uma balada, por sinal a única do CD cuja letra fala (de forma velada) sobre uma paixão (parece que o Rodrigo estava bastante inspirado quando a compôs...). Por fim, um pequeno instrumental, "Tooginger", onde Júnior presta homenagem ao baterista Ginger Baker (CREAM).
A qualidade de gravação está excelente, embora em alguns momentos se faça oportuno um pequeno ajuste no equalizador para compensar um certo excesso de volume da bateria, mas nada que atrapalhe drasticamente o prazer proporcionado pela audição de mais um CD do PATRULHA DO ESPAÇO, com certeza um dos decanos do Rock'N'Roll brazuca!
Faixas:
São Paulo City
Louco um pouco Zen
Sendas astrais
Homem carbono
Nem tudo é razão
Terra de minerais
Tooginger
total time: 27:41
Formação:
Rolando Castello Júnior (bateria)
Luiz Domingues (baixo)
Rodrigo Hid (guitarras, teclados e vocal)
Marcello Schevano (guitarras, teclados, flauta e vocal)
Site oficial:
www.patrulharock.kit.net
Contatos através do e-mail [email protected] ou do telefone (11) 6941-1458 c/Luiz.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
Os guitarristas mais influentes de todos os tempos, segundo Regis Tadeu
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
"Um baita de um babaca"; o guitarrista com quem Eddie Van Halen odiou trabalhar
A música feita na base do "desespero" que se tornou um dos maiores hits do Judas Priest
Dave Mustaine afirma que Marty Friedman é incrivelmente talentoso, mas muito misterioso
Luis Mariutti anuncia seu próprio podcast e Rafael Bittencourt é o primeiro convidado
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
Sepultura anuncia título do último EP da carreira
Mick Mars perde processo contra o Mötley Crüe e terá que ressarcir a banda em US$ 750 mil
Por que "Mob Rules" é melhor do que "Heaven and Hell", segundo Jessica Falchi
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
Dave Mustaine comenta a saída de Kiko Loureiro do Megadeth: "Era um cara legal"
A banda punk que Billy Corgan disse ser "maior que os Ramones"
A canção lançada três vezes nos anos oitenta, e que emplacou nas paradas em todas elas
O motivo pelo qual drogas de repente sumiram do rock, segundo Alice Cooper
Bumblefoot diz que seu pior show com o Guns N' Roses foi no RIR
O vocal que James Hetfield não conseguiu atingir na hora de gravar; "não consigo cantar isso"


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



