Resenha - Bar & Grill - Regulators
Por Guilherme Vignini
Postado em 17 de maio de 2001
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Regulators é uma banda com vários anos de estrada e que faz um southern rock de primeira. Começaram no começo dos anos 80, com influências de Lynyrd Skynyrd, ZZ Top, The Outlaws, Molly Hatchet e .38 Special.

Após o lançamento de um álbum em 93, perderam um de seus fundadores, que foi baleado em uma briga. Passaram-se vários anos para voltarem com nova formação e CD. A atual formação consiste em Ronnie Farrel – vocais e guitarra, Gary Jeffries – vocais e guitarra, Johnny Barnes – guitarras, Johnny Travers – guitarras, Randy Smith – baixo e vocais, Chris Turbis – piano, Hammond e vocais e Chuck Radek – bateria.
Com produção muita bem feita de Juan Crucier (Ratt) e mixagem de Billy Sherwood (Yes), o álbum começa com "Breakin’ Out", um som com referências de Lynyrd Skynyrd, com excelentes solos de guitarras, bem anos 70. "Money Pride & Greed" entra em seguida, com uma mistura de influências setentistas com o pop feito nos anos oitenta, solos matadores e um refrão bem legal. "Eatin’ Crow" tem o dedo de Crucier, pois lembra um pouco Ratt. O destaque aqui fica no solinho de piano bem simpático.
"The Real Deal" entra arrepiando com um duelo piano/slide guitar, para virar então um rockão daqueles que você sente vontade de aumentar o som do carro e dar uma acelerada pela Rota 66, com uma garrafa de bourbon do lado.
As músicas seguintes, "Burn The Bridges Down" e "The Fire", mantêm o pique do disco em alta. "Maple Leaf Rag" é um ragtime de 36 segundos que serve de gancho para "My Bags Are Packed", um rock’n’roll fantástico com solos de extremo bom gosto de guitarra e piano. Os vocais estão muito bem colocados, fazendo dessa talvez a melhor música do CD.
"Above The Law" faz novamente a junção entre os anos 70 – 80 – 90, com bons vocais de Gary Jefries. "The Lies" tem como destaque o riff de guitarra. O cd se encerra com "Sweet Sustain", uma balada a la "Free Bird", dedicada ao guitarrista assassinado, Jimi Hughes. É uma música bem triste e um tributo sincero sobre a perda de um amigo.
Resumindo, o CD inteiro tem uma qualidade que impressiona, de se perguntar como ficaram tanto tempo sem gravar. Procure por eles no www.regulators.com ou procure em algum importador o álbum, pois se você curte as bandas citadas, o CD é imperdível.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Os dois estilos musicais que Lemmy detestava e considerava pobres musicalmente
Brian May (Queen) admite ter mudado de ideia em relação à IA
Baterista do Linkin Park toca música do Iron Maiden que nunca havia escutado
Falling in Reverse lança "Joseph" com Corey Taylor e Serj Tankian em colaboração inédita
Loudwire coloca álbum do Angra como "melhor álbum de progpower" da história
O álbum clássico do rock que Ed Motta comprou escondido por ser coisa de playboy
Dave Mustaine mudou de vida depois que se converteu; "Deus me enviou para o AA"
Abbath cancela shows de 2026 e pede desculpas aos fãs e festivais
Brasileiros superestimam o Sepultura? Canal disseca mudança do show de despedida
O amigo que Ozzy Osbourne sentia falta de ter por perto e chamava de cara definitivo do metal
A criança que irritou Joey Ramone a ponto de inspirar um clássico dos Ramones
O tipo de música que Eddie Van Halen odiava tocar apesar de fazê-lo muito bem
O mito em torno de Raul Seixas que Regis Tadeu diz que precisa acabar
Iron Maiden: veja Bruce abandonando o palco em 1999
David Lee Roth: o vergonhoso teste de Matt Sorum para a banda
Regis Tadeu e o desconcertante vício que Angus Young não consegue largar

Relevante como nunca, Totalitär retorna após vinte anos com EP furioso
Herman Frank - O motor barulhento, rápido e construído para rodar
Entre nostalgia, legado e recomeços, Beseech apresenta seu 7º álbum de estúdio
Veterano Sacrifice mostra que continua afiado como nunca no ótimo "Volume Six"
O álbum pesado e melancólico do Soilwork que ajudou a salvar a minha vida
Black Sabbath: Born Again é um álbum injustiçado?



