Pink Floyd: e se Syd Barrett não tivesse enlouquecido?

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Por André Floyd, Fonte: Confraria Floydstock, Press-Release
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Roger Keith Barrett chegou diante de seus colegas colegiais Bob Klose, Roger Waters, Richard Wright e Nick Mason baterem cabeça e não se acertarem enquanto banda e menos ainda nos nomes desta, passando por Sigma 6, The Meggadeaths, Tea Set e The Abdabs, The Screaming Abdabs, The Architectural Abdabs.

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Barrett, já o querido Syd, apareceu e pôs ordem na casa, começando por firmar um nome que emplacasse e surgira o The Pink Floyd Sound que futuramente perderia os nomes das pontas para cravar Pink Floyd, homenageando os dois bluesmen obscuros Pink Anderson e Floyd Council, dos quais Syd era fã.

Syd Barrett conceituou toda a arte musical e visual do grupo, que conquistou os jovens do templo underground londrino UFO e logo despertara a atenção da gravadora EMI, que sem perder tempo lançou os singles "Arnold Layne" e "See Emily Play" que logo conquistou a ilha do cachorro de costas e tal sucesso não demoraria a cruzar o Atlântico.

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Então veio o álbum de estreia do Pink Floyd, "The Piper at Gates of Dawn" em agosto de 1967, praticamente todo concebido por Syd, um marco do cult-psicodélico.

Todavia Barrett começou a tomar ácido e mandrax de mais e compor e se apresentar de menos, restando-lhe umas pontas no álbum seguinte, "A Saucerful of Secrets", de 1968.

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Alí a esquizofrenia tóxica sepultava a carreira de Syd Barrett junto à banda que ele mesmo criara, que seguira em frente, virara a década e nesta se tornara um dos maiores pilares do rock progressivo de todos os tempos.

Mas, e se Syd Barrett não tivesse enlouquecido, ou pelo menos não a ponto de ser demitido e continuar exercendo sua liderança no grupo?

Como seriam as trilhas sonoras feitas pelo Floyd com ele a bordo?

Sua parte em "Ummagumma", dá para imaginar, ainda que por alto?

Como seria o primeiro álbum na década de 70 com Syd no Pink Floyd, "Atom Heart Mother", com ele sendo autor ou co-autor?

O Pink Floyd passaria a ganhar sonoridade A La Bob Dylan ou Neil Young na década seguinte?

Como seriam os duos vocais, com Waters, Gilmour e Wright e a divisão das guitarras com Gilmour?

Imaginem "Echoes" e "Comfortably Numb" contendo Syd Barrett.

E "The Dark Side of The Moon" a mais nababesca e emblemática obra do Pink Floyd, com Syd ganharia um tom menos pessimista e rascante e um pouco mais de clareza e esperança?

E a talvez mais difícil das questões?

Até quando o ego de Roger Waters o permitiria coadjuvar diante de Syd Barrett?

Elocubrações.

E aí, o que você acha?




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Sobre André Floyd

Amante e ouvinte constante de música. Editor do blog Confraria Floydstock.

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