Beatniks: LP reúne gravações dos pioneiros do Heavy Rock Lusitano

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Por Marcos A. M. Cruz
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"Muito legal, quando vai sair?" perguntei sobre aquela gravação inédita de uma banda setentista com uma sonoridade tipicamente progressiva da época, já que o registro é datado de 1973. "Ah, eu ainda não sei, meio desanimado com estas coisas", respondeu.

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"Como assim, desanimado?", mandei de volta. "Ah, o pessoal não quer gastar, prefere fazer downloads, e ainda por cima teve nego que reclamou dos lançamentos que eu fiz" disse Ray, enquanto se debruçava sob o balcão de sua loja (Blue Sonic, em São Paulo). "Chiaram principalmente da qualidade sonora, querem que estas gravações perdidas sejam top de linha", se referindo ao LÍRIO DE VIDRO e ao SPECTRO, bandas cujas respectivas histórias foram relatadas aqui no Whiplash:

Lírio de Vidro: Um sonho que se realiza em nome do velho Rock'N'Roll

Spectro: Prog power trio setentista com ênfase nos teclados

"Mas Ray, se dermos bola pra críticas a gente tá ferrado, considere que o que você faz é uma espécie de resgate de coisas perdidas de uma época que não volta mais, e claro que não vai agradar a todos e não vai vender os tubos, é material direcionado para uma minoria, um nicho". "Tá, tudo bem", disse ele. "Mas por falar nisto, faz tempo que não leio nada teu, o que você tem feito, largou mão do Whiplash?". Fiz cara de contrariado e retruquei: "Porra, sou editor daquela merda, trabalho direto!", emendando com a habitual ladainha que o excesso de atividades aliado à minha desorganização crônica me atrapalha etc.

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Daí chegou minha companheira, bem na hora em que eu falava pela enésima vez de minha paixão pelo Rock Pesado dos 70s e a ausência de bandas do gênero no país, e para virar o disco (mudar o assunto), me perguntou: "e a 'terrrinha', tinha alguma?", em sotaque tipicamente lusitano, algo que ela domina muito bem por ser neta de portugueses.

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"Ôpa, tem o XARHANGA, excelente banda lusitana com alguma influência do URIAH HEEP e DEEP PURPLE", respondeu Ray, tomando minha frente e comentando sobre o relançamento do disco, até então disponível somente em vinil ("Bota-Fora", creditado a Júlio Pereira e Carlos Cavalheiro). E eu percebi que minha amada tinha conseguido desviar a conversa daquele tema batidíssimo do qual ela não aguentava mais ouvir falar, já que daí o assunto passou a ser o relançamento de coisas só disponíveis em LP, e até algumas aqui no Brasil que só saíram no velho compacto.

Daí subitamente me veio uma idéia: "Ray, que tal lançar isto aí em LP? Daí você aproveita o 'revival' do formato e solta algo para um público específico, que é afinal quem se interessa por estas coisas". "É... eu já tinha pensado nisto, é uma boa!" respondeu, emendando: "Inclusive já andei vendo os custos, vou falar com os caras da banda, quem sabe?".

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"Pô Ray, veja lá o preço que vai pedir nisto, hein! Vou querer, é claro, mas já vou avisando que vamos negociar um descontinho!" Ele se virou pra mim com ar de indignação e fuzilou: "Porra, nem mandei fazer o negócio ainda e o cara já tá pedindo desconto!!! Tá vendo como são as coisas! PQP!!!"

Minha mulher queria sair e eu aproveitei para ir com ela, pedindo para que o Ray - que ainda resmungava bravíssimo com o que eu disse - guardasse um pacote para que depois a gente negociasse, pois aquele não seria o momento certo para isto, mais tarde ele se acalmaria...



Muito legal o disco do WARREN S. RICHARDSON JR que tinha vindo no pacote do Ray e que rolava a todo volume nos fones de ouvido - já era mais de uma da matina - enquanto eu navegava a esmo na internet vendo uma coisa aqui e outra ali, antes de dar uma última checada no Whiplash e depois desabar na cama.

Nesta, acabei indo parar num fórum gringo sobre som pesado onde li, dentre outras coisas, alguns detalhes interessantes sobre o "Space Amazon", do PANDORA, inclusive os produtores reclamando das baixas vendas do CD, apesar de seu ineditismo e - ao menos sob o meu ponto de vista - a excelente qualidade do material.

"Preciso mostrar isto para o Ray", pensei comigo enquanto ia navegando no fórum e clicando nos eventuais títulos de notas que me interessavam, até que me deparei com uma que me chama a atenção:

"BEATNICKS "Heavy Freaks Back In Town 1971-78
LP Limited to 500 copies.

The Beatniks are the Heavy Rock pioneers in Portugal releasing three classic seven inches throughout the 70's. First EP from 1971, Second single from 1972 and the third one in a more Progressive direction from 1978. This album compiles all three seven inches of Grand Sabbath glory, complete with a detailed band history. 400 copies in yellow vinyl and 100 copies diehard edition in red vinyl with poster and embroidered patch available in limited quantities".

BEATNIKS? Que coisa curiosa... eu lembrava vagamente da existência de uma banda brasileira com um nome parecido e bastou uma breve busca para achar as capas dos singles que seguem abaixo - por acaso vieram juntos alguns MP3, muito legal mas numa linha bem sixties, como seria de se pressupor.

Na nota do grupo lusitano tinha o link de um MySpace - www.myspace.com/beatnicks71 - que naquela ocasião trazia somente uma música da banda, chamada "Cristine Goes To Town", que fui checar se fazia jus à propaganda, pois hoje em dia é muito comum atribuírem valor desmesurado a discos que não são esta cocada toda.

Mas aqui... hum... guitarra, baixo e bateria secos... riffs sabbáticos... só saiu em compacto... banda de Portugal... edição limitada apenas em LP... hardão obscuro setentista... eram muitos os indícios que indicavam que era hora de sair da letargia, quando a Providência Divina nos manda tantos sinais não devemos desprezar, mas sim fazer a nossa parte para que as coisas se encaminhem. Sendo assim, vamos ao trabalho!



São apenas 28 minutos de gravações com algumas limitações técnicas, e na realidade vinte minutos de "hardão setentista" se considerarmos somente o EP e compacto, pouco se visto por um lado porém suficiente se visto por outro, já que cinco das sete faixas farão todo e qualquer hardeiro juramentado abrir um sorriso imenso de felicidade, e mesmo as duas últimas agradarão quem simpatiza com o Prog setentista - por sinal, a introdução de uma delas ("Somos o Mar") é bem Hard-Prog. E no fim das contas o LP é mais longo que o incensado resgate feito recentemente das gravações registradas pelo DEATH, banda proto- punk- funk- psych de Detroit, cujo disco, "...For The Whole World To See", totaliza apenas 26 minutos.

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Lançadas gravações perdidas de trio proto-punk de Detroit

Infelizmente nossos amigos portugueses pelo visto não compartilham conosco apenas o idioma, mas também uma certa falta de memória em relação aos seus roqueiros, pois são poucas e extremamente fragmentadas as informações sobre o grupo, boa parte delas extraída do encarte do LP e do MySpace.

Alguns dados adicionais foram obtidos graças a generosidade de Luis Titá e José Forte, que providenciaram scans de revistas da época com matérias relacionadas ao BEATNIKS - um agradecimento especial para ambos!

Ao que parece, o fato de existirem duas bandas com o mesmo nome (e grafia) foi apenas um mero caso de coincidência mesmo, ninguém copiou ninguém, já que por intermédio de uma das matérias escaneadas ficamos sabendo que entre 1965 e 1966 foram realizadas no Teatro Municipal de Lisboa várias etapas para o "Concurso Yé-Yé", sendo que a oitava eliminatória, vencida pela banda QUÍMICOS, também de Lisboa, teve como segundo colocado o BEATNIKS, descrito na matéria como "uma banda também formada por estudantes: Rui Manuel, 19 anos, bateria, João Ribeiro, 19 anos, viola-ritmo, Pedro Santos, 17 anos, viola-solo, Justiniano Grilo, 18 anos, viola-baixo, e António Jorge, 19 anos, vocalista", que "constituíram-se apenas há um mês, com a reunião de elementos de outros conjuntos. A época, pretendiam fazer carreira, mas sem objectivo profissional".


Após um intervalo de cinco anos, vamos reencontrar o grupo no início de 1971 com apenas um integrante da formação original: o baixista João Ribeiro, que juntamente com José Diogo (vocal), Rui "Pipas" Silva (guitarra) e Mário João Ceia (bateria), registram um EP chamado "Cristine Goes To Town" com três músicas: a faixa-título, "Sing It Along" e "Little School Boy".

Em seguida, a banda participa de um grande evento: o Festival Vilar de Mouros, considerado o "Woodstock" português: "A primeira edição do Festival Vilar de Mouros, há mais de 35 anos, foi moderna o suficiente para incluir no seu alinhamento explosivas actuações de uma série de bandas portuguesas que, por surgirem ao lado de alguns nomes internacionais de relevo - como Manfred Mann e Elton John -, deram o que tinham de melhor em concertos que ao longo dos anos ganharam um estatuto de quase lenda: os Beatnicks de João Ribeiro e do já falecido Rui Pipas (mais tarde também Lena d'Água e Tó Leal viriam a fazer parte desta banda), os Objectivo de Zé Nabo e Mário Guia, os Psico de Tony Moura, e os Chinchilas de Filipe Mendes actuaram ao lado de bandas menos pesadas mas igualmente míticas como os Pentágono (de António Garcez, que costumava acompanhar Paulo de Carvalho), os Sindikato de Jorge Palma e Rão Kyao ou os Pop Five Music Incorporated do hoje maestro Miguel Graça Moura. As estrelas nacionais do festival foram, claro, os Quarteto 1111, de José Cid" (citação extraída do artigo "Anos 70: Eléctricos & Revolucionários, publicado no Blitz: Rock em Portugal).


Daí é gravado mais um single, lançado entre o final de 1971 e início de 1972, trazendo duas músicas: "Money" e "Back in Town". E aqui a coisa se enrola um pouco, pois há duas versões para o desenrolar dos fatos: a primeira, calcada no texto da capa da reedição em LP, diz: "a banda começou a ter problemas com o exército, o serviço militar era obrigatório, Portugal estava em guerra com suas colônias portuguesas e a maioria dos integrantes fugiu para a Bélgica, onde viveram por algum tempo num esquema bem 'hippie'. Mas o guitar-hero Rui Pipas permaneceu em Portugal para prestar o serviço militar, embora não tenha sido chamado para combater na África. Pouco antes, o último ensaio realizada pela banda em 1972 com um Rui Pipas usando cabelos curtos, tendo que viajar dezenas de quilômetros para estar presente. Um integrante foi substituído e em seu lugar entrou o músico que seria o único a reformar o grupo posteriormente (se referindo ao baixista Ramiro Martins). Então Rui Pipas foi convidado para participar do ALBATROZ, com o qual registra um single em 1972".

Mas, ao que consta, a coisa foi um pouco diferente; vejamos um scan da revista Disco, datado de 15 de outubro de 1971, trazendo duas notas com outras informações:

"O grupo BEATNIKS, primeiro classificado no Festival Pop de Coimbra e, de quem já falamos a propósito da representação portuguesa ao festival da Baia de Vigo, após a saída de Rui Pipas, viola-solo, alterou quase completamente a sua anterior formação. Aproveitando a dissolução do grupo SINDICATO, que passará a reunir-se exclusivamente para gravações, João Ribeiro (viola-baixo) e Mário Ceta (baterista) dos BEATNIKS convidaram Júlio Gomes (viola-solo) e Jorge Palma (organista) para fazerem parte do grupo. A nova formação que tem todas as condições para fazer boa música prepara um novo disco para a Tecla (Nota: mesma gravadora que editou o EP e o compacto), o qual terá uma série de músicas em português. Entretanto, João Ribeiro, seguramente o elemento mais dinâmico e um dos fundadores do BEATNIKS, verá as suas possibilidades de ensaiar relativamente diminuídas devido à sua incorporação no exército".

"No período em que, como no futebol, se fazem transferências com vista `nova temporada, um novo grupo surgiu em Lisboa, formado por alguns dos maiores nomes da cena Pop nacional. ALBATROZ é o nome e dele fazem parte Jean Sarbib, viola-solo (ex-QUINTETO ACADÊMICO), Rui Pipas, viola-solo (ex-BEATNIKS), Pedro Taveira, baterista (ex-PENTÁGONO) e André Sarbib, organista (ex-GRUPO 5), o que a priori nos poderá deixar concluir estarmos perante uma formação de grande impacto musical (...) Por outro lado, Rui Pipas, que pode talvez ser considerado o melhor solista português de Hard Rock, e que fez anteriormente parte dos BEATNIKS, parece ter abandonado aquele grupo por 'incompatibilidades de ordem musical' com os demais elementos, foi imediatamente convidado pelos irmãos Sarbib para fazer parte do ALBATROZ (...) O agrupamento acaba de gravar um single e prepara-se para actuar em diversos espetáculos. Aguardemos ALBATROZ e façamos votos para uma longa sobrevivência desta Super-grupo".

Seja como for, o tal disco do BEATNIKS nunca viu a luz do dia e o ALBATROZ, até onde sei, só lançou um compacto, descrito na bio da contracapa do relançamento do BEATNIKS como tendo "sonoridade mais próxima das bandas psicodélicas da Costa Oeste Norte-Americana, embora ainda traga um pouco da influência de Hendrix/Cream".

Mas na realidade, o ALBATROZ foi uma banda de existência muito efêmera, pois pouco tempo depois o grupo aparentemente se desfez, e Rui Pipas foi para o KAMASUTRA, outra lendária banda portuguesa que não deixaria registro sonoro, e com o qual permaneceria até outubro.

Na imagem acima: Carlos Barata, Gino Guerreiro, Pedro Taveira e Rui Pipas. Foto extraída do Rock em Portugal


Então o grupo adota outro guitarrista e mais um organista, se transformando num quinteto que acabaria por participar no ano seguinte (1973) de um show, juntamente com outra mítica banda de Portugal chamada HEAVY BAND, onde estavam presentes os britânicos do ATOMIC ROOSTER.

Rui saíra da banda para ingressar no exército, para cumprir o serviço militar obrigatório, mas na noite de 30 de novembro de 1972, ao sair do quartel, ele sofre um acidente de automóvel que lhe tira a vida.


A trágica e precoce morte de Rui de certa forma marca o fim da existência do BEATNIKS que de fato interessa a esta coluna, pois daqui em diante o que temos é uma nova banda com outros integrantes, um C a mais no nome - passam a se chamar BEATNICKS - e que, principalmente, adotaria sonoridades muito diferentes, portanto o que segue é um breve resumo da sua trajetória, já que boa parte de seus novos membros possuem uma longa e respeitável história que não caberia e não seria pertinente aqui neste espaço.


Em 1974, após o redemoinho ocasionado pela Revolução dos Cravos, o grupo se refaz, mas mantendo apenas um integrante da formação anterior - o baixista Ramiro Martins, que na verdade apenas participara de alguns ensaios, ainda não estava no grupo na gravação do EP e compacto. Então a banda passa a ser Ramiro, o guitarrista Jorge Casanova, a atriz Helena D'Águas (filha do famoso jogador de futebol José Águas) que atuava como dançarina e cuidava do vocal, juntamente com Tô Leal (também percurssionista), um tecladista cujo nome não passou para a posteridade e o baterista Luiz Araújo.

Esta formação passa a percorrer o país em shows que são um sucesso, tocando algo mais ligado ao Rock Progressivo da época, em apresentações feitas ao lado de bandas conterrâneas do gênero e até do WAVEBAND, um combo Progressivo que contava com músicos alemães e às vezes até com integrantes do próprio BEATNICKS.

Lena Águas deixa o grupo em 1977 e em seguida ingressa o tecladista Antonio Emiliano, que participa da gravação do novo single, "Somos O Mar", lançado em 1978 e cuja capa ilustra o novo relançamento, trazendo a faixa título e "Jardim Terra", esta última uma canção numa linha bem Sinfônica, como pode ser visto no vídeo abaixo:

Em 1981 Ramiro monta um projeto chamado DOYO, cujo único disco conta com o tecladista e baterista do BEATNICKS. E neste mesmo ano saiu um novo single, contendo as músicas "Blue Jeans" e "Magia", ambas faixas fortemente inspiradas pela new-wave, gênero que nortearia o derradeiro álbum lançado em 1982, "Aspectos Humanos", recheado de canções do estilo, embora alguns resquícios da fase Prog apareçam na instrumental "Marcha Do Tempo", na balada com tons levemente progressivos "Quantas Vezes", e até no solo lá pela metade de "O Tempo Dirá", uma canção tecnopop.


Ramiro Martins, embora continuasse atuando como músico, se envolveu com produção e prosseguiu na carreira musical, vindo a falecer no ano de 2000.

No blog de sua ex-companheira de banda e esposa Lena Águas há algumas imagens, tanto do casal quanto da época em que ambos estavam no BEATNICKS.


Rui Pipas foi homenageado por Júlio Pereira (ex-integrante do citado XHARANGA) no seu primeiro disco solo, "Fernandinho Vai Ao Vinho" de 1976. E recentemente o grupo DAWNRIDER, em seu auto-intitulado CD de estréia, registrou a canção "Lisbon Thunder", pesadíssimo tributo de quatro minutos de duração a Rui e ao BEATNIKS, os legítimos pioneiros do Heavy Rock lusitano!

"Kickin' out the jams in Lisbon, 1971/ 'Christine Goes To Town'/ ignited a few common senses/ Bellbottom longhaired Blues/ military service opposition/ Get shocked, 'Sing it along'/ when the boys will be "Back in town"/ Motor City inspiration/ riffs made in Birmingham/ Lisbon thunder, down under/ your spirit lives with us/ Unexpected tragic loss/ a talent lost at 21/ Roadkill, destiny's will/ you will never be forgotten/ Splitting up in seventy two/ getting high in bloody Belgium/ Waiting for '74/ to celebrate the revolution".



E já que estamos falando em homenagens, este texto é dedicado à memória de Daniel, meu cunhado com quem tive o prazer de conviver por alguns anos, e que tenho certeza adoraria o BEATNIKS. Valeu, man!


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