Destruction

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Por Paulo Finatto Jr.

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O Destruction não é apenas um dos maiores expoentes do thrash metal alemão, assim como bandas como Sodom e Kreator, mas sim, do mundo todo. O grupo foi formado em 1983 na pequena cidade alemã chamada Weil am Rhein por Schmier (vocal e baixo), Mike (guitarra) e Tommy (bateria). A principal característica da banda na época era a forma espontânea do trabalho, que de forma alguma visava o sucesso. Porém pela pegada forte da banda, muitas oportunidades foram destinadas ao trio, que pode no ano seguinte lançar o seu primeiro mini-LP “Sentence of Death” pela gravadora alemã SPV. Este trabalho tomou uma proporção mundial, levando a banda a acompanhar o então nome ‘cult’ do thrash, o Slayer, em uma turnê em 1985. No mesmo ano da turnê saiu o então ‘debut’ da banda, “Infernal Overkill”, um LP completo que foi responsável pela passagem do Destruction no festival canadense World War III e serviu também para estabilizar o seu nome como um dos maiores do thrash metal europeu.

Após uma boa e bem sucedida turnê pela Europa, em 1986, foi lançado o álbum “Eternal Devastation”, mantendo o sucesso alcançado pela banda até então. A turnê de divulgação deste álbum contou com shows ao lado dos conterrâneos do Kreator e Rage, ambos atuando como banda de abertura. Após estes shows o baterista Tommy optou por deixar a banda, e no seu lugar entrou Olly. A banda aproveitou e adicionou ao seu ‘line-up’ Harry, um segundo guitarrista. Com esta nova formação – um quarteto – o Destruction novamente optou por lançar um mini-LP, desta vez intitulado “Mad Butcher”. Este é definido por todos como o melhor lançamento da banda, e foi responsável principal pela turnê que o Destruction fez nos Estado Unidos e em toda a Europa.

Infelizmente o que parecia ser a consolidação do Destruction em todo o mundo, acabou se tornando o início da decadência da banda. O então sucessor de “Mad Butcher”, “Release From Agony”, não agradou os fãs em virtude das novas influências que a banda tinha, trazidas pelos dois novos integrantes. A banda realizou nesta época uma turnê européia ao lado do Motorhead, em que a opinião dos fãs e imprensa não eram ótimas por unanimidade. Desta turnê saiu o primeiro ao vivo do grupo, “Live Without Sense”.

Durante as gravações do próximo álbum da banda, “Cracked Brain”, ocorre algo que seria o maior choque para os fãs do conjunto: a saída do vocalista/baixista Schmier. “Cracked Brain” acaba saindo somente em 1990 (estava previsto para o ano anterior), com o vocalista André (Poltergeist) como músico convidado, e é recebido com muito descaso por parte dos fãs. Durante a década de 90, Mike e Olly iriam manter o nome Destruction com outros músicos, mas nenhum dos próximos trabalhos da banda obteve alguma repercussão interessante. Estes trabalhos são: os mini-CDs “Destruction” (de 1994) e “Them Not Me” (de 1995), o álbum “The Least Sucessfull Human Cannonball” (lançado em 1998, este conseguindo um pouco de reconhecimento, mas não de forma igual do que acontecia na década de oitenta).

Devido à fidelidade dos fãs, os dois membros responsáveis pelo surgimento do Destruction – Mike e Schmier – retornam à ativa em 1999, com um novo baterista, Sven. A banda retornou ao seu posto de destaque no thrash metal, especialmente pelo sucesso que os seus dois últimos álbuns conseguiram no mundo: “All Hell Breaks Loose” de 2000 e “The Antichrist” de 2001. No ano de 2002, em função da turnê de “The Antichrist”, o Destruction realizou alguns shows em solo brasileiro, acompanhados, novamente, pelos conterrâneos do Kreator.

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