Power Paladin: sexteto põe Islândia no mapa do power metal
Resenha - With the Magic of Windfyre Steel - Power Paladin
Por Victor de Andrade Lopes
Postado em 25 de janeiro de 2022
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Bora começar 2022 com... mais uma banda de power metal? Cuja estreia vem com título apoteótico (With the Magic of Windfyre Steel) e capa com a combinação infalível dragão + castelo?
Talvez você já esteja revirando os olhos, mas há duas coisas que você deveria saber sobre o sexteto Power Paladin: primeiramente, eles vêm da Islândia. Você conhece algum grupo desta gelada ilha europeia? Eu mal conheço o Skálmöld. "Segundamente", eles até que tentam dar uma variada no som pra não ficar aquela coisa clichê.
Por exemplo, a faixa de abertura "Kraven the Hunter" já trata de romper com expetativas ao flertar abertamente com hard rock e glam metal oitentista. E para deixar a coisa ainda mais inesperada, um solo de... violão?
Essa adoção de elementos hard rock volta em menor grau em "Creatures of the Night" e aproxima o grupo do Edguy, lenda alemã do gênero notória pela incorporação de hard rock em seu som mais recente.
"Righteous Fury" e "Ride the Distant Storm", como os nomes sugerem, vêm com mais "cara" de power metal e formam a dupla mais empolgante, senão clichê do álbum.
"War Kings" quase engana com uma pegada folk, mas desemboca num power metal basicão, como o que se ouve em "Evermore" e "Dark Crystal". E "Into the Forbidden Forest" recupera elementos ouvidos anteriormente, como folk e power aceleradão, e manda ver ao longo de seus 7 minutos e meio de duração (a mais longa).
O encerramento fica com a fartamente sinfônica "There Can Be Only One", com um clima de fim de jornada que quase nos faz sentir tristeza que o disco acabou.
Para quem está buscando algo ao menos um pouquinho fora dos padrões ou para quem quer apenas ampliar seus horizontes geográfico-metálicos, o Power Paladin é um nome que merece atenção, e With the Magic of Windfyre Steel comprovou isso.
Abaixo, o clipe de "Righteous Fury".
FONTE: Sinfonia de Ideias
https://sinfoniadeideias.wordpress.com/2022/01/24/resenha-with-the-magic-of-windfyre-steel-power-paladin/
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
O vocalista que tatuou a banda no braço e foi demitido em seguida
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
Para Geezer Butler, capa de disco do Black Sabbath é "a pior de todos os tempos"
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
Para Matt Sorum, Velvet Revolver poderia ter sido tão grande quanto o Guns N' Roses
O primeiro disco de heavy metal do Judas Priest, segundo Ian Hill
A banda que é boa para ouvir num churrasco discutindo sobre carros, segundo Regis Tadeu
A música do Megadeth que James Hetfield curte, segundo Dave Mustaine
Os títulos de músicas do Metallica que aparecem em "The Last Note", do Megadeth
A banda que dá "aula magna" de como se envelhece bem, segundo Regis Tadeu
Dave Mustaine aponta o que poderia resolver sua relação com o Metallica
A sincera opinião de Jéssica Falchi sobre o Iron Maiden sem Nicko McBrain


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai


