Resenha - Quarante Jours Sur Le Sinai - Nil
Por Guilherme Vignini
Postado em 04 de junho de 2003
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Os franceses do Nil, banda de Rock Progressivo sinfônico, lançam seu terceiro trabalho, com bastante estilo. Não conheço os dois trabalhos anteriores, por isso me surpreendi com a qualidade desse cd.

Eles apresentam bastante influências de King Crimson, Änglagård, Fusion mas com bastante personalidade. Apesar do cd ser quase totalmente instrumental, tem algumas participações vocais da bela Roselyn Berthet, o que dá um toque parecido com bandas como Karnataka e Mostly Autumn, com a diferença de que é todo cantado em francês, o que dá um toque personalíssimo.
O cd é conceitual com 29 músicas divididas em dois "atos", falando da decadência da Atlântida, o Império Egípcio, os 40 dias que Moisés passou no deserto do Sinai. Tudo muito bem explicado em um encarte bilíngüe (francês / inglês).
Os músicos são muito competentes e fazem um som bastante envolvente. Acho que é um dos grandes lançamentos de Rock Progressivo nos últimos anos, principalmente se tratando de um trabalho conceitual, o que torna o trabalho um pouco hermético, pois não dá para destacar uma música isoladamente, deve-se ouvir todo o álbum para ter um panorama total do CD.
O álbum é cheio de climas e atmosferas, entrecortados pela guitarra de David Maurin, com toques de Allan Holdsworth e Robert Fripp. O Stick Bass de Samuel Maurin lembra bastante o trabalho de Tony Levin, e o tecladista Benjamin Croizy consegue criar atmosferas bastante interessantes com o uso dos velhos Hammond e Mellotron. A precisa bateria de Frank Niebel completa um time bastante coeso.
Após o lançamento desse CD, a participação da convidada Roseline Berthet deu tão certo que ela foi efetivada na banda, o que é uma boa notícia, já que as músicas de que ela participa são muito boas. Além de Roseline o cd conta com a participação de diversos músicos que cuidam de vocais, cellos, harpas e saxofones. É um trabalho bastante complexo e merece a atenção dos apreciadores de Rock Progressivo.
Maiores informações no website oficial: www.chez.com/nil
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A melhor música do Alice in Chains, na opinião de Max Cavalera
5 músicas de heavy metal que até quem não gosta conhece
Eddie Vedder toma banho de cerveja belga em eliminação americana da Copa
U2 lança "Street Of Dreams" e inicia nova fase com primeiro álbum inédito em nove anos
5 músicas de rock que tocaram tanto que o brasileiro não aguenta mais ouvir
Como uma gravadora de sertanejo bancou o disco mais progressivo do Brasil
Baixista do Napalm Death ficava triste quando ouvia Alice in Chains
As 20 melhores músicas do metal moderno, segundo o WatchMojo
5 músicas de heavy metal que são maiores que as próprias bandas
O clássico do Alice in Chains que Kerry King considera uma música incrível
U2 disponibiliza novo single e videoclipe, "Street of Dreams"
Bon Jovi realiza primeiro show oficial da nova turnê após quatro anos
Accept lança versão de "Balls to the Wall" com Rob Halford, Matthias Jabs e Rex Brown
O grupo feminino que Roger Waters despreza por considerar o fundo do poço do gosto musical
A lendária banda dos anos 1960 que Eddie Van Halen não entendia: "Poluído demais"
Quando Michael Jackson traiu a amizade que tinha com Paul McCartney
Slash: o segredo do timbre do guitarrista
Arnaldo explica por que saía do palco quando Titãs tocava hit de "Cabeça Dinossauro"

Brasileiro Puukkojunkkari faz ótimo punk/hardcore extremo cantando em finlandês
A Arquitetura da Fé e da Melodia - Michael Sweet Transmite Paz em "The Master Plan"
Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



