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Por que o Shamangra voltou após anúncio do fim da banda, segundo Luis Mariutti
Lzzy Hale fala sobre associação que algumas pessoas fazem do Halestorm ao rock cristão
A música que fez Jeff Loomis escolher o novo vocalista do Nevermore
Polêmica e de humor ácido, biografia de Dave Mustaine continua relevante e interessante
Após ter tocado com Ozzy, Gus G não pretende se juntar a outras bandas
A banda de rock nacional que falou sobre amor entre homens, foi censurada e recebeu anistia
A pior faixa de "The Number of the Beast", do Iron Maiden, segundo a Metal Hammer
Guitarrista do Pearl Jam se questiona se valeu a pena ao lembrar os mortos da cena de Seattle
Jay Weinberg diz que virou bode expiatório no Slipknot e foi demitido sem explicação
As duas bandas de Slash que ele sabia que não iam durar: "Eu não era muito estável"
Quando o Nirvana descobriu que havia conseguido um lugar muito bom ao sol
A melhor banda que Dave Grohl já viu: "Vontade de beber cem cervejas e quebrar janelas"
"Eagles Over Hellfest" é um bom esquenta para o vindouro novo disco do colosso britânico Saxon
O músico tão complicado que até Frank Zappa pisava em ovos pra lidar com ele
A palavra que aparece uma única vez nas músicas do Angra e prova que não são "espadinha"
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
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