RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP
Lamb of God anuncia detalhes do próximo disco e lança faixa-título "Into Oblivion"
A partida de pingue-pongue que definiu os rumos do rock nacional nos anos 1970
O único nome realmente genial do "Clube dos 27", segundo Sérgio Martins
O grande problema das músicas do "Dark Side of the Moon", segundo David Gilmour
O ícone do metal moderno que "deu carteirada" para assistir show do Kiss com o filho
A importância do In Flames na formação musical de Matt Heafy, vocalista do Trivium
Os três gigantes do rock que Eddie Van Halen nunca ouviu; preferia "o som do motor" do carro
Os dois hits dos anos 1980 que seriam primeira opção de Sting do The Police no karaokê
O desconhecido baterista que jamais será esquecido, segundo Neil Peart do Rush
Daniel Cavanagh tocará clássicos do Anathema no Brasil em fevereiro
Por que a Finlândia ama tanto heavy metal? Baixista do Amorphis tenta explicar
Novo álbum do Kreator, "Krushers of the World" é elogiado em resenha do Blabbermouth
O guitarrista que Angus Young disse ser "o mais imitado do mundo"
Tony Iommi tem 70 guitarras - mas utiliza apenas algumas
Peter Criss e Bob Ezrin contestam declarações recentes de Gene Simmons
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
![]()