RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP
Rock e HQs: quando guitarras e quadrinhos contam a mesma história
Tom Araya solta a voz durante prova da Nascar: "Pilotos, liguem seus motores!"
Gravadora negou quantia irrisória ao Judas Priest e acabou perdendo a banda
A música do Led Zeppelin que Robert Plant considera perfeita
O panfleto de fundamentalistas religiosos que "denunciava o satanismo" do Kiss em 1979
As 10 músicas mais emocionantes do Slipknot, segundo a Metal Hammer
Rolling Stones parece ter divulgado capa e título do novo álbum
As encrencas que causaram expulsão do Krokus de turnê com o Def Leppard
O filme que fez Dave Grohl mudar o título do novo álbum do Foo Fighters
A música do Genesis que para Phil Collins lembra o Led Zeppelin
A inesperada inspiração dos anos 1980 por trás da bateria de Dave Grohl em "Nevermind"
A atitude de Eric Clapton que Neil Young não gostou e escreveu música a respeito
5 músicas do Dream Theater que são carregadas de emoção
Dave Mustaine desmente boato sobre Pepeu Gomes no Megadeth; "É uma mentira"
Rolling Stone publica lista com os 100 melhores solos de guitarra de todos os tempos
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
![]()