RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP
A lenda do rock que Axl "queria matar", mas depois descobriu que era tão ferrado quanto ele
A música do HammerFall que ajudou a seleção sueca de curling a ganhar o ouro olímpico
Todas as tretas de Renato Russo com diversas bandas do rock nacional explicadas
Bandcamp decide proibir todo tipo de música feita por IA da sua plataforma
Art Cruz, baterista do Lamb of God, celebra três anos de sobriedade e agradece a Deus
Max Cavalera: "Sou um garoto de 17 anos preso no corpo de um homem de 56"
O riff de 1975 que Dave Grohl diz ter dado origem ao heavy metal na sua forma mais rápida
A banda Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs que André Barcisnski incluiu no melhores do ano
John Lennon criou a primeira linha de baixo heavy metal da história?
O álbum "exagerado" do Dream Theater que John Petrucci não se arrepende de ter feito
Nikki Sixx celebra os 45 anos do Mötley Crüe em post online
Max Cavalera só curtia futebol até ver essa banda: "Virei roqueiro na hora"
Quando perdemos o artista que, para Slash, era um dos maiores talentos musicais do século 20
A última grande cantora de verdade que existiu, segundo Regis Tadeu
A música do Angra que Rafael Bittencourt queria refazer: "Podia ser melhor, né?"
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
![]()