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A música de David Gilmour no Pink Floyd que ele odeia e não ouve desde o lançamento
O álbum do Rush rejeitado pelo público que Neil Peart guardava no coração
A história sombria por trás de um clássico do Bad Company
O papelão que Keith Richards protagonizou na primeira vez que visitou Ronnie Wood
O álbum dos anos noventa que Bono gostaria que surgisse novamente
A tragédia real por trás de "Detroit Rock City" não aconteceu em Detroit
A música longa que apavorou a gravadora do Queen mas acabou chegando ao topo das paradas
W.A.S.P. trabalha em novo álbum de estúdio, revela Blackie Lawless
Papa cita obra de Bob Dylan em texto contra armas nucleares
5 músicas famosas gravadas quando a banda estava praticamente acabada
O compositor considerado o maior dos anos 60 tanto por Bob Dylan quanto por Paul Simon
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O álbum do Black Sabbath cujo sucesso surpreendeu Geezer Butler
Testament tem músicas prontas para mais um disco, afirma Chuck Billy
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
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