RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP
Como o Sepultura ajudou a mudar a história de uma das maiores gravadoras da história do metal
Linkin Park: sua boa estreia no mainstream com "Hybrid Theory"
Volbeat oficializa guitarrista e volta a ser quarteto
Michael Amott afirma que nova música do Arch Enemy é um "acerto de contas"
Tony Iommi era a única pessoa de quem Ozzy aceitava broncas, revela filho
Foo Fighters anuncia novo álbum, "Your Favorite Toy"
Por que Diabolus in Musica é o pior álbum do Slayer, de acordo com o Loudwire
A música tocante do Nevermore que era uma das preferidas do vocalista Warrel Dane
O programa com a maior audiência da MTV Brasil de todos os tempos, segundo ex-diretor
A melhor música da história do punk, segundo o Heavy Consequence
A impagável história do cara que apanhou tanto de metaleiros quanto de punks
Allianz Parque liderou com folga a venda de ingressos para shows em todo o país
As 10 músicas que o Nevermore mais tocou ao vivo
As 5 músicas dos Beatles que Bob Dylan cantou ao vivo
Ex-baterista do Paradise Lost adoeceu após pular em piscina insalubre na era "Draconian Times"
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
![]()