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O músico que faz Dave Grohl se sentir insignificante: "Um grão de poeira musical"
A banda que deu esperança a Billy Idol, de acordo com o próprio
5 bandas de heavy metal que estão na ativa e lançaram mais de 10 discos de estúdio
A canção do AC/DC que veio de Bon, foi gravada por Brian e ainda arrepia Angus
O disco onde Eric Clapton deixou o heavy metal para trás; "não vão ter mais isso de mim"
O disco do Black Sabbath que causa sensação ruim em Geezer Butler
Perfume que marcou Ozzy Osbourne vira edição especial e ajuda no combate ao Parkinson
Richie Faulkner afirma que "base" do novo álbum do Judas Priest está pronta
O músico que é a "voz do rock progressivo", segundo o Loudwire
O membro mais importante dos Beatles com a pior carreira solo, segundo a Far Out
A música do Judas Priest que ficou fora de "Top Gun" por decisão da banda
Baixista Roberto "Ra" Diaz conta como foi chamado para ajudar o Korn
Neil Tennant (Pet Shop Boys) conta como foi assistir show do Sex Pistols em 1976
Ex-Metallica, Jason Newsted declara ter sido diagnosticado com câncer na garganta
Derrick Green prepara nova banda para o pós-Sepultura e promete mistura de peso e melodia
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
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