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A diferença entre Roberto Barros e Victor Franco, segundo Edu Falaschi
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A ironia difícil de engolir no maior sucesso comercial do The Clash
Com membros de Whitesnake, Stryper e Inglorious, Iconic anuncia novo álbum
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O guitarrista que estava ao lado de Jimi Hendrix num show histórico e depois foi apagado
O amuleto roqueiro que o ABBA usou quando ganhou o mundo
Músicos do Napalm Death dormiam no chão do estúdio durante gravação do segundo disco
Amorphis divulga vídeo da música "The Lantern", faixa de seu disco novo
John Petrucci tinha "pacto" de estudos com John Myung; "Praticar pelo menos 6 horas por dia"
"É difícil não se sentir politicamente engajado vivendo nos Estados Unidos", afirma Dave Grohl
Mark Osegueda, do Death Angel, diz que Cliff Burton era "um cara maravilhoso"
Quando Peter Green saiu do Fleetwood Mac e doou quase todo o seu dinheiro
A obsessão de Kirk Hammett que moldou a identidade do Metallica
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
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