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O álbum dos anos setenta que tornou possível surgir o Rage Against The Machine
A banda que fez Phil Collins perceber que o tempo do Genesis havia passado
Keith Richards lembra soco na cara que levou de Chuck Berry
A letra que Ozzy Osbourne chamou de "a pior porcaria" que já ouviu
Samael lança vídeo de sua nova música, "Hail to the Sun"
Cronos, do Venom, já pintou o cabelo por conta de Kate Bush
Insomnium retorna e divulga seu novo single, "Shadowlife"
Alissa White-Gluz estranhou a surpresa do público com sua ida ao Dragonforce
Epica lança clipe ao-vivo com participações de Alissa White-Gluz, Elize Ryd e Charlotte Wessels
O álbum gravado sob intensa tristeza que se tornou um dos maiores do Queen, conforme Brian May
Geddy Lee e seu disco preferido do Pink Floyd; "me cativou e incendiou a imaginação"
Nita Strauss cresceu acreditando que era descendente de Johann Strauss
Os 10 maiores discos de despedida da história do metal, segundo a Louder
O músico que voltou do fundo do poço para salvar o Red Hot Chili Peppers
A banda que Paul Stanley considera a essência do rock and roll
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
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