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Evanescence lança vídeo oficial da música "Who Will You Follow"
Blue Medusa, projeto liderado por Alissa White-Gluz, lança sua segunda música
O melhor cantor de blues de todos os tempos, segundo Keith Richards
O clássico que já anunciava o fim do Creedence, segundo John Fogerty
Dirk Verbeuren diz que Dave Mustaine é o criador do thrash metal
Álbuns clássicos do rock e metal que quase tiveram outros nomes, segundo a Loudwire
A música triste que o Nazareth transformou em um dos covers mais famosos da história
A crítica que Dio passou a fazer sobre o trabalho de Ritchie Blackmore no Rainbow
Qual a importância do Black Sabbath para a música pesada, segundo Rob Halford
Quando, bem antes da morte de Bonham, Plant sentiu que o Led não valia mais a pena
26 shows internacionais de rock e metal no Brasil até o final de maio
Ivan Busic traz o melhor do blues no envolvente single "Let the Night Roll In"
A música do Dream Theater que é a preferida de Herman Li, guitarrista do Dragonforce
Quem é o 1º brasileiro na Calçada da Fama em Hollywood, que atuou com lendas do rock
Jason Newsted não quer que "...And Justice For All" seja remixado
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
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