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A canção de Hendrix que Satriani demorou para tocar; "Tive que ampliar minhas habilidades"
A turnê em que Malcolm Young viu o AC/DC como concorrente de bandas como o Genesis
O álbum subestimado dos anos 1980 que é um dos preferidos de Corey Taylor
O dia que bispo ficou indignado porque ouviu música dos Titãs em estação de rádio
O álbum do Metallica que não saía dos ouvidos de Chris Hemsworth, ator que faz o Thor
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Dave Mustaine conta qual música do Metallica que ele ajudou a escrever é a sua preferida
Linkin Park confirma três shows no Brasil e lança nova música
A música épica do Iron Maiden que influenciou clássicos do Metallica
Lars Ulrich considera "Toxicity", do System of a Down, um dos maiores discos de todos os tempos
Por que Alice Cooper não aprova mensagem de "Imagine", de John Lennon?
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.