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A banda que esbanja confiança técnica e criativa fora do comum, segundo Regis Tadeu
A banda de rock alternativo que conseguiu juntar lado agressivo e delicado segundo André Barcinski
Nirvana - o desejo de Kurt de voltar para sua infância feliz
Cinco músicos ligados ao punk que eram "treinados demais" pro clichê dos três acordes
O disco dos anos 90 que Dave Grohl disse ter reinventado o hard rock dos anos 70
A música do Job for a Cowboy que fez Demi Lovato perceber que o metal pode ser cativante
As duas maiores performances de John Bonham no Led Zeppelin, segundo Robert Plant
O vocalista que tatuou a banda no braço e foi demitido em seguida
As duas bandas que foram as primeiras a fazer rock nacional nos anos 1980
Como Jéssica Falchi reagiu aos rumores sobre uma possível entrada no Mastodon
Teemu Mäntysaari diz que última turnê do Megadeth não será curta; "Vamos a todos os lugares"
Mikael Stanne relaciona a existência do Dark Tranquillity e do In Flames a Tomas Lindberg
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
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