RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP
Howlin' Wolf e Muddy Waters; a rivalidade entre dois gigantes do blues que um dia virou a mesa
Evergrey lança "Architects Of A New Weave", faixa-título de seu próximo disco
Dream Theater gravará show no Chile para futuro lançamento
Rafael Bittencourt diz que estava se reaproximando de Andre Matos antes da morte do vocalista
Baixista conta como cantora brasileira se tornou vocalista do Battle Beast
O disco do Rush que Geddy Lee diz ter sido o momento mais frustrante da banda
Sharon Osbourne confirma Ozzfest em 2027 e quer "novos talentos" no festival
O disco gravado por banda de metal extremo que decepcionou Max Cavalera
O "pior músico" que Paul McCartney disse que os Beatles já tiveram
Ex-Megadeth lembra de quando ele e Dave Mustaine tomavam banho na pia
Drowning Pool confirma turnê com três shows no Brasil
Com 142 atrações, Aftershock Festival confirma cast para 2026
"Enter Sandman", do Metallica, completa 800 semanas em parada britânica
Paulo Baron revela bastidores da volta do Twisted Sister com Sebastian Bach
A música do The Doors que dava sono em Paul Gilbert: "isso era chato pra mim"
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
![]()