RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP
A banda esquecida na história que Kurt Cobain queria ver mais gente ouvindo
Paul McCartney explica por que não tira mais fotos com fãs: "Não sou um macaco"
Kam Lee (Massacre, ex-Death) será o vocalista do Benediction no show em São Paulo
O integrante do Queen que poderia ter sido Phil Collins
Tesla divulga versão de "Spread Your Wings", clássico do Queen
Baterista da Lady Gaga ouve Death pela primeira vez e tenta tocar "Crystal Mountain"
"Chop Suey!", do System of a Down, ultrapassa 2 bilhões de streams no Spotify
Espera de quinze anos vale cada minuto de "Born To Kill", o novo disco do Social Distortion
Vocalista do HIM diz que o pop é "o McDonald's da música"
A música que até o Led Zeppelin achou complicada demais para levar ao palco
As 18 expressões e referências britânicas em hits dos Beatles que muita gente não entende
O casamento que colocou Sebastian Bach no Skid Row e Zakk Wylde na banda de Ozzy
Solo de guitarra de "One" surgiu "do nada", segundo Kirk Hammett
Scott Ian, do Anthrax, gostaria de trabalhar com o lendário Stephen King
TVs destruídas, formigas aspiradas, hotéis em chamas: as extravagâncias absurdas dos rockstars
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
![]()