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Por que Prince temia que achassem "Purple Rain" parecida com "Faithfully" do Journey?
Pete Townshend acha que "Tommy" tem mais a ver com os dias de hoje do que tinha quando lançado
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O ícone do metal progressivo que considera o Offspring uma piada
O dia em que Anthony Kiedis foi expulso do Red Hot e como isso acabou salvando sua vida
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Morre Chip Taylor, compositor de "Wild Thing", um dos hinos do rock
O produtor que decepcionou o Black Sabbath: "Iommi ficou incrivelmente desapontado"
O dia que Luis Mariutti e Roy Z vandalizaram as linhas de bateria de Rafael Rosa
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Armored Saint anuncia novo álbum, "Emotion Factory Reset"
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A canção dos anos 60 que James Hetfield disse ser uma verdadeira aula de riff no rock
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
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