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Nicko McBrain anuncia o livro "Hello Boys and Girls!", que será lançado em outubro
Do Uzbequistão aos Estados Unidos, a maior banda de metal de cada país
Eric Clapton regravou duas do guitarrista, mas na terceira ele titubeou; "muito intimidadora"
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O desconhecido que tocou com Ringo Starr, George Harrison, Bob Dylan e Neil Young
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O álbum do Pink Floyd que Roger Waters achava que só ele poderia conduzir
A razão que levou Carl Palmer a não ver shows de Jimi Hendrix e The Who na Ilha de Wight
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Banda iraniana foi condenada pela Lei da Sharia por tocar metal e caso chocou o mundo do rock
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
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