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O baixista que quase ocupou o lugar de John Paul Jones no Led Zeppelin
31 discos de rock e heavy metal que completam 50 anos em 2026
O clássico do rock britânico inspirado por Bob Dylan e Frank Sinatra: "Período estranho"
O dia em que gravadora cometeu o maior erro da história da música envolvendo os Beatles
O guitarrista que recusou os Rolling Stones e trabalhou com os Sex Pistols
A respeitosa opinião de Zakk Wylde sobre Lemmy Kilmister
Pitty: a reflexão sobre o tempo em "Semana que vem"
A curiosa semelhança entre dois membros do Metallica e Secos & Molhados
"Música emocional": por que essa definição resume o Anathema, segundo VincentCavanagh
Como uma brincadeira entre Michael Stipe e Kurt Cobain foi parar em sucesso do R.E.M.
O artista que Paul McCartney e Mick Jagger apontaram como o maior no palco
A única banda de hard rock que Keith Richards sempre elogiou: "Sempre impressionante"
O Megadeth tentou um guitarrista mas ele não sabia solar, então contrataram o professor dele
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
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