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Vocalista admite ter imitado seu antecessor em novo single do Fear Factory
O videoclipe que Bruce Dickinson produziu para uma banda glam/punk britânica
O vocalista que Steven Tyler odiava ser acusado de copiar, mas acabou concordando que era o melhor
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Epica lança álbum digital "Live At The Symphonic Synergy"
Slash anuncia álbum solo "Flying Blind" e confirma quatro shows no Brasil
A opinião de Marcelo Barbosa sobre o Angra que chocou Andre Matos: "No Brasil, só você"
Por que hiato do Angra não foi pretexto para tirar Fabio Lione, segundo Felipe Andreoli
Morre Lito Sousa, do Aviões e Músicas; veja sua relação com o rock
Grave Digger lança "The Number", primeiro single de seu próximo disco
Amon Amarth lança seu novo disco de estúdio, "The Allfather Awakens"
As 13 melhores músicas de Rod Stewart nos anos 1970, segundo o próprio
"Living after Midnight" do Judas Priest, um hino aos estilos de vida alternativos
A provocação ao Arsenal que Derek Riggs incluiu na capa de "Somewhere in Time"
Ano 2000. Então com 12 anos, entrei na secção de CDs de um supermercado para gastar o dinheiro da mesada que meu pai dera dias antes. Sem o mínimo de discernimento, deixei-me fascinar pela bela capa do Brave New World, do Iron Maiden. Não me decepcionei. Aqueles vocais operísticos e as guitarras melodiosas foram a porta de entrada para o heavy metal, estilo que muito contribuiu para a formação dos meus valores e da minha personalidade. Hoje, aos 21 anos, estou no último ano do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e trabalho com assessoria política. A música pesada, porém, nunca me abandonou. Além da Donzela, nutro sincera paixão por Black Sabbath, Deep Purple, Dio, Metallica, AC/DC, Rush, Pink Floyd, Dream Theater, Judas Priest, Yes e Motörhead. As bandas emo, indie ou qualquer uma que tire onda de moderninha e bem comportadinha me exasperam profundamente. Odeio instrumentais paupérrimos e rebeldia de boutique. Rock n' roll existe para questionar noções consagradas de normalidade e tensionar padrões morais e estéticos dominantes. Para cultivar a estupidez e exaltar o artificialismo, já existe a música pop. Sim, sou um old school empedernido.
Mais matérias de Guilherme Vasconcelos Ferreira.
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