Capital Inicial: Casa lotada, grandes hits e homenagens em SP

Resenha - Capital Inicial (Citibank Hall, SP, 30/05/2015)

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+Compartilhar no WhatsApp

Por Tom Macedo
Enviar correções  |  Comentários  | 

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Uma das mais prestigiadas bandas do Rock Nacional atualmente, o Capital Inicial se apresentou no último sábado (30/05) no Citibank Hall em São Paulo, com casa lotada e um público bastante variado contando com diversas gerações de fãs e famílias inteiras devidamente vestidas com suas camisas da banda.

Dinho: roqueiro pode ser escroto e pagodeiro um grande sujeitoCapas de álbuns: as mais obscuras e marcantes da história

Imagem

Fotos: Kennedy Silva. Galeria completa em:
https://www.facebook.com/kennedysilvaphotos

O quarteto Brasiliense formado por Dinho Ouro Preto (Vocais), Yves Passarell (Guitarra), Flávio Lemos (Baixo) e Fê Lemos (Bateria), e que conta com Robledo Silva (Teclados) e Fabiano Carelli (Guitarra e Violão) como músicos de apoio, excursionam o país divulgando seu último trabalho, o EP “Viva a Revolução” lançado em 2014.

O show que estava marcado para as 22h:00min começou com mais de 30 minutos de atraso, fato que não incomodou nenhum dos presentes.

A banda então sobe ao palco e abre o show com a música “Respirar Você”. O frontman Dinho Ouro Preto avisa que aquele seria um grande show, e que iriam tocar músicas de todas as fases da banda e algumas músicas da extinta banda Aborto Elétrico, e então tocam “Quatro Vezes Você”, “Independência”, “Mais”, “Depois da Meia Noite”, “Eu Nunca Disse Adeus” e “Não Olhe Pra Trás”. Me surpreendeu bastante a interação que a banda tem com o público durante a apresentação, conseguindo fazer os presentes pularem até em músicas mais lentas.

Imagem

Imagem

Então vem “Como se Sente”, “Como Devia Estar”, “Ressurreição”, Algum Dia”, “Melhor do Que Ontem”, “Olhos Vermelhos” e as clássicas “Belos e Malditos” e “Música Urbana”. Então chega o momento de relembrar a banda Aborto Elétrico, que quando acabou teve suas composições divididas entre Capital Inicial e Legião Urbana. “Veraneio Vascaína”, “Geração Coca Cola”, “Que País é Esse” e “Fátima” com certeza trouxeram um sentimento de nostalgia nos mais antigos que curtiram as décadas de oitenta e noventa.

Na sequência, fazem um cover de Raimundos, tocando “Mulher de Fases”, e logo após “Natasha” e “A Sua Maneira”. A banda então se despede e sai do palco.

Imagem

Imagem

A espera foi pequena, Dinho volta ao palco sozinho e diz que iria começar “o segundo ato”. Então convida Thiago Castanho (Violão e guitarra) ao palco e executam “Coração Vazio”, e na sequência mais dois covers, desta vez de Charlie Brown Jr com “Só os Loucos Sabem” e “Me Encontra”. Thiago se despede, a banda volta ao palco e vem então “Cristo Redentor” e mais um cover, desta vez de Legião Urbana com “Tempo Perdido”. Tocam “O Mundo” e Dinho pergunta o que a plateia quer ouvir e vários gritos desordenados de muitas músicas diferentes ecoam. Ele diz escutar uma pessoa que estava bem na frente ao palco grita “Fogo”, que acaba sendo a música escolhida. Então chega a vez de “Primeiros Erros”, que encerra a apresentação do grupo.

Imagem

Imagem

O Citibank Hall é indiscutivelmente uma das maiores, melhores e mais conceituadas casas de “Sampa”, com estrutura invejável, localização privilegiada e muita tradição em receber grandes shows. E o Capital Inicial se fez grande no palco, demonstrando que atualmente é uma das maiores e mais conhecidas bandas do cenário nacional, conseguindo lotar a casa, tocando vários de seus hits e homenageando outros nomes do Rock.

Setlist:
1 – Respirar Você
2 – Quatro Vezes Você
3 – Independência
4 – Mais
5 – Depois da Meia Noite
6 – Eu Nunca Disse Adeus
7 – Não Olhe Pra Trás
8 – Como se Sente
9 – Como Devia Estar
10 – Ressurreição
11 – Algum Dia
12 – Melhor do que Ontem
13 – Olhos Vermelhos
14 – Belos e Malditos
15 – Música Urbana
16 – Veraneio Vascaína
17 – Geração Coca Cola
18 – Que País é Esse
19 – Fátima
20 – Mulher de Fases
21 – Natasha
22 – A sua Maneira
Bis
23 – Coração Vazio
24 – Só os Loucos Sabem
25 – Me Encontra
26 – Cristo Redentor
27 – Tempo Perdido
28 – O Mundo
29 – Fogo
30 – Primeiros Erros

Banda:
Dinho Ouro Preto (Vocais)
Yves Passarell (Guitarra)
Flávio Lemos (Baixo)
Fê Lemos (Bateria)
Banda de Apoio:
Robledo Silva (Teclados)
Fabiano Carelli (Guitarra e Violão)
Convidado:
Thiago Castanho (Violão e guitarra)

Imagem

Imagem

Imagem

Quer ficar atualizado? Siga no Facebook, Twitter, G+, Newsletter, etc

GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+Compartilhar no WhatsApp

Capital Inicial
O roqueiro pode ser um escroto e o pagodeiro um grande sujeito

Todas as matérias e notícias sobre "Capital Inicial"

Dinho Ouro Preto
"O problema do Restart são as letras"

Malta e Coldplay
Liderando lista de músicas mais chatas de 2014

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato.

Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Trolls e chatos que quebram estas regras podem ser banidos. Denuncie e ajude a manter este espaço limpo.

Todas as matérias da seção Resenhas de ShowsTodas as matérias sobre "Capital Inicial"

Capas de álbuns
As mais obscuras e marcantes da história

Megadeth
Confira foto exclusiva de Dave Mustaine com Kiko

Lobão
Se metendo na conversa alheia e pagando mico

Venom: "Matar pessoas não é entretenimento"Slash: guitarrista conta o que tem ouvido ultimamenteQueen: ouça a voz isolada de Freddie Mercury em clássicosBandas: os dois lados dos rompimentos de formações clássicasTwisted Sister: a ascensão e a decadência em apenas 18 meses

Sobre Tom Macedo

Mineiro, Tom Macedo foi para São Paulo ainda pequeno. Com sete anos de idade, ganha de um colega da primeira série uma fita K7. A fita em questão era Seventh Son of a Seventh Son do Iron Maiden, e o pequeno garoto se apaixona pelo estilo musical até então desconhecido. Hoje, Tom é guitarrista e compositor de uma banda, é fanático por Kiss e diferente de todos em São Paulo, adora um congestionamento só para ter mais tempo de escutar o bom e velho Rock and Roll.

Mais matérias de Tom Macedo no Whiplash.Net.

Link que não funciona para email (ignore)

Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria, e não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será removido. Conheça a nossa Política de Privacidade.

Em agosto: 1.237.477 visitantes, 2.825.604 visitas, 7.034.755 pageviews.

Usuários online