Shadowside: "Era a única na escola que escutava Metal!"

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Shadowside: "Era a única na escola que escutava Metal!"

Postado por Laura Udokay | Fonte: Blog Laura Udokay

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A banda brasileira de heavy metal SHADOWSIDE, parece difícil de ser ignorada, o que é ótimo. Esses brasucas sabem fazer barulho, o bom barulho! Com os pés na estrada desde 2001, SHADOWSIDE pode ter, além do heavy, muita história para contar, afinal, os integrantes foram esses típicos sonhadores de garagem, com imaginação recheada de amor ao som pesado.

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Sempre tive uma queda pela voz da DORO, mas a DANI NOLDEN faz também especial diferencial na lista de vocalistas femininas.

Quem tem um sonho de infância, de adulto, ou de minuto em minuto, pode de repente se inspirar nos percalços enfrentados por SHADOWSIDE e, se manter mais espontâneo quando o assunto é preservar a personalidade.

A mensagem do álbum "Dare To Dream" traduz um sentimento muitas vezes sufocado: a fé em cavar mais fundo em nós mesmos e buscar sim realizar algo só nosso, nem que seja apenas mudar a forma de pensar (para a melhor, sempre!). No meu caso já posso ser em partes realizada só pelo fato de você estar lendo minhas palavras :)

Nesta entrevista “curta e grossa” dei as lacunas e a DANI preencheu. Aprecie!

Udokay: Segundo a revista Roadie Crew, o álbum "Dare To Dream" foi eleito por seus jornalistas e colaboradores como o melhor de 2009. Pelo fato deste álbum ter competido com grandes figurões do meio musical e também revelações, como você recebe estas opiniões?

DANI NOLDEN: Como mais um degrau que subimos na carreira. Quando você lança um novo trabalho sempre existe o desejo e a esperança de ver o material entre os melhores do ano, afinal passamos tanto tempo compondo, gravando, fazendo este material tomar forma, que quando ele finalmente está terminado, o que você mais tem vontade é de vê-lo ser bem-sucedido e apreciado pelas pessoas que acompanham a carreira da banda. Acredito que isso nos mostra que estamos no caminho certo, e apostar na nossa própria identidade é o melhor que podemos fazer. Nós ousamos, fizemos um disco que desde o começo era para ser cru, direto e divertido. As pessoas entenderam nossa proposta e é maravilhoso ver esse reconhecimento de algo que fizemos com o coração.

Udokay: O álbum "Dare To Dream" tem foco no otimismo em relação a sonhos e ideais, vejo, talvez, um pouco das ideias marxistas, tipo o trabalho, a sociedade em si, aliena o homem. Pois ele deixa de ser ele mesmo para acreditar em valores pré-concebidos. Há inspiração nos conceitos filosóficos em seu trabalho?

DANI NOLDEN: Não, minhas inspirações são meus amigos, as coisas que acontecem na minha vida e na vida das pessoas que conheço. Eu vi vários amigos abrirem mão de sonhos e desejos para se encaixarem no que a sociedade esperava deles. Vi músicos excelentes desistirem da carreira porque os pais não permitiam que levassem a música à sério. Também amigos de escola forçados a seguir a profissão de um dos pais ou profissões que eles sonhavam para os filhos. Outros jogaram tudo para o alto e decidiram apostar nas coisas em que acreditavam. Se você olhar de fora, alguns desses que seguiram os sonhos não são tão bem-sucedidos profissionalmente, mas quando observa a vida de cada um deles, você percebe quem realmente está contente com seu próprio momento. Muitas pessoas fazem o que precisam para sobreviver e isso é perfeitamente compreensível, mas não podem deixar de aproveitar o tempo que têm no mundo.

Udokay: Você disse que a internet os ajudou a divulgar a música. O que teria feito acaso a web não desse um retorno satisfatório?

DANI NOLDEN: Teria continuado fazendo minha música, tocando e cantando ao vivo sempre que possível, apenas para minha diversão. Antes de qualquer coisa, isso é algo que faço porque sou apaixonada por música, gosto de cantar e compor, então eu continuaria fazendo mesmo se fosse só para mim e meus pais. Nem faria para o resto da família, porque eles não gostam de Heavy Metal (risos). Não acho que teria existido outro caminho para nós, se não fosse a internet. Poderíamos ter feito tudo a moda antiga, fazendo muitos shows, torcendo pra assinar com uma gravadora, mas a realidade é que antigamente, muita sorte era necessária. Precisava estar na hora e no lugar certo e ter a sorte de alguém importante ver um show seu. Hoje, as bandas conseguem ter um pouco mais do futuro nas próprias mãos. O segredo de tudo é conquistar uma base sólida de fãs. Nem mesmo assinar com uma gravadora é tão importante hoje. Poucas delas fazem alguma coisa pelas bandas, então o melhor é tomar as rédeas da própria carreira e não ficar esperando que alguém faça alguma coisa por você.

Udokay: Certo! Então, você se atreveu a sonhar... Quanto custa um sonho e o que significa poder gozar essa vitória?

DANI NOLDEN: Custa muito sacrifício, muita dedicação, deixar de lado algumas coisas certas vezes até importantes para que alcançar seu objetivo seja possível. Mas nada disso é um problema quando você tem um objetivo e sabe o que quer. Não é tanto por realizar um sonho, mas pela satisfação de terminar algo que começou. Nada é melhor que estabelecer metas para si mesmo e ter força de vontade para cumpri-las. O segredo é tecer metas realistas. Não adianta querer chegar ao outro lado do mundo em 5 minutos. Chegue primeiro até a cidade vizinha e então veja o que acontece(risos).

Udokay: As gravadoras, muitas vezes, definem ao músico o que é vendável e, não raro, isso acaba por castrar o sentido criativo, além da verdadeira identidade do artista. O que vocês abdicaram de si mesmos para serem o que hoje são?

DANI NOLDEN: Nada! Absolutamente nada! Esse é um dos principais motivos que nós fizemos questão de não assinar com uma gravadora antes de provarmos que o que gostamos de fazer funciona. É muito importante as bandas conhecerem seu potencial e assumir o controle. É ainda mais importante que eles construam a própria carreira sozinhos antes de procurar uma gravadora. Se você chega sem nada, não está em posição de fazer exigências. Você aceita o que eles querem ou vai embora. Mas se a banda aparece com algo sólido, então a gravadora nem vai querer que eles mudem alguma coisa. Nós optamos por isso e tem funcionado até o momento.

Udokay: O sucesso é predador?

DANI NOLDEN: Sem o devido cuidado, sim. Qualquer pessoa sem preparo psicológico para lidar com isso acaba sendo engolida pelo próprio ego.

Udokay: A sua vida sem ser a vocalista do SHADOWSIDE era, ou seria como?

DANI NOLDEN: Muito chata, eu acho (risos). Antes, fui bailarina, atleta, cheguei a jogar nas categorias de base de futebol do Santos FC e pensei em ser bióloga. Nada disso parecia ser suficiente, eu sempre sentia falta de algo: a música. Inicialmente, era para ser apenas um hobby, mas acabei me dedicando tanto a isso que se tornou uma parte inseparável e muito importante da minha vida.

Udokay: Tudo bem, vocês disseram que tiveram de se cercar de pessoas da família para não saírem flutuando por aí com tanto sucesso, mas, de verdade, o que lhe seria mais árduo de se lidar: ascensão ou declínio?

DANI NOLDEN: Os dois são complicados, se você não se prepara para eles. Deve ser mais dolorido lidar com o declínio. O perigo da ascensão é você se achar especial apenas porque está conseguindo alguma coisa na vida. Achar que merece tratamento especial, que é melhor que alguém. E então pensar que não tem mais nada a aprender e um menino ou menina de 15 anos aparecer fazendo as coisas muito melhor que você. Durante a ascensão, é necessário desfrutar do sucesso com os pés no chão, sabendo que tudo isso é muito frágil. E mais cedo ou mais tarde terá de lidar com o fim disso tudo.

Udokay: Esse mundo fala a linguagem do dinheiro, aparência e baladinhas que grudam na cabeça. Portanto, hoje vejo que alguns dinossauros do rock e metal acabaram por se tornar mainstream e viveram seu apogeu nas décadas 70, 80 e metade dos 90. Com base nisto, o que pode destruir a musicalidade?

DANI NOLDEN: Acho que apenas a falta de originalidade pode destruir alguma coisa. Copiar e não tentar criar. Baladas que grudam na cabeça não me incomodam, desde que sejam bonitas, bem feitas. Tem várias baladas de Rock e Metal que eu adoro. Muitas pessoas não gostam, muitas tem a mesma opinião minha, mas é apenas uma questão de gosto. Música deixa de ser música quando passa a ser uma simples fórmul, ou quando você copia alguma coisa que deu certo apenas para pegar carona no que já foi provado que funciona.

Udokay: Como você vê essa veneração por mártires da música? As pessoas, de fato, são assim tão mundanas?

DANI NOLDEN: É uma forma de viver através de outros, eu penso, como falamos antes, muitas pessoas deixam de sonhar, vivem apenas pela sobrevivência. Elas precisam de algum escape. Quando as coisas não são como as pessoas querem, então começa a fantasiar com a vida dos outros. Existe uma visão romântica de como é a rotina de um artista, e a música mexe com o sentimento das pessoas. Não deve ser difícil se apegar a fantasia de ser alguém que mudou o mundo.

Udokay: Você disse que no Brasil falta promotores diplomáticos, que se preocupem com público e banda. Em grandes shows, como essa “digamos” falta de consideração pode afetar todos os envolvidos?

DANI NOLDEN: Antes de qualquer coisa, é muito raro ver isso acontecer em grandes shows em relação ao tratamento e condições da banda. Em um grande show, você não vai ver o promotor negando alguma coisa para os artistas, especialmente se é algo necessário para a performance. Uma banda que toca para grandes públicos está em um estágio onde não precisa mais fazer concessões. O que eles querem vão ter. Descaso com o público é mais comum. Como a falta de preocupação com o local ideal do show, água a preços absurdos. É desumano cobrar 5 reais por um copinho de água, ainda mais em um evento a céu aberto, quando o público está embaixo do sol o dia inteiro. No meio underground é possível encontrar algumas coisas complicadas para as bandas. Eu já cheguei em passagens de som, para descobrir na hora que não tinha retornos no palco e parte do sistema de P.A. não estava funcionando. Como é possível fazer um show se tudo que você toca soa como uma transmissão de rádio AM? São coisas básicas, deve haver o mínimo de condição de fazer um show. As bandas precisam disso para apresentar algo de qualidade e o público merece, porque gastaram tempo e dinheiro pelo ingresso. Então, se você não aceita essas condições, o promotor sai te chamando de fresco, dizendo que é um artista exigente demais. Se aceita, o público sai frustrado, a banda sai prejudicada e na próxima vez que aquele promotor realizar um evento, a venda de ingressos será mais baixa, porque não dá vontade de ir a um show onde não vai dar para escutar um instrumento ou então nem conseguir distinguir os sons.

Udokay: Tanto o seu visual, quanto dos rapazes da banda, é algo intrínseco a vocês ou forjado por contratos e apelo de marketing?

DANI NOLDEN: Isso é nosso. Não significa que algum de nós anda de calças de couro para ir ao cinema (risos). É como se vestir para a ocasião! Eu sou como qualquer mulher, mas ao invés de ficar ansiosa por uma festa só para ter desculpa para usar um sapato novo, o palco é minha desculpa para usar as coisas exageradas que me fariam ser chamada de louca se as usasse no dia-a-dia (risos).

Udokay: É fato que o hábito faz o monge! Desde "Shadowside EP" até "Dare To Dream", o que se evoluiu e o que se manteve? (Pois pelo que acompanho, houve sim mudanças consideráveis no que concerne arranjos e até estilo).

DANI NOLDEN: Muita coisa mudou, mas nada que era a essência da banda. Somos energia, peso, intensidade, melodias marcantes e isso está em cada uma das nossas músicas, desde a primeira de nossa carreira. Tiramos as coisas que não representavam 100% SHADOWSIDE, o que nós sentimos que era mais outros artistas do que nós. Cada vez mais perdemos o interesse em tentar impressionar por sermos rápidos ou virtuosos... Decidimos deixar nossas qualidades individuais aparecessem naturalmente, sem preocupações, nossa prioridade é a música. Ficamos mais maduros, confiantes em apostar na nossa personalidade.

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Udokay: Em muitas entrevistas é comum lhe perguntarem como você se sentiu em trabalhar com DAVE SCHIFFMAN e HOWIE WEINBERG, reconhecidos por trabalharem com bandas tais como: SYSTEM OF DOWN, AUDIOSLAVE, RED HOT CHILLI PEPPERS, AEROSMITH, PANTERA, NIRVANA e, por aí vai. Além é claro do fato de você despertar muito interesse do público metal masculino, infelizmente, generalizado como maioria fã de música pesada, enfim, se jogar tudo isso no liquidificador e pôr para assar, o que dá disso tudo? (risos)

DANI NOLDEN: Bem, eu acho que me senti da mesma forma que os meninos (risos). Para mim, eles são profissionais da música e isso é o mesmo que eu sou para eles. O público fica interessado por uma mulher em uma banda, acho isso natural, porque apesar de ser mais comum que há 20 anos, tem muito menos bandas com mulheres que com homens. Não sei se algum dia isso vai mudar, depende do interesse feminino pela carreira de artista de Rock/Metal. De qualquer forma, apesar de todo o interesse do público masculino por mim ou por qualquer outra cantora, ninguém se estabelece nesse meio se o interesse não vai além da imagem, ainda mais depois que tudo deixa de ser novidade. A única coisa que importa é a música. Eu não penso muito sobre isso, porque nunca senti tratamento diferenciado por ser mulher, provavelmente porque nunca fui algo diferente disso (risos). Não dá para comparar, porque não sei dizer se os vocalistas recebem outro tipo de atenção.

Udokay: "Hideaway" aborda a síndrome “Carrie A Estranha”, você confessou ter sido difícil incorporar a intensidade dessa canção. Como experiência de vida, esse videoclipe lhe agregou quais sentimentos?

DANI NOLDEN: Essa música é uma versão exagerada de mim mesma na adolescência. Sempre fui diferente, porque era a única em toda a escola que escutava Heavy Metal. A situação piorou um pouco quando eu comecei a passar o tempo em sala de aula escrevendo música, depois ainda mais quando eu contei que queria formar uma banda (risos). Apenas no último ano descobri alguém que não me achava louca, sonhadora, desajustada. Por sinal, ele também é fã de Heavy Metal e provavelmente tão desajustado quanto eu (risos). É meu amigo até hoje. Interpretar "Hideaway" me fez pensar em tudo isso, mas imaginando como seria se eu quisesse a aprovação dessas pessoas e sofresse pressão da família para ser perfeita e correta em tudo. Foi um pouco pesado, porque me coloquei no lugar de um adolescente sem estrutura, tentando agradar a todos e falhando. Tudo isso me fez valorizar as pessoas que sempre tive ao meu lado e, me fizeram não sentir que era um problema fazer parte de uma minoria.

Udokay: Segundo você relata no blog, as gravações ocorreram em um prédio velho. De quem foi a sugestão de local?

DANI NOLDEN: O local pertence a um conhecido da banda, era um lugar abandonado que já foi uma concessionária de carros. Um espaço grande, neutro, mas um tanto destruído. Parecia o lugar ideal para recriar o sentimento da música.

Udokay: "Hideaway" desperta sentidos claustrofóbicos, confinamentos em nosso próprio “eu”. Em vista disso, a citada paz de espírito é ilusão?

DANI NOLDEN: Não, eu sinceramente não acredito. Para ter paz de espírito, basta você estar satisfeito com quem ou o que você é.

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SEM FRONTEIRAS

SHADOWSIDE é eleita pela revista portuguesa Horns Up! como a melhor banda brasileira e revelação no cenário metal, seus shows também estão entre os melhores de 2009.

O Noisecreep, portal de música do provedor de internet America On-line (Aol), publicou entrevista com a vocalista DANI NOLDEN, onde ela afirma ter orgulho de seu timbre peculiar no mundo pauleira do Heavy Metal.

"Dare To Dream" é também muito bem falado nos jornais Estado de Minas e A Tribuna. Ambos reforçam a ótima acolhida por parte de fãs e mídia para este último álbum de apenas sete meses de lançamento.

No programa Volume 10, em Angola, as canções da banda são uma constante na Rádio FM Stereo 96.5 MHZ. Mais uma conquista desses artistas!

E em desfecho a esta matéria, DANI NOLDEN deseja que todos curtam "Dare To Dream". De alguma maneira encontrem uma força motriz para darem seus passos em direção a tudo que vale sonhar. Ou então, que lhes divirta e conforte.

“Foi feito com todo o coração. Não vejo a hora de encontrar a todos em algum show e fazer uma verdadeira festa cheia de energia e muito Heavy Metal. Abraços a todos!”

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Sobre Laura Udokay

Se auto-intitula "Fazedora de histórias". Escreve e desenha desde sempre, paulista, amante de heavy e rock, está na estrada para fazer música com as letras. Autora da obra "Martini o Pequeno Demônio", romance com temática heavy metal. Mais filhos literários estão a caminho!

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