Queensryche: os primórdios contados através do 1º EP

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Queensryche: os primórdios contados através do 1º EP

Postado por Victor Kataóka | Fonte: H2R

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A semente do Queensryche foi plantada na banda Joker, da qual faziam parte Michael Wilton e Chris DeGarmo. Em 1979 o Joker tocou em um concurso de bandas onde Wilton e DeGarmo tiveram a oportunidade de conhecer o talentoso e promissor vocalista Geoff Tate (da Tyrant), que foi o destaque do festival.

Pouco tempo depois, DeGarmo sai do Joker e vai para o Tempest, que após a entrada do baterista Mark Welling, muda seu nome para DEGARMO-HOVLAND-WELLING (D-H-W).

Mas Welling acaba deixando a banda para tocar no Babylon, nova banda de rock progressivo de Geoff Tate (!).

Enquanto isso, o Joker acaba e Michael Wilton monta uma nova banda, o Cross + Fire, ao lado do baterista Scott Rockenfield, que na época tinha a mesma paixão de Wilton: o Iron Maiden. Completando o time, estavam o já conhecido Chris DeGarmo e Mark Hovland, ambos da extinta D-H-W. Sendo assim, o Cross + Fire partia para tocar no circuito local de clubes, onde tocavam covers do Iron Maiden e do Krokus, até que Hovland (que não estava tão entusiasmado em relação ao Maiden) decide sair e a banda fica sem o seu baixista e vocalista.

O problema foi em parte resolvido com a entrada do baixista Eddie Jackson, amigo de Rockenfield, e ainda em 1981 a banda muda o seu nome para The Mob. Ainda sem um vocalista fixo, o The Mob havia sido convidado para, junto com o TKO e o Babylon de Geoff Tate, tocar no festival local Metalfest ’81. A banda convidou Geoff Tate para ocupar o posto, a princípio somente naquela noite. Tate obviamente aceitou, cantando com o The Mob e fechando a noite à frente do Babylon e sua linha progressiva.

Tate continuaria cantando com o The Mob, mas sua paixão pelo prog rock não lhe permitia um compromisso maior, e ele acabou se juntando ao progressivo Myth.

Os integrantes do The Mob deram início ao trabalho que depois seria conhecido como Queensryche EP. Mais uma vez, Geoff Tate se juntava ao The Mob e, dessa vez, a união de forças não repercutiria bem na banda principal de Tate.

Geoff, Chris, Michael, Scott e Eddie entraram no estúdio pra gravar apenas quatro músicas: “Queen of the Reich”, “Nightrider”, “Blinded” e uma última composta por Chris, mas que não tinha letra e título, “'The Lady Wore Black”, terminada em estúdio por Tate.

Com a gravação na mão e novamente sem Tate, o The Mob partiu pra divulgar a demo tape que após ter as suas músicas tocadas em uma rádio local, fez relativo sucesso, e a banda acaba assinando com o empresário Kim Harris.

Geoff não largava o Myth, mas foi convencido por Harris a tirar fotos como integrante do The Mob, que, assim, poderia ter sua demo comercializada. Para tanto, o vocalista assinou um contrato que garantia uma compensação monetária pelo uso de sua imagem e voz. Nessa mesma época mudaram o nome para Queensryche. Estando tudo pronto, Harris enviou uma cópia da fita para um amigo que trabalhava na revista de Heavy Metal Kerrang! A revista acabou fazendo uma ótima resenha da banda, e o sucesso fez com que a demo virasse um disco pelo selo independente 206, de propriedade de Kim Harris e sua esposa, Diana. Lançado em maio de 1983, o EP acabou superando todas as expectativas, Tate deixou o Myth para se juntar permanentemente ao Queensryche, e a banda foi convidada pra abrir os shows do Zebra nos teatros Paramount, de Portland e Seattle, nos dias 29 e 30 de junho de 1983. Resultado: uma semana após os shows, o Queensryche assinava com a gigante EMI America um contrato para sete discos, que imediatamente após contratá-los relançou o EP. Logo, é esse EP que com muito prazer eu vou resenhar. Vou começar contando uma pequena história que aconteceu comigo:

Assim que eu ouvi falar do Queensryche, fui a uma loja comprar a recém lançada coletânea “Greatest Hits”, e ao colocar a mesma pra tocar na loja (não ia comprar o álbum sem escutar antes), a música de abertura era “Queen of the Reich”, e após ouvir os 30 segundos iniciais, eu falei: “não vou mais escutar o resto do disco, pode embalar”. Sem exageros, mas a abertura dessa música é uma das mais emblemáticas da história do Heavy Metal. Pode aumentar no volume máximo, pois aqui é a síntese do Heavy Metal Tradicional. O baixo instigante acompanhado das guitarras dobradas e a contagem da bateria, coroados pelo grito majestoso de Geoff Tate, são a epígrafe para esse clássico eterno. As guitarras são tipicamente Heavy Tradicional Oitentista, com bases para Iron ou Judas nenhum colocarem defeito. Os vocais de Tate beiram a perfeição, seja nos agudos certeiros, ou na tremenda autoridade que ele rege essa música, que me parece uma verdadeira orquestra, tamanho a perfeição do entrosamento dos instrumentos, onde tudo é monstruosamente bem encaixado. Também não podemos esquecer o curto solo, direto, forte, meloso e marcante. Tudo nessa música fez história, e tudo que veio depois dela é apenas uma cópia da original. Hoje em dia, uma parte considerável das músicas de Heavy Metal tradicional que são feitas leva um pedacinho de “Queen of the Reich”. Essa música poderia ter passado batido, ela reúne todos os clichês do gênero de forma absurda, ela segue a linha de muita coisa que veio antes e depois dela, mas por um motivo ou outro, e vejam só a beleza da humanidade, essa música é única. Aqui a mensagem foi bem clara: A figura misteriosa apresentada como Rainha, não poupou vítimas e era irresistível, e qualquer semelhança com outra banda que também teve uma música na sua primeira gravação associada com o seu nome é apenas coincidência. Um conselho: Se um dia você se cansar de “Queen of the Reich”, saia do Heavy Metal imediatamente, afinal, o seu tesão acabou.

A letra de “Nightrider” segue a linha de várias composições da época referentes ao estilo: um ser misterioso e maléfico. Eu não sei se isso é alguma espécie de alegoria, mas a letra em si é meio bobinha. Com uma levada Maideniana, “Nightrider” é mais uma das faixas com uma veia puramente Heavy Tradicional da banda. Ela começa de forma arrastada e vai ganhando velocidade, com quebras aqui e ali, mas não muito diferente de várias músicas de metal da época, e pra mim o único e real destaque é o solo, que eu acho muito bacana, mas nada de outro mundo.

“Blinded” da continuidade a veia Heavy. Sua letra que me parece uma continuação de “Nightrider”, mas é outra composição que nos deixa “perdidos”. O que eu acho mais interessante nessa música é o contrapondo entre o instrumental nervoso e os classudos vocais de Tate. Hora de abrir um parêntese. A música escolhida para fechar o EP é um divisor de águas na história da banda, e porque não, do próprio Heavy Metal. Não por causa da sua bonita e melancólica letra, que fala sobre mais um ser fantástico (dessa vez uma mulher), mas sim pela conjuntura da obra. Um clima místico com o som do vento acompanhado dos assobios ao fundo dão início para “The Lady Wore Black”.Os vocais iniciais de Tate são capazes de tocar até mesmo os mais incrédulos.Pra mim, esse início, que é quebrado com a entrada dos fulminantes riffs de guitarra, constituem o início da “revolução” que o Queensryche faria na musicalidade do Heavy Metal Tradicional. Eu não sei nem se nós podemos descrever essa música como sendo uma balada, tamanha a singularidade da mesma. Se em “Blinded” nós vimos um choque entre instrumental e vocal, aqui a coisa tomou proporções inimagináveis. O instrumental de “The Lady Wore Black” são bem Heavy mesmo, mas os melancólicos vocais são um caso a parte, belíssimos em todos os sentidos.O Equilíbrio só é refeito, e a estranha química acaba, quando após o bonito solo, a calmaria reina, e agora não só pelas linhas de baixo, mas também pela guitarra, fato esse que momentos depois é desfeito, e os riffs voltam com tudo, acompanhados da mais uma vez firme pegada da bateria. Essa alternância se da até o final da música. Eu considero “The Lady Wore Black” como a primeira música do estilo que o Queensryche iria criar depois da li, que muitos ainda insistem em rotular como Prog Metal, mas que eu prefiro chamar de “Metal Refinado”.

Esse maravilhos EP acabaria aqui, mas eu ainda irei comentar “Prophecy”, que foi escrita durante as sessões de The Warnig, gravada durante as sessões de Rage for Order, e lançada em re-lançamentos desse EP em 1988 e 2003. A letra trata de uma temática com perspectiva negativa, e o seu solo é bem mais extenso que os outros do EP. Me lembra o Iron Maiden em alguns momentos, e sinceramente, eu não sei porque acabou se tornando parte desse EP, apesar deu gostar dessa faixa.

Faixas:
1.Queen of the Reich
2.Nightrider
3.Blinded
4.The Lady Wore Black
5. Prophecy

Nota: 8.75

Formação:
Geoff Tate: vocal
Chris DeGarmo: guitarra
Michael Wilton: guitarra
Eddie Jackson: baixo
Scott Rockenfield: bateria

“Queen of the Reich” foi escrita por Degarmo, “Nightrider” e “Blinded” por Degarmo e Michael Wilton, e “The Lady Wore Black” por Degarmo e Geoff Tate.

Curiosidades:

Relançamentos

- Relançado em 1988 com a música bônus “Prophecy” , que foi escrita durante as sessões de The Warnig, e gravada durante as sessões de Rage for Order.Re-apareceu no re-lançamento de 2003:

1.Queen of the Reich
2.Nightrider
3.Blinded
4.The Lady Wore Black
5. Prophecy

- Relançado em uma versão com 2 CDs leather digibook pelo selo francês Axe Killer Records em 1999 contendo esse EP e o album Operation:Mindcrime.

- Oficialmente relançado em 2003. Relançado e remasterizado, e contendo as músicas do VHS lançado em 1985, "Live In Tokyo":

1.Queen of the Reich
2.Nightrider
3.Blinded
4.The Lady Wore Black

Bonus tracks ao vivo:
5: Nightrider (4:32)
6: Prophecy (3:59)
7: Deliverance (3:30)
8: Child of Fire (4:36)
9: En Force (5:47)
10: Blinded (3:26)
11: The Lady Wore Black (7:01)
12: Warning (4:56)
13: Take Hold of the Flame (5:12)
14: Queen of the Reich (5:19)
1, 6, 9, 14: (DeGarmo)
2, 3, 5, 10, 12: (DeGarmo/Wilton)
4, 11, 13: (Tate/DeGarmo)
7: (Wilton)
8: (Wilton/Tate)

Gravado no Ni-Hon Seinen.kan, Tokyo, Japão, em 03/08/1984

Sobre a escolha do nome:

Visando o trabalho de mercado, o empresário Harris sugeriu que não mais se chamassem The Mob, e depois de pensarem em vários nomes diferentes, a banda acabou optando pela escolha mais óbvia e que traria uma maior identificação: Queensryche, nome tirado da canção "Queen of the Reiche", do review de mesmo nome que foi resenhado aqui no H2R. Para evitar conotações nazistas, colocaram Queensryche.

Sobre o primeiro lançamento:

A Kerrang! , revista inglesa de Heavy metal campeã de vendas na época, ao receber a demo tape da banda, surpreendentemente deu aos desconhecidos de Bellevue, WA, uma das melhores avaliações que uma banda já havia recebido. Literalmente, a Kerrang! proclamava o Queensryche como o futuro do Heavy metal!. Após os elogios, a Easy Street Records foi invadida com milhares de pedidos vindos de toda Europa. Eram bangers e lojas que queriam obter o trabalho promissor.

O sucesso se tornou mundial. Ninguém se lembrava de um lançamento independente que vendesse tanto e fosse tão executado nas rádios. Com tudo isso, Geoff percebeu finalmente que não havia outra saída, a não ser sair do Myth e ficar permanentemente como vocalista do Queensryche. Foi o que ele fez. O EP original da “206 Records” é atualmente um item de colecionador.

Sobre as bandas antigas:

A banda de nome Spectrum se transformou em Rage, e em seguida mudaram o seu nome para Tyrant.A banda precisava de um vocalista novo, e Geoff Tate conquistou a vaga em uma audição onde ele cantou músicas do Judas Priest e UFO.

O Tyrant era uma sensação entre os Metalheads locais, pois tinham um visual e um som sofisticadamente polidos.Tate tinha trejeitos similares a Rob Halford, e o guitarrista Adam Brenner, na época com 16 anos, que tinha uma família rica (o que lhe possibilitou comprar equipamentos top de linha e praticar todo dia), era um clone de Eddie Van Halen.

Posteriormente, Adam conseguiu certa fama; assim que acabou o Tyrant (após a tentativa fracassada de vencer a batalha de bandas), ele conseguiu entrar no mesmo hotel que Eddie Van Halen, seu ídolo, fez uma Jam com ele, ouviu da boca do próprio Eddie que o Jovem Adam era melhor que Mick Ralphs (Bad Company), e presenciou uma cena tipicamente rockstar: Garotas com o nome de Eddie escrito nos seus corpos, e um Eddie que sem cerimônias, cheirou cocaína em cima da guitarra na frente do garoto, mas não ofereceu nada para o mesmo. Desde então, todos os show Adam toca “Eruption”.

Ele ainda fez uma audição para entrar no Kiss, morou com Izzy do Guns, substituiu Malmsteen no Steeler em 2 shows, gravou alguns solos no álbum “Without Love” do Black and Blue, e por sugestão do seu amigo Thayer(Black and Blue e Kiss), mudou seu nome para Adam Bomb, e então assinou com a Geffen.O seu primeiro álbum foi finalizado com a ajuda do baterista Chuck Ruff, do Montrose, e o baixista Clifford Williams, do AC/DC, que estava no estúdio com a banda Australiana e gravou a música "I Want My Heavy Metal” (ambos não entraram nos créditos finais), e em 2005, depois de uma longa carreira e de ter conhecido muita gente famosa, a Adam Bomb Band lança o 12º álbum na sua carreira.

A banda Myth (que era a abreviação de Mythology) tinha em sua line-up o tecladista Randy Gane, que tocou com o Queensrche na tour do Rage for Order e Kelly Gray (famoso produtor musical de Seatle) na guitarra.

Kelly Gray conhecia os caras da Tyrant, e assim ele chegou até Geoff Tate, o Myth foi uma banda fantástica para a época, e sem eles o Queensryche não existiria.

A escolha do nome The Mob se deu por causa do álbum do Black Sabbath com Dio nos Vocais.

Sobre os shows da época:

No importantíssimo concurso de bandas que ocorreu em Lake Hills Roller Rink, onde Wilton e DeGarmo tiveram a oportunidade de conhecer Geoff Tate, o Joker sequer passou da 1ª fase, enquanto Geoff Tate e sua banda Tyrant empolgaram a platéia na final com Man on the Silver Mountain, do Rainbow, mas tiveram que se contentar com o 2º lugar, pois a banda campeã foi o Ridge (tocando covers pops), que depois mudaria seu nome para “Fifth Angel”, e assinaria um contrato com a Epic.O baterista da banda, Ken Mary se juntaria a banda de Alice Cooper em 1985.

Já o show no Metalfest ’81, foi mais lendário ainda. Naquela noite, alguma das músicas que o The Mob tocou foram: "Murders in the Rue Morgue", “Running Free" e "Wrathchild" do Iron Maiden, "Animal Magnetism" e "Sails of Charon" dos Scorpions.

Geoff, que estava desinteressado no trabalho, e sequer se arrumou para o show, acabou ficando impressionado com a reação da platéia diante da química da banda.

Posteriormente ele tocou em algumas festas com o The Mob, mas o seu coração não estava nos covers de Heavy Metal. Ele era um fã de Peter Gabriel e estava interessado em escrever música progressiva.

Assim que o EP foi re-lançado pela EMI, a banda caiu na estrada abrindo shows da banda Dio em outubro, e Twisted Sister e Quiet Riot.

Na turnê de abertura para o Quiet Riot, o vocalista Kevin Dubrow protagonizou cenas de ciúme e despeito pelo sucesso da banda de abertura, o Queensryche, e inclusive não falava e ignorava os jovens músicos nos bastidores. Enquanto isso, na turnê com o Dio, que foi o “encontro com o primeiro herói”, foi dito na época que “o homem com a voz do tamanho do mundo” foi um verdadeiro cavalheiro com a banda, tratando todos os membros muito bem, e sendo bastante cordial e atencioso com todos.

Sobre as gravações:

Ao mesmo tempo em que os integrantes do The Mob ensaiavam exaustivamente, às vezes com dois empregos ao mesmo tempo, juntavam dinheiro para gravar o primeiro trabalho. E com esse dinheiro montaram um estúdio caseiro no porão dos pais do baterista Scott Rockenfield, e em junho de 1982 começaram a compor e gravar as músicas 'Queen Of The Reich', 'Blinded','Nightrider', e uma música sem letra, que depois viria a ser 'The Lady Wore Black'. Posteriormente alugaram o Triad Studios, onde deram início ao trabalho que seria conhecido como Queensrche EP.

The Lady Wore Black foi terminada em estúdio por Tate e foi gravada de forma peculiar. Em primeiro lugar, o vocalista criou um verdadeiro clima no estúdio, gravando a música com todas as luzes apagadas, sobrando apenas uma única vela para iluminar todo o ambiente. Em segundo lugar, aqueles assobios no início não foram intencionais! Enquanto esperava a primeira estrofe, Tate começou a assobiar junto com a introdução da guitarra sem saber que estava sendo gravado. E de nada adiantou falar que tinha sido um engano, pois o resultado ficou tão bom que resolveram manter a "improvisação".

Sobre o sucesso do EP:

Em 1983, o relançamento do EP pela America Records vendeu mais de 350,000 cópias, e posteriormente esse número superou a casa das 500,000, se tornando disco de ouro.

Ainda em 1983, o bem sucedido EP alcançou a 81ª posição nos seguintes charts da Billboard: Pop Albums e The Billboard 200.

Outros Fatos:

No famoso jogo do Playstation 2, GTA Vice City Stories, a banda ataca com Queen of the Reich na rádio V-Rock.

O Tri Ryche veio do artista Wes Grizwold (Queensryche EP), é o modo ele sempre assina na sua arte.Ele começou fazendo na escola, e na época era uma espécie de Falcão Peregrino, e em seguida acabou virando a famosa tribal do Queensryche.

“Queen of the Reich” gerou um clipe que fez relativo sucesso nos anos 80, e começava com uma inscrição em letreiros a lá Star Wars: “No milênio, depois da 4ª guerra mundial, o mundo estava um caos. Uma aventureira do mal descobriu um antigo computador energizado por um cristal tão poderoso, que a possibilitou escravizar o mundo e se tornar rainha, “The Queen of the Reich”. Muitos tentaram destruí-la, mas falharam absorvidos pelo computador, e as últimas esperanças eram os cinco guerreiros da liberdade”. O clipe é tão tosco quanto essa frase, mas vale à pena a conferida.

Por Victor Kataóka.

Colaboraram: M. Carreiro e D.Dutra na tradução de fatos do original de B.Miller.

Retirado de H2R:
http://h2remfoco.wordpress.com/

Veja essa matéria com imagens e fotos raras da época aqui.

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Sobre Victor Kataóka

Kataóka representa aqueles que prezam por nomes como Saxon, Accept, Manowar, Judas, Virgin Steele, Alice Cooper, Queensryche, Warlock, Savatage, Budgie, Dio e etc. Trajando o manto do Fortaleza EC, conseguiu ver com muito sacrifício quase todas as suas bandas favoritas ao vivo, e acredita que acima do AC/DC, somente os Beatles. Com o H2R, resenha Heavy Tradicional, Hard Rock, e o seu vício: N.W.O.B.H.M, o que não o impede de prezar demais por rock progressivo e psicodélico. Apesar de ser de 88, dentre 500GB de mp3 em um HD de valor inestimável, 95% do conteúdo vem dos anos 60,70 e 80. Não resenha Melodic, industrial, extremo, sinfônico, Power, New, Grunge e vários outros etc...

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