Guns N' Roses: você não escuta AXL, a voz que você escuta é a sua

Resenha - Alice Cooper e Guns N' Roses (SP Trip, Allianz Parque, São Paulo, 26/09/2017)

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Por Leonardo Daniel Tavares da Silva
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Pronto. Esta é a resenha da última noite do São Paulo Trip, festival da Mercury Concerts espelhado no Desert Trip e, como aquele festival, com um time imensurável de atrações (The Who, pela primeira vez no Brasil, Bon Jovi, Aerosmith, Def Leppard, Alice Cooper, Guns N' Roses, Alter Bridge, The Cult, etc). Este texto também foi publicado originalmente na Metal Militia, com fotos de Ricardo Matsukawa, cedidas pela Mercury Concerts. Não precisamos falar mais muito e podemos por aqui o ponto final e já partir para os agradecimentos. Mas se você quiser saber tudo, tin tin por tin tin, leia o texto abaixo. Aviso: ele é longo como um show do GUNS N' ROSES.

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TYLER BRYANT & THE SHAKEDOWN

Confesse. Você nunca tinha ouvido falar de TYLER BRYANT & THE SHAKEDOWN. E confesse de novo, depois do show de terça-feira, no São Paulo Trip, você correu para o Spotify, Deezer, aqueles sites de download, o que quer que seja, e foi atrás do material da banda. Não encontrou muita coisa. Diante de discografias com dez, vinte álbuns como os colegas de festival, a banda de Nashville chega ao Brasil com apenas dois álbuns na bagagem, "Wild Child" e o EP "The Wayside". Mas não se pode dizer o mesmo em relação à experiência em festivais enormes como o SP Trip. Os carinhas já abriram para AEROSMITH, AC/DC, ERIC CLAPTON e, para os donos da casa naquela noite, os GUNS N' ROSES.

Como já tinha feito no Rock In Rio, a banda empolgou o estádio, já começando a lotar de gunners e demonstrou, no palco, que a escalação não foi por causa do pai famoso do guitarrista Grahan Whitford (você lembra desse sobrenome? Sim, é um dos guitarristas do AEROSMITH). Vá lá. O sobrenome pode até ter dado uma ajudinha, mas foi a banda que, em conjunto, as manteve abertas. E lembram que falei em resenhas anteriores do SP TRIP que bateristas e tecladistas não conseguiam ir pra passarela? Pois o batera do Tyler não quis nem saber. Em "The House That Jack Built", o moleque pegou seu bumbo e foi batucar lá na frente, mais perto do público.

É certamente uma banda carismática, de boas canções, boa presença de palco e que deve retornar ao Brasil várias vezes. Quem sabe, daqui a uns 20 anos até tocará para estádios lotados, mas pelo seu próprio público.

ALICE COOPER

Além de Alice Cooper no vocal, a banda conta com Nita Strauss, Ryan Roxie e Tommy Henriksen nas guitarras, Chuck Garric no baixo e Glen Sobel na bateria.

Uma cortina escondia o teatro do horror ali atrás. Uma voz ameaçadora se faz ouvir em todo o Allianz Parque. "Vocês foram escolhidos para passar uma noite com Alice Cooper. Agora é muito tarde" enquanto uma cortina de fogos cede lugar ao mestre do horror, Vincent Damon Furnier, mais conhecido pelo pseudônimo ALICE COOPER, e sua banda, iniciando com "Brutal Planet" e, depois, passando para o grande sucesso "Mr. Nice Guy", cujo refrão é cantado a plenos pulmões. O som, ainda mais alto que em todos os dias anteriores, até estourava um pouco, principalmente nas guitarras, mas não chegava a ser algo grave. Boa parte das atenções tambem iam para a guitarrista Nita Strauss, que é até empurrada por Alice para solar em "Under My Wheels". E, com esgrima na mão, Cooper canta Million Dollar Babie, ignorada no RiR. Depois vem "Paranoic Personality", única do álbum mais novo, "Paranormal", cuja capa aparece no telão de trás. Nesta, uma versão maligna da Night Nurse tenta lhe receitar uma (enorme) injeção e sai desapontada.

Em "Woman of Mass Destruction", Nita, vestindo a peita da banda brasileira EGO KILL TALENT, assume o protagonismo, solando, andando por todo o palco, disputando com o outro guitarrista. Já Cooper sempre apontava pra ela no refrão. "Ela é uma mulher de destruição em massa. Eu tenho uma mulher de destruição em massa". Pra provar isso, ela fica só no palco para o seu solo, com palmas do público à velocidade das suas notas.

Em seguida, o público responde com gritos e aplausos aos primeiros acordes de "Poison", outro grande momento do show. Na teatral "Hallo of Flies", quem brilha são Chuck Garric no baixo e Glen Sobel na bateria, este último também fazendo seu solo. Quando toda a banda volta ao palco, Cooper sai de um baú vestindo um jaleco todo manchado de sangue para "Feed My Frankenstein" e é colocado numa estrutura para ser eletrocutado. Debaixo de muita fumaça, ele volta como o monstro, numa versão com suas feições do Eddie do Maiden.

O teatro continua com "Cold Ethyl", com Cooper agora com uma boneca em tamanho natural de uma moça. Ele a joga para todo lado, arrasta pelos cabelos, dança, mas bem ao contrário do que BON JOVI (com uma moça real) fez no sábado, não há uma sombra de romantismo ali. E quando pensávamos que, por algum truque, a boneca fosse se mostrar humana, uma contorcionista ou uma substituição furtiva, ele apenas a joga de volta no baú e fim de papo. Cooper, agora sentado num latão de lixo, canta a balada "Only Women Bleed". No meio, Calico, sua filha, aparece como a tal boneca. Também está no palco um minion negro dá corda em suas costas. No fim da canção, Alice a esbofeteia e a mata com um punhal. Logo chega a polícia, o minion negro e aquela enfermeira que já tinha aparecido. Eles trazem uma guilhotina e, após alguns instantes de suspense, a cabeça de Alice Cooper é separada do corpo. O minion a pega do cesto para exibir para a multidão enquanto a banda canta "I Love The Dead". Alice Cooper está morto.

Mas, tal qual uma das intermináveis sequências de uma franquia de filme de terror, ele volta com a própria cabeça numa mão, uma muleta na outra. E volta renovado. Com 18 anos, mais precisamente. É a vez do clássico "I'm Eighteen". Com o público não troca muitas palavras. Basta um obrigado. Afinal, tudo já foi falado. O retorno para o bis é ainda mais rápido. E, então, eles trazem um convidado especial, o único brasileiro a tocar no festival, Andreas Kisser (e lembrando disso, talvez seja esse um ponto falho do festival, nenhuma das dez bandas a tocar era brasileira - que nomes você sugeriria? Como estamos falando de bandas clássicas, teriam que ser bandas clássicas também do Brasil, tipo HARPIA, STRESS, VIPER, METALMORFOSE, ROBERTINHO DO RECIFE...). O guitarrista do SEPULTURA é ovacionado, com gritos por todo o estádio quando ele sola e mistura "School's Out" com "Another Brick In THe Wall - part 2". Mas, como todo sonho (e todo pesadelo) tem que acabar, o show de ALICE COOPER logo termina. "Bons pesadelos, boa noite" fecha as cortinas do teatro do horror. Pelo menos por enquanto..."Olê olê olê / Cooper, cooper", o público quer mais.

GUNS N' ROSES

A voz de AXL ROSE já não é a mesma. Nem seu físico. Nem sua gana por atrasos. Apenas 15 minutos após a hora marcada, o logo personalizado no telão (com os revólveres, as rosas e a imageria do festival) explodiu, para delírio dos fãs da mais controversa, amada e odiada banda de hard rock do planeta. Ok, explodiu quatro vezes, três eram alarme falso, mas já enquanto tocava a música do Pernalonga o público, ansioso, chegou a cantarolar. Ainda com luzes desligadas, Frank "Marcelo Bonfá" Ferrer e os Reed (os tecladistas Dizzy e Melissa) começam uma intro pungente, até que os três personagens principais (AXL, Slash e Duff) chegam (acompanhados de Richard Fortus). Era incrível ver os três juntos e, por isso mesmo, o barulho do público eclipsa o do palco em "It's So Easy", que abriu a a apresentação. E não precisa nem de quinze segundos de música pro AXL já correr pelo palco. E o melhor é que, agora, vemos o solo nas mãos corretas. Independentemente da competenção de tantos guitarristas que passaram pelo GUNS N' ROSES, Bumblefoot, Buckethead, etc, era nas mãos de SLASH que todo mundo queria ver esses solos. É Slash que todo mundo quer ver tocar correndo, cartola na cabeça, olhos escondidos atrás da cabeleira. Ele precisa correr? Precisa de tudo aquilo? A rigor, não, mas já virou marca registrada. E depois de "Mr. Brownstone", ele vem sozinho para a frente do palco enquanto o resto fica às escuras. Vai começar "Chinese Democracy". É importante mencionar que a música agora é dele. Ele não participou das gravações do fraco álbum de mesmo nome, mas agora é ele que começa e ele que termina a canção. Há muito significado nisso.

De volta ao "Appetite for Destruction", "Welcome To The Jungle" faz todo mundo pular. O que, infelizmente, não é verdade na quase instrumental "Double Talkin' Jive", emocionante e rara, mas que encontra um público mais disperso. Uma pena. O show segue para "Better" e mais uma vez Slash deixa sua marca. A introdução mais terrível de toda a história do rock é "corrigida" por SLASH. De seus agudos irritantes fica muito pouco. Aliás, praticamente nenhuma canção é tocada como fora registrada nos álbuns. Toda música começa com um floreado a mais. Não só Slash, mas quase todos eles esbanjam, esbanjam, esbanjam porque podem, porque tem o que esbanjar. Exceções acontecem apenas em canções como "Stranged", naturalmente longa (e linda). Em "Rocket Queen", por exemplo, Slash não se restringe a meras intros ou bases na talk box, ele faz solos inteiros e longos.

Outra diferença entre os álbuns e o show, claro, você já sabe, é o desempenho vocal de AXL. Em "You Could Be Mine", ele sofre pra fazer a parte mais rápida, tomando ar a cada três, quatro palavras onde antes ele declamava tudo num fôlego só. A parte com Duff, que poderia até ser maior, tem "New Rose", uma das covers do álbum "Spagetti Incident", com snippet de "You Can't Throw Your Arms Around a Memory", outra cover.

AXL volta para "This I Love". É impressionante como ele consegue não cantar bem nem mesmo uma do Chinese. Está sem voz. Está sem fôlego. Mas, quer saber de uma coisa? Não ache que lá dentro, no meio do Allianz Parque, isso é o fim do mundo. O colega do lado está cantando. O de trás também. O do outro lado e todo mundo que você consegue ver. Não estamos surdos. Sabemos que o AXL de agora (assim como em todos os últimos anos) está limitado, bem mais que o contemporâneo BON JOVI, cuja voz também levantou sobrancelhas, bem menos que Steven Tyler, precursor de ambos. Mas o que se tem ali é a celebração da música, de momentos que a música ajudou a criar ou em que esteve inserida. Isso faz a diferença. E, como se não bastasse, mais uma vez Slash se apropria e melhora a música. Ora, seus dois patetas, por que brigaram? Por que não fizeram do "Chinese" um dos melhores discos da história do rock (ao invés daquilo... aquele negócio chato).

Vem "Civil War", com SLASH com guitarra de dois braços. E você sente que a voz de AXL está boa. Não que realmente esteja, mas por tudo aquilo que já dissemos. E mais, você não escuta tanto a voz de AXL porque a voz que você mais está escutando num momento desses é a sua. Você não faz isso na sala da sua casa, faz? Você não grita "my hands are tied" a plenos pulmões? Até porque se fizer isso, seu vizinho vai chamar a polícia e aí, sim, suas mãos vão estar amarradas. Ainda sobre "Civil War", é, infelizmente, uma canção que nunca esteve tão atual. "Criamos um vácuo e preenchemos esse vácuo", de um lado. "Não precisamos de outra guerra", do outro.

O show segue com a mequetrefe "Yesterdays" e a longa, bela, magnífica "Coma". Esta sempre foi uma empreitada arriscada de uma banda de hard rock. Esse tipo de coisa poderia ter levado o GUNS ao ostracismo ou ao estrelato. Ocorreu o segundo.

durante a apresentação dos músicos, o público aplaude timidamente cada um, até mesmo Duff. No entanto, com SLASH, a situação é diferente. O público aplaude antes mesmo de seu nome ser citado. Em resposta ele começa um longo solo. Há quem não goste. Estas intervenções instrumentais tornam o show mais longo. Há quem prefira que o espaço fosse reservado para outras canções. Mas, não adianta reclamar. Eles sempre fizeram isso. E agora a tática é ainda mais necessária para que AXL consiga dar uma respirada. E é quando SLASH une os acordes da música do Poderoso Chefão (Speak Softly Love, de Nino Rota) a "Sweet Child O' Mine" que o público canta, se abraça, se emociona, agita. A menininha de seis anos, no pescoço do pai, se assusta ao ser avisada que está no telão. É a mais nova geração de fãs do GUNS N' ROSES (que já tem avós em suas fileiras)

Precisamos falar sobre Frank Ferrer. O baterista deve contar piadas muito boas, ou conseguir uns bons descontos em perfumes importados, ou então é um churrasqueiro de mão cheia. Só coisas assim explicam a sua permanência num time de excelência instrumental (Slash, Duff e até Fortus). Ferrer é burocrático, limitado, não tem explosão. Melissa Reed também não parece ser tão indispensável, mas, pelo menos "não fede nem cheira". E ainda dá um toque feminino à banda. Ferrer, por outro lado, frustra quem espera pelas viradas de Steven Adler ou Matt Sorum.

Temos que reconhecer também que "Wichita Lineman", homenagem ao cantor e apresentador de TV Glen Campbel, falecido recentemente, é dispensável. Até quando vai essa homenagem. A canção não faria feio em um GNR Lies, mas, o problema é que, hoje, e no Brasil, ninguém conhece. Seria uma boa hora para ir ao banheiro se o ALLIANZ não estivesse lotado até a tampa (vários setores deram sold out). E por falar no Lies, "Used to Love Her" chega pra botar ordem na casa, seguida de "My Michele".

"Wish You Were Here", clássico do PINK FLOYD aparece de forma quase instrumental. O "quase" é porque, embora AXL não cante, o público cantou a letra. Um belo momento, apesar de ser mais uma cover. Poderíamos até pensar que é, talvez, também desnecessária, afinal já vimos e choramos com Gilmour no mesmo Allianz Parque, mas é um daqueles momentos que só um bom show de rock poderia proporcionar. E "Wish You Were Here" são também as palavras que este repórter pode dedicar ao colega de Whiplash e amigo Nacho Belgrande. Cristiano Gonçalves, seu verdadeiro nome, tinha entre seus maiores passatempos falar mal dos GUNS N' ROSES e torcer por uma volta, ainda quando AXL ainda dizia que jamais voltaria a se reunir com Slash, "não nesta vida". Ele próprio um grande profissional e muito bem relacionado com profissionais da imprensa estadunidense (termo que ele preferia a "americana" ou "norte-americana"), os Josés Norbertos Fleschs gringos, Nacho sabia que essa turnê aconteceria muito antes que qualquer pessoa sonhasse que ela ainda seria possível. Infelizmente um ataque cardíaco o levou antes que ele pudesse ver algum dos shows. Estávamos ali vendo o trio sagrado do hard rock dos anos oitenta. Ele não estava. E queríamos que ele estivesse ali.

Sigamos em frente. AXL no piano agora junta sua "canção estilo Layla" (era assim que ele chamava "November Rain" orgulhosamente ao terminá-la) a nada menos que a própria "Layla". Ok, é apenas a parte instrumental, mas é a parte instrumental inteira. O resultado é magnífico. Magnífica também foi a resposta do público, com balões vermelhos, iluminados por celulares atrás, criando um belo efeito no estádio inteiro, pista e arquibancada. E, claro que na hora do solo, SLASH está no topo da plataforma. No terceiro solo, aquela hora do "Everybody Needs Somebody", os balões ganham a liberdade. O efeito dos balões sublima a cascata de fogos.

Continuando com homenagens, é a vez de "Black Hole Sun", homenagem a Chris Cornell, também falecido este ano. Eu preferia ver tudo isso num disco, para dirigir ouvindo. E quando exponho aqui uma opinião tão pessoal, faço por acreditar ser compartilhada por grande parte do público. Talvez menos eficientes, mas mais adequadas são as homenagens silenciosas de Duff, com o MOTORHEAD na camisa e o símbolo de Prince no baixo.

Em mais uma cover, mas uma registrada na discografia do GUNS, "Knocking on Heaven's Door" tem solo de guitarra aqui, solo ali, Fortus, Slash, Fortus de novo. E lá vem Slash de novo. AXL é mero fio condutor. É a liga entre tudo. É essencial. Necessário. Não é a alma. É o esqueleto do GUNS. É o que mantem a banda em pé, mesmo que, em canções como "Nightrain" nem pareça que temos um vocalista no palco.

"Don't Cry" abre o momento final do show, com gritos desesperados recebendo os assovios de "Patience" e, pela segunda vez, em menos de uma semana, "The Seeker" (canção do THE WHO, tocada pelo próprio WHO na quinta-feira, primeiro dia de festival). "Paradise City" é o ponto final. Chega a ser difícil acreditar que uma banda liderada por um sujeito tão duramente criticado segure um show por tanto tempo, três horas, empolgando o público do início ao fim. E com o público querendo mais. "Nice Boys", "14 Years", "Locomotive", "Get In The Ring", "Bad Apples", "Dead Horse", "Breakdown" e, claro, "So Fine" ou a tão sonhada participação de ALICE COOPER em "The Garden" (o cara tava bem ali). Bem, quem sabe se algumas covers dessem espaço (entre canções inteiras e pequenos trechos, foram mais de 15, um show a parte). Ou talvez não vejamos mais mesmo essas músicas ao vivo. Não nesta vida.

Fim de show. Fim de festival. Hora de se despedir do Allianz Parque, principalmente para todos aqueles que vieram de tão longe, Ceará, Paraná ou Pará, para um ou mais shows do São Paulo Trip. Foi realmente uma viagem. Na boca o sorriso mais bobo. Sonho realizado. Nesta vida.

Setlists

TYLER BRYANT & THE SHAKEDOWN

1. Weak & Weepin'
2. Criminal Imagination
3. House on Fire
4. Don't Mind The Blood
5. Got My Mojo Working
6. Lipstick Wonder Woman
7. House That Jack Built

ALICE COOPER

1. Brutal Planet
2. No More Mr. Nice Guy
3. Under My Wheels
4. Billion Dollar Babies
5. Paranoiac Personality
6. Woman of Mass Distraction
7. Guitar Solo (Nita Strauss)
8. Poison
9. Halo of Flies (com solo de bateria de Glen Sobel)
10. Feed My Frankenstein
11. Cold Ethyl
12. Only Women Bleed
13. Killer (parcial)
14. I Love the Dead (apenas a banda)
15. I'm Eighteen

- Bis:

16. School's Out (com Andreas Kisser e trecho de Another Brick in the Wall Part 2)

GUNS N' ROSES

1. It's So Easy
2. Mr. Brownstone
3. Chinese Democracy
4. Welcome to the Jungle
5. Double Talkin' Jive
6. Better
7. Estranged
8. Live and Let Die (The Wings)
9. Rocket Queen
10. You Could Be Mine
11. You Can't Put Your Arms Around a Memory / New Rose (The Damned)
12. This I Love
13. Civil War
14. Yesterdays
15. Coma
16. Slash Guitar Solo
17. Sweet Child O' Mine
18. Wichita Lineman (Jimmy Webb)
19. Used to Love Her
20. My Michelle
21. Wish You Were Here (Pink Floyd)
22. Layla (Derek and The Dominos) / November Rain
23. Black Hole Sun (Soundgarden)
24. Knockin' on Heaven's Door (Bob Dylan)
25. I Feel Good (James Brown)
26. Nightrain

- Bis:

27. Don't Cry
28. Patience
29. The Seeker (The Who)
30. Paradise City

Agradecimentos:
Simone e Denise Catto, pela atenção e credenciamento.
Ed Rodrigues e Mônica Porto, pela confiança.

Esta resenha é também uma homenagem ao amigo Nacho Belgrande. Conversaremos sobre outros rocks em nossas próximas vidas. E beberemos aquela cerveja.




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Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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