Black Dahlia Murder: Resenha do show no Rio de Janeiro
Resenha - Black Dahlia Murder (Teatro Odisséia, Rio de Janeiro, 23/10/2016)
Por Guilherme Guerra
Postado em 01 de novembro de 2016
Pleno domingo (23/10) no Rio de Janeiro e todas as atenções de headbangers da cidade eram voltadas para o Teatro Odisséia.
THE BLACK DAHLIA MURDER retornava ao Brasil para apresentações em São Paulo, Curitiba e RJ.
A banda está inserida no sub-gênero de Melodic Death Metal e conta com o vocalista Trevor Strnad, Brian Eschbach e Brandon Ellis nas guitarras, além do baterista Alan Cassidy e do baixista Max Lavelle.
Para a abertura foram selecionadas duas bandas brasileiras: RECKONING HOUR e SIRIUN, que após um pequeno atraso na abertura da casa, inundaram a Lapa com metal nacional.
Com a SIRIUN, vimos um Thrash, puxando para o death metal, de muita qualidade. Foram poucas músicas, mas bem intensas e que deram as boas vidas ao público. Até cover do DECAPITED teve, surpreendendo bastante. Já RECKONING HOUR, apresentou um estilo mais melódico, alternando momentos de pancadaria. A banda é razoável, mas pareceu não empolgar tanto um Teatro Odisséia que aguardava a agressividade do TBDM.
A banda americana entrou e colocou o Odisséia abaixo com "What a Horrible Night to Have a Curse" seguida de "Statutory Ape". O som perfeito e o carisma da banda iam conquistando todos os que estavam ali. Trevor conversava com o público a todo momento e sempre pedia a participação puxando moshpits e com seu tradicional "muscle time" flexionava os braços arrancando até risadas.
Seguiram com "Abysmal" faixa mais melódica do novo trabalho da banda que leva o mesmo nome.
Passaram por "Nocturnal" e "Malenchantments of the Necrosphere" até voltarem para o recente trabalho com "Vlad, Son of the Dragon" e "Receipt". Nessas duas faixas ficou evidente o belo trabalho de bumbo duplo de Alan e a técnica de Brandon nos solos.
E por lá se foi a uma hora de setlist, com direito incluive a "Miasma", grande música do segundo disco da banda. Encerraram o show com a já tradicional "I Will Return".
Ao final de um show incrível, THE BLACK DAHLIA MURDER agradou todos os presentes no Teatro Odisséia com seu carisma e deixou um certo gostinho de quero mais nos cariocas.
Setlist:
What a Horrible Night to Have a Curse
Statutory Ape
Abysmal
Nocturnal
Malenchantments of the Necrosphere
Vlad, Son of the Dragon
Receipt
Warborn
Threat Level No. 3
Contagion
Unhallowed / Funeral Thirst
Miasma
On Stirring Seas of Salted Blood
Everything Went Black
Deathmask Divine
I Will Return
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As três melhores músicas do Iron Maiden escritas por Steve Harris, segundo Nicko McBrain
A música mais bonita do Radiohead de todos os tempos, segundo Thom Yorke
O álbum do Metallica que Paulo Ricardo adora: "Obra-prima, canções maravilhosas"
Kirk Hammett implorou para Jason Newsted ficar no Metallica
5 versões brasileiras que estragaram clássicos do rock
O clássico dos Beatles cuja autoria John Lennon e Paul McCartney disputavam
Com Strokes e Gorillaz, Primavera Sound Brasil divulga programação por dia e venda de ingressos
Os 10 discos essenciais do metal sinfônico, segundo a Louder
A canção dos anos 50 que unia George Harrison e David Gilmour; "Cada parte é perfeita"
8 clássicos do metal lançados por músicos que mal tinham saído da adolescência
O apoio de Ozzy Osbourne à comunidade LGBTQ+ em 1989
Os 10 maiores álbuns de heavy metal da história, segundo Ozzy Osbourne
5 clássicos do rock nacional com letras muito mais pesadas do que parecem
O melhor guitarrista vivo do mundo, segundo o lendário Eric Clapton
5 músicas que nenhum metaleiro consegue ouvir sem fazer air drums
O melhor disco do século 21, de acordo com o Loudwire
Rob Halford: explicando por que chutou o celular do fã durante o show
Cliff Burton: a última frase que ele disse já dentro do ônibus


Crypta abrirá próxima tour do Arch Enemy e The Black Dahlia Murder
Em 16/01/1993: o Nirvana fazia um show catastrófico no Brasil
Metallica: Quem viu pela TV viu um show completamente diferente



