Slipknot: O maior show do Rock in Rio 2015

Resenha - Slipknot (Rock in Rio, 25/09/2015)

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Por Rafael Testa
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O Slipknot foi headliner do dia 25 de setembro da edição deste ano do Rock in Rio. Os americanos vieram cheios de novidades: novos membros, novo visual, novo palco, novo álbum, mas a mesma energia de sempre.

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O show começou com XIX. O clima perfeito foi criado sobre os quase 90 mil fãs presentes. O público reagiu imediatamente com palmas e acompanhando os vocais de Corey. Neste clima épico, se acendeu uma grande chama no lindo palco do Slipknot. Logo apareceu Jay na bateria e foram entrando cada um dos integrantes da banda que faria o show mais incrível do festival.

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Com a plateia já enlouquecida e a todo vapor, a banda emendou Sarcastrophe, uma das faixas do novo álbum ".5: The Gray Chapter". Foi o momento em que mais vi rodinhas em todo o festival. Eram incontáveis! A empolgação tomou conta do público. Milhares de fãs cairam no mosh. Foi um caos!

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Logo em seguida vieram as clássicas The Heretic Anthem e Psychosocial. É impressionante a atuação no palco de Corey Taylor! Sou suspeito para falar, mas é difícil tirar o posto do vocalista de maior frontman da atualidade. Muita interação com o público, presença de palco e com a voz melhor do que nunca. Sid e Clown tiveram seus momentos de curtição dançando na passarela a frente do palco.

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"Vocês não tem ideia o quanto significa para nós estar aqui esta noite com cada um de vocês amigos, família", disse o apaixonado Corey, seguindo da confirmação da aprovação do público do novo álbum da banda. The Devil in I e AOV foram insanas! Mais moshs. Muito mosh!

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Em seguida, Vermilion, uma das mais pedidas pelo público nas redes sociais , Wait and Bleed, cantada a plenos pulmões pela galera e Killpop, garantindo algum descanso à plateia com seu refrão melódico.

"Uma das coisas que eu mais gosto no seu país é a paixão que vocês têm pela música. A paixão! Enquanto tivermos paixão, nossa música nunca morrerá. Muito obrigado", disse Corey.

Before I Forget foi mais uma explosão no público. "Essa é dedicada aos fãs do heavy metal. Sempre tentam derrubar nossa música, mas nós lutamos por ela, vivemos por ela, nós sangramos por ela, morremos por ela." Mais uma vez o público ficou ensandecido, pulando e cantando cada verso da música.

Sulfur foi uma surpresa para o público, que correspondeu.

Clown havia completado 46 anos de idade um dia antes do show. Corey pediu à galera para que cantasse Happy Birthday para o percussionista. E foi feito. Seguinte veio Duality, puxada por um coro de 85 mil pessoas e uma chuva de papel picado. De arrepiar! Um espetáculo!

"Mi familia! Gostaria que fizessem barulho para cada banda que esteve no Rock in Rio hoje conosco. Façam barulho para o Mastodon! Sem essa banda, não faria o que eu faço. Façam barulho para o Faith no More!", dizia Corey antes de Disasterpiece.

Veio então o ápice do show e de todo o festival: Spit it Out. Um dos maiores "jumpthefuckup" que eu já vi. Corey pediu ao público que se abaixasse e a grande maioria obedeceu. Milhares e mais milhares de fãs absolutamente insanos pulando ao mesmo tempo causaram um terremoto na cidade do Rock. Sem dúvidas o momento mais incrível do festival.

Custer fechou a primeira parte do show com mais pancadaria já debaixo de chuva. Depois de um tempo fora para descansar e de muitos gritos pela banda, o Slipknot voltou com 742617000027, garantindo mais uma vez o clima de apreensão e (sic) enlouquecendo mais uma vez a plateia.

O Slipknot tem um show tão físico, tão insano, que acabou com as energias dos fãs. Quem estava lá percebeu isso claramente. People = Shit e Surfacing, apesar de clássicas, tiveram menos moshs, mas a galera acompanhou cada verso das respectivas músicas.

As maiores expectativas estavam sobre as performances de Jay Weinberg e Alessandro Venturella. O baixista parecia mais tímido, mas o baterista simplesmente arregaçou! Substitui muito bem Joey Jordison. Curiosamente, o baterista ganhou uma nova máscara. Será que isso significa que ganhou seu posto de baterista fixo da banda definitivamente?

O palco estava grandioso, bem maior que das turnês anteriores, melhorando ainda mais o lado performático da banda.

É difícil hoje em dia encontrar uma banda que tenha mais paixão em cima do palco. Gostar da música dos caras é questão de opinião, mas é indiscutível uma das melhores bandas ao vivo da atualidade (isso se não for a melhor). Depois de conquistar os fãs do Motorhead e Metallica em 2011, o Slipknot se consagra, já como uma das maiores bandas do mundo, no palco do Rock in Rio.

Confira o show na íntegra no vídeo abaixo.




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Sobre Rafael Testa

Nascido em Juiz de Fora, Minas Gerais, tem 23 anos, é estudante de sistemas de informação e torcedor fanático do Vasco da Gama e do Tupi Football Club. Se interessou por rock/metal depois do grande tio Roney mostrar-lhe o Iron Maiden. Tem o gosto musical muito variado, curte do thrash metal do Slayer ao metalcore do All That Remains. Acredita que existem bandas boas atualmente e faz questão de apresentá-las.

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