Buckcherry: Hard jovem e fácil de ouvir no Monsters Of Rock
Resenha - Buckcherry (Monsters of Rock, Arena Anhembi, São Paulo, 20/10/2013)
Por Pedro Zambarda de Araújo
Postado em 22 de outubro de 2013
Quando o frontman Josh Todd subiu ao palco do Monsters of Rock com seus óculos escuros ray-ban, por volta das 17h, ele tinha a tarefa ingrata de reerguer o Monsters of Rock, festival que estava morno na tarde do segundo dia. O som começou a apresentar problemas no agudos, além de um deseguilibrio com timbre graves. O evento também teve um show muito fraco do Geoff Tate's Queensryche, que poderia ter sido bom mas foi prejudicado pela regulagem sonora ruim e a falta dos integrantes originais da banda.
Dito isso, o show do Buckcherry surpreendeu por atrair inclusive públicos que normalmente não escutavam a banda. A banda foi formada em 1995 na cidade de Los Angeles e é muito nova se comparada com verdadeiros monstros do hard rock que iriam se apresentar no mesmo dia, como Whitesnake e Aerosmith.
A banda abriu com Lit Up do disco mais clássico Buckcherry de 99. Depois viajou por outros álbuns como Time Bomb de 2001 (com Porno Star), 15 de 2006 (com Sorry e Crazy Bitch), Black Butterfly de 2008 (com Rescue Me)e All Night Long de 2010. Gluttony e Nothing Left But Tears representaram o novo disco Confessions, lançado neste ano, mas só foram tocadas no final.
Com o calor no Anhembi e o pôr-do-sol jogando luz diretamente no palco, Josh Todd tirou a camiseta, exibindo suas tatuagens. O frontman segurou o interesse do público no palco, enquanto o guitarrista fez brincadeiras com Big Balls, do AC/DC, na introdução de Gluttony, e com Miss You dos Rolling Stones, na introdução de Crazy Bitch.
O show foi fechado inclusive com Crazy Bitch, a música mais famosa do grupo e referência à sextape da celebridade Paris Hilton. A música foi cantada com força pelo público. No entanto, mesmo com a empolgação, o som dos instrumentos estava baixo perto da grade, com uma bateria sobrepondo. Mais longe do palco, era possível ouvir a banda toda com mais definição, mas havia muita reverberação sonora.
Para uma banda que teve o privilégio de tocar com os ex-Guns N’ Roses Slash, Duff McKagan e Matt Sorum antes da formação do Velvet Revolver, o Buckcherry continua fazendo um hard rock jovem, atraente e fácil de ouvir, como foi neste Monsters of Rock.
Setlist do Buckcherry no Monsters of Rock
1. Lit Up
2. Rescue Me
3. All Night Long
4. Broken Glass
5. Everything
6. Sorry
7. Dead
8. Porno Star
9. Ridin'
10. Gluttony(com introdução de Big Balls, do AC/DC)
11. Nothing Left But Tears
12. Crazy Bitch (com introdução de Miss You dos Rolling Stones)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A reação de Dirk Verbeuren ao anúncio do fim do Megadeth
Pearl Jam sobe ao palco pela primeira vez com Abe Laboriel Jr. na bateria
Shows que vão agitar São Paulo no segundo semestre de 2026.
Com ex-membros do Primal Fear e Gamma Ray, Fearless V anuncia primeiro álbum
A única banda de metal que nem o Metallica conseguiu superar, conforme Regis Tadeu
Os 5 melhores álbuns fora do metal de todos os tempos , segundo Kai Hansen
A superbanda com integrante dos Rolling Stones que Jimmy Page nunca esqueceu
A maior e melhor banda de metal de todos os tempos, segundo Jerry Cantrell
Membro fundador do Gwar, Chuck Varga morre de câncer
Turnê de despedida do Megadeth ainda não começou, segundo Dirk Verbeuren
Com guitarristas de Alice Cooper, Crossbone Skully anuncia "Condemned to Rock N' Roll"
Ritchie Blackmore admite que reencontro com Deep Purple poderia ter desandado
O guitarrista que mais inspirou James Hetfield, do Metallica, segundo o próprio
O guitarrista que Jimmy Page dizia que todo mundo acabaria tentando copiar
A canção dos anos sessenta que fez Iggy Pop se livrar do blues e virar um "monstro"
Jimmy Page: quando o guitarrista arregou para Pepeu Gomes em canja no Brasil
A música menos ouvida de cada disco do Iron Maiden no Spotify
Os dez piores frontman da história do Rock, de acordo com a Far Out

Buckcherry se envolve em acidente com morte nos Estados Unidos
Como uma música de 23 minutos me fez viajar 500 km para ver uma das bandas da minha vida
Em 16/01/1993: o Nirvana fazia um show catastrófico no Brasil



