Millencolin: fãs saem do show com o mesmo sorriso da banda

Resenha - Millencolin (Fundição Progresso, Rio de Janeiro, 13/11/2010)

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Por Gabriel von Borell
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Comemorando os dez anos do álbum “Pennybridge Pioneers”, o Millencolin veio ao Brasil na última semana para fazer quatro apresentações pelo país. Uma delas aconteceria em Santos, mas a data foi transferida para o Rio de Janeiro. Sorte do público carioca. A banda sueca de punk/hardcore fez um show empolgante para a plateia da cidade maravilhosa. Sem uma grande produção, o Millencolin subiu ao palco da Fundição Progresso de forma discreta e tocou na íntregra o seu disco de maior sucesso na primeira parte do show. A abertura com as famosas “No Cigar” e “Fox” levou o público ao delírio logo de cara. Embora o local não estivesse cheio, os fãs mais animados passeavam por cima das cabeças que estavam próximas a grade, enquanto outros pulavam para serem jogados para o alto pela galera. Uma roda gigante volta e meia se abria na Fundição Progresso para as pessoas empurrarem umas as outras. No maior fair play. Quando alguém se desequilibrava e caía no chão, meia dúzia ia lá para ajudar a pessoa a se levantar. Como sempre deve ser.

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E assim a apresentação do Millencolin transcorreu sem problemas, apesar do entusiasmo da platéia. O grupo seguiu enlouquecendo os fãs com “Penguins & Polarbears”, “Devil Me” e “The Mayfly”. Simpáticos, Nikola Sarcevic (baixo e vocal), Mathias Färm (guitarra e vocal de apoio), Fredrik Larzon (bateria) e Erik Ohlsson (guitarra e vocal de apoio) interagiram o tempo todo com os fãs. Mostraram, inclusive, que são tão apaixonados por futebol quanto nós brasileiros. Nikola brincou ao dizer que eles tinham o melhor jogador do planeta, o também sueco Ibrahimovic, que joga pelo Milan da Itália.

Na hora de executar a última canção de “Pennybridge Pioneers”, o Millencolin chamou uma fã ao palco para cantar o refrão de “The Ballad” junto com a banda. A menina estava tão empolgada que não só cantou o primeiro refrão como se recusou a deixar o palco quando um segurança veio retirá-la. O grupo permitiu que ela ficasse e, entre beijos e abraços nos integrantes, a menina permaneceu no palco até quase o final da música.

Depois disto, o Millencolin saiu de cena e retornou para a segunda parte da apresentação, dedicada a canções mais antigas do grupo. Os fãs seguiram na mesma animação da primeira metade do show e cantaram com fervor faixas como “The Story of my Life”, “Mr. Clean” e “Dance Craze”. O Millencolin encerrou a noite com “Black Eye” e se despediu da platéia com um sorriso de satisfação no rosto. Já o público carioca, não compareceu em peso, mas quem estava por lá também deixou a Fundição Progresso com o mesmo sorriso da banda.

Set list:
1- No Cigar
2- Fox
3- Material Boy
4- Duckpond
5- Right About Now
6- Penguins & Polarbears
7- Hellman
8- Devil Me
9- Stop to Think
10- The Mayfly
11- Highway Donkey
12- A-Ten
13- Pepper
14- The Ballad

Bis 1:

15- The Story of My Life
16- Random I Am
17- Vixen
18- Lozin' Must
19- Buzzer
20- Killercrush
21- Mr. Clean

Bis 2:

22- Bullion
23- Dance Craze
24- Black Eye

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Sobre Gabriel von Borell

Gabriel von Borell, nascido em 30/03/85, jornalista. Não vive sem música e também não se apega a rótulos musicais. Acredita que todo preconceito é burro, inclusive o musical. Escuta de tudo um pouco, considerando que um jornalista deve estar aberto pra conhecer e comentar sobre qualquer músico ou banda. Pode ser encontrado no Twitter em @gabrielborell.

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